Jornal Socialista, Democrático e Independente dirigido por Dieter Dellinger, Diogo Sotto Maior e outros colaboradores.
Sexta-feira, 28 de Abril de 2017
Dívida Pública: Acordo BE e Governo

 

O BE e o Governo (PS) Chegaram a um Acordo de Solução para a Dívida Portuguesa que prolonga o pagamento da dívida às Instituições Europeias dos atuais 15,6 anos para 45 anos com juros a 1% em vez dos atuais 2,4%.

 

Claro que há um problema intransponível para já que se chama Schaeuble/Merkel e o holandês inimigo do Sul. Mas, ninguém sabe quem vai governar a Alemanha depois das eleições lá para o fim do ano.

 

Também há o problema francês. Marine está ganhando pontos nas sondagens e pode ganhar as eleições, fazendo rebentar toda a União Europeia e, nesse caso, talvez a dívida rebente também. A não ser que mude logo de opinião que não seria de estranhar por ser típico da política.

 

Fundamentalmente trata-se de 51,6 mil milhões de euros devidos ao FEEF e MEE (instituições de estabilização financeira da União) mais os 28 mil milhões de euros de compras de dívida por parte do BCE no programa de alívio financeiro.

 

Outro dos problemas é há nações tão endividadas como Portugal; Grécia, Itália, Espanha e Chipre e até a França vão querer o mesmo, pelo que o custo global pode ser muito elevado, mas algo terá de ser feito antes de ver implodir a União Europeia.

 

A dívida portuguesa é um pingo de água no oceano das dívidas europeias, do PIB e dos Agregados Monetários da zona euro.

 

O grupo de trabalho que juntou BE e governo para estudar a dívida propõe uma renegociação a nível europeu. O relatório final que será hoje apresentado defende que se procure diminuir juros e aumentar a maturidade da dívida contraída junto de credores oficiais não residentes, excluindo dívida ao FMI.

Em causa está uma mutualização da dívida ao Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) e ao Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) no valor de 51, 6 mil milhões de euros.

 

Os autores do relatório consideram que, com esta solução, “não seria necessária uma reestruturação do valor facial dessa parte da dívida pública” e que “a reestruturação não constituiria um evento de incumprimento uma vez que seria realizada através de acordo com os parceiros europeus”.

 

Esta solução é, contudo, apenas parte da estratégia proposta pelo grupo de peritos que inclui nomes como Francisco Louçã, Ricardo Paes Mamede e Paulo Trigo Pereira.

 

Para este plano funcionar, os autores assumem que existiria “um consenso no Conselho do Banco Central Europeu para manter indefinidamente no seu balanço e no do Banco de Portugal a dívida pública que foi adquirida no âmbito do Programa Alargado de Compra de Ativos (PSPP)”.

 

Ou seja, estas soluções teriam sempre de ser aceites por Bruxelas para funcionarem. O documento diz que estas são “ideias que Portugal deve defender a nível europeu num quadro de diálogo multilateral”.

 

Essa seria a fatia de leão da saída para o problema de uma dívida que neste momento pesa cerca de 130% do PIB e custa todos os anos oito mil milhões de euros só em juros aos portugueses. Mas o grupo de trabalho tem algumas propostas que não dependem da Europa e que ajudariam a aliviar os encargos com a dívida pública.

 

Uma destas ideias passa pelo “ajustamento da política de constituição de provisões para riscos gerais por parte do Banco de Portugal”, reduzindo-as de forma substancial.  

 

Críticas a Carlos Costa

“As provisões passariam a ser constituídas apenas para fazer face a riscos gerais devidamente identificados e fundamentados”, defende o relatório, que não poupa críticas à forma como Carlos Costa tem decidido os montantes das provisões sem ter em conta o papel que poderia ter em programas de compra de dívida.

 

“O BdP exerce o seu mandato com independência e com os recursos que o seu acionista lhe entregou para o efeito, mas não deve ter independência, muito menos um grau tal de discricionariedade que se confunda com arbitrariedade”, argumenta-se.

 

Além disso, os autores defendem que é preciso repensar a gestão de títulos de dívida feita pelo IGCP, diminuindo as maturidades das obrigações emitidas.

 

“Se se reduzisse a maturidade média residual da dívida direta do Estado (excluindo dívida às entidades oficiais) de 6,6 para 4,9 anos, estima-se que seria possível reduzir a taxa de juro implícita da dívida direta do Estado de 3,2% (do stock de dívida no final de 2016) para entre 2,7% a 2,8% (às taxas de juro de dezembro de 2016)”.

 

Com esse valor “seria mais fácil ao país atingir taxas de crescimento nominal da economia mais elevadas do que a taxa de crescimento da dívida, fator importante para assegurar a sustentabilidade da dívida pública, bem como da dívida externa”.

 

Além disso, propõe-se que o IGCP passe a funcionar como um banco para as instituições públicas que não estão sujeitas à Unidade de Tesouraria do Estado.

 

A ideia seria oferecer-lhes taxas de juro mais elevadas do que as da banca, “mas inferiores ao custo médio de financiamento da República, para as aplicações financeiras (depósitos à ordem e a prazo)”. Uma medida que serviria como um incentivo para que as Administrações Públicas depositassem “as suas disponibilidades líquidas junto do IGCP, que atuaria como agente orçamental dessas instituições”.

 

Somando a reestruturação da dívida ao setor oficial europeu às medidas de otimização da gestão da restante dívida pública propostas, o grupo assegura que “a dívida direta do Estado seria reestruturada em cerca de 31%, atingindo-se uma redução do valor presente da dívida pública de cerca de 39% do PIB”.

 

O plano proposto pelo grupo de trabalho completa-se com o pagamento antecipado daquela que é a dívida mais cara, ou seja, o empréstimo do FMI.

 

“Propõe-se o reembolso antecipado ao FMI, em 2017, do montante de dívida superior a 187,5% da quota de Portugal no FMI (5 000 milhões de euros), dado que este é o valor que está sujeito à sobretaxa de 300 pb e que é o principal fator de penalização deste empréstimo e porque se adota o mesmo critério que a Irlanda. Esse montante é estimado em 7 920 milhões de euros que acrescem aos 3 500 milhões de euros cujo pagamento antecipado já estava previsto pelo IGCP”, sugerem os autores.

 



publicado por DD às 19:55
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Sábado, 22 de Abril de 2017
Suicídio da Europa segundo a revista alemã "Der Spiegel"

 É assim que a revista "Der Spiegel" retrata a situação actual da União Europeia.

Suicídio por anos de austeridade e pela incapacidade de absorver milhões de muçulmanos e africanos sem emissão de moeda e políticas de crescimento em conjunto com planos de formação profissional rápida e média.



publicado por DD às 00:18
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Sexta-feira, 21 de Abril de 2017
Marcelo Condecora Soares dos Santos sem pensar na Fuga ao Fisco

 

 

O PR Marcelo R. de Sousa comete o Primeiro ERRO. A fuga ao Fisco é uma traição à Pátria e o acto não deve merecer qualquer condecoração ou elogio. Soares dos Santos deve ser investigado e preso por prejudicar a Pátria de Todos os Portugueses da qual MRS é Presidente com a máxima das responsabilidades em todos os domínios. Soares dos Santos deve ter fugido ao fisco com valores da ordem global de mais de mil milhões de Euros. Um ladrão fiscal, um homem que não cumpre as suas obrigações com a lei e a Pátria não merece qualquer condecoração.

O homem fechou muitas fábricas para passar a importar e abriu muitas grandes mercearias que levaram muitas mais à falência.

Os trabalhadores que explora não são mais que os das lojas fechadas e não acrescentam quase nada à riqueza nacional.igações é um ser desprezível que não merece uma condecoração. Este Santos fechou uma série de fábricas e lançou muitos trabalhadores no desemprego para passar a importar os produtos que antes eram fabricados na Pátria. Ele sempre trocou a Pátria por Dinheiro. Criou muitas lojas que substituiram muitas mais que foram à falência, pelo que os seus explorados não são postos de trabalho acrescidos nem significam mais riqueza nacional. Todos os amigos do Facebook devem divulgar este ato miserável em todas as redes sociais. Já que a Justiça não atua nestes casos, que sejam estas redes a fazê-lo. VIVA PORTUGAL - FORA OS TRAIDORES - NÃO COMPREM NOS PINGOi



publicado por DD às 23:50
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Comissária Desconhecida que Manda em Portugal

 

 

 

 

Quando penso que esta funcionária subalterna de Bruxelas manda em Portugal mais que o Governo, a AR e o PR e que se a Carris quiser comprar um autocarro terá que obter a autorização do raio desta dinamarquesa, desejaria que a Marine Le Pen ganhasse a presidência da França e rebentasse de vez com a União Europeia atual para recomeçar depois de novo com respeito pela soberania e democracia dos diversos países.

Esta Verstagen não foi eleito pelos portugueses que nunca ouviram falar no seu nome.

O FDP Schaeuble não gosta da Geringonça e faz tudo por prejudicar a Pátria de todos os portuguesesPátria de todos os portugueses. Será que o FDP tem direito a gostar ou não daquilo que os parlamentos nacionais votam quando não há mutualizalção da dívida e não há financiamento da dívida por parte da União e da Alemnanha em particular.

O resultado da política alemã foi já o afastamento cada vez maior da Polónia e da Hungria da ideia de uma União Europeia. No fundo sou a favor da União Europeia, mas na da dirigida por aquela senhora e pelo Schaeuble.

 

 

 



publicado por DD às 23:13
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Terça-feira, 11 de Abril de 2017
Produção de Automóveis

 

Principais países produtores de veículos

Os 10 países produtores de automóveis en el 2014 son:[1]

Posición

País

Producción

1

China

18,400,000

2

Estados Unidos

8,700,000

3

Japón

8,000,000

4

Alemania

6,300,000

5

Corea del Sur

4,700,000

6

India

3,900,000

7

México

3,219,786 (2014)[2]

8

Brasil

2,973,215 (2014)[3]

9

España

2,400,000

10

Francia

2,300,000

 

Top 20 motor vehicle producing countries 2015

Country

Motor vehicle production (units)

 China

24,503,326

 United States

12,100,095

 Japan

9,278,238

 Germany

6,033,164

 South Korea

4,555,957

 India

4,125,744

 Mexico

3,565,469

 Spain

2,733,201

 Brazil

2,429,463

 Canada

2,283,474

 France

1,970,000

 Thailand

1,915,420

 United Kingdom

1,682,156

 Russia

1,384,399

 Turkey

1,358,796

 Czech Republic

1,303,603

 Indonesia

1,098,780

 Italy

1,014,223

   

 

 

Saliente-se a enorme produção chinesa e a decadência industrial europeia. Contudo, muitos dos carros produzidos em países como Brasil, México, República Checa, etc. são de empresas alemãs, francesas e italianas ou americanas.

A foto é a da produção do Jeep mais moderno no Brasil pela italiana Fiat que é proprietária da Chrysler com fábricas nos EUA e em vários países.

Mesmo uma parte importante da produção chinesa tem origem em multinacionais europeias, japonesas e americanaS.

 



publicado por DD às 15:33
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Sábado, 25 de Março de 2017
Défice de 2%


O INE reportou oficialmente ,segundo as normas europeias, que o défice em 2016 ficou nos 2% depois de ter sido de 4,4% em 2015 de acordo com o orçamento e execução do governo Passo-Portas-Maria Luís.

 



Os comentários foram curiosos. O PSD declarou que foi devido a habilidades como se para tudo na vida não houvesse a necessidade de habilidade e o CDS fala na redução do investimento público e que teve o seu custo quando foi o partido mais crítico do investimento do Estado.

 



É evidente que a redução do défice não foi milagre de Fátima como afirmou a bruxa Teodora, foi apenas uma gestão criteriosa com aumento da receita pública e contenção das despesas do Estado, principalmente em obras que não são necessárias no imediato, pois investimento empresarial não é da conta do Estado, nem nos setores estratégicos como eletricidade, gás, aeroportos, etc. porque foram vendidos pelo governo anterior.

 



Houve um aumento da receita pública por via do PERES (Programa Especial de Redução do Endividamento das Empresas e Pessoas Singulres com perdão de juros, os quais não são muito importantes numa época de inflação quase 0%. Este programa proporcionou a entrada de 588 milhões e continuará a produzir receita porque a AT fez acordos de dívidas fiscais a pagar em prestações anuais. Sim, para isso é preciso habilidade para utilizar a realidade.

 



Do Fundo Europeu FEEF vieram 302 milhões de euros, resultante de uma boa negociação com Bruxelas apesar dos Schäuble e dos Jeromes que eram contra esse fundo.

 



Nas despesas, não se cortou nas reformas e salários e devolveu-se algo do foi roubado pelo governo anterior, mas o Estado geriu tudo com parcimónia e grande cuidado.

 



O resultado foi bom para a Pátria e péssimo para o PSD e CDS. Passos e Cristas desesperam e percebem bem que o custo não foi tão grande. Não foi preciso vender toda a TAP nem os transportes terrestres de Lisboa e Porto e mais coisas.

 

Os grandes economistas da UTAO e CFP com a Teodora enganaram-se nas contas. Não previram um défice de 2,06%. São todos/as ums bestas.

 



O governo com o atual ministro das Finanças fez um excelente trabalho e deixou o FDP holandês de rastos onde já estava devido à derrota colossal do seu partido nas eleições.



É preciso ver que há um verdadeiro Partido Socialista na Holanda que conseguiu mais lugares no parlamento que o do palerma Jerome.




publicado por DD às 17:22
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IMPOSTOS

INACREDITÁVEL!

 

Empresas como a Galp, a EDP, a Cimpor, o Jerónimo Martis e a Corticeira Amorim foram pedir "esmolas" ao PERES (Programa Especial de Redução do Endividamento ao Estado). Que vergonha, ganham mais de 50 milhões por ano e ainda querem esmola.

A EDP foi litigar contra o Estado para não a CESE (Contribuição Extraordinária sobre o Sector Energético).

Nós, os contribuintes, quando metemos combustível no carro temos de pagar logo e aqueles FDP não querem pagar os impostos que já receberam dos clientes.

É tudo uma cambada de FDP.

 

REFORMAS ?????

BCE e a direita, incluindo um tal palerma Luís Marques do Expresso, criticam a ausência de reformas em Portugal.

Eles querem uma só reforma, ou seja, o corte das REFORMAS dos reformados como na Grécia em que o Governo se viu obrigado a cortar as reformas dos gregos em 45% na totalidade, reduzindo a média para cerca de 600 euros.

Há em Atenas milhares e milhares de gregos a dormirem ao relento. É isso que as BESTAS da Direita querem para a PÁTRIA de todos os portugueses.

 

EDP não Paga Renda pelas Barragens

 

Os chineses da EDP estão muito desiludidos com António Mexia.

Pagam-lhe um ordenado de mais de 2 milhões de euros e o gajo não consegue corromper o PM e o MF que querem que a AT cobre 30 milhões de euros pela venda da EDP renováveis por mais de 120 milhões de euros contabilizados como lucros e ainda querem que pague IMI pelas barragens. Mexia diz que a EDP não é dona das barragens, apenas inquilina, mas parece que não paga renda pelas mais de 30 barragens que explora.

Na verdade acho que as barragens são do Estado, mas o inquilino deve pagar uma renda muito superior ao que custaria o IMI.

 



publicado por DD às 16:37
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Segunda-feira, 13 de Março de 2017
Cronologia da PT deturpada posteriormente por Rosário & Paulo, Lda:

 

1) Belmiro e Paulo Azevedo (Sonae, Continente) manifestam a intenção de fazer uma OPA sobre a PT na condição do Estado desbloquear o direito de veto das 500 ações que detém na PT.

2) Paulo de Azevedo vai falar com o então PM José Sócrates e pede-lhe o seu apoio. Sócrates disse que o que de melhor pode fazer é dar ordem de abstenção. O Estado não vota e, como tal, aceita tudo o que a Assembleia decidir.

3) Os restantes acionistas da PT decidem realizar uma Assembleia da PT para votar a eventual alteração dos Estatutos da PT que iriam desbloquear os direitos das 500 ações douradas do Estado.

4) Há uma movimentação de trabalhadores e sindicatos contra o desbloqueamento, observada nos noticiários televisivos.

5) Realiza-se a Assembleia e o desbloqueamento não é aprovado. A CGD vota contra o desbloqueamento com os seus 5,1 %. Jornaleiros dizem que foram decisivos por não saberem fazer contas, 5,1% não são 50,1%. Qualquer magistrado que acredite no poder decisão dos 5,1% é um analfabeto em aritmética e idem para os jornaleiros. O verdadeiro poder decisivo esteve nas mãos dos dois Fundos Americanos, os maiores acionistas da PT que supostamente entraram pela mão de Salgado Espírito Santo que detinha 10% da PT.

6) A PT quer vender a VIVO do Brasil e o Estado (Sócrates) opõe-se e exige que haja uma alternativa de expansão no mercado brasileiro ou internacional para aproveitar a imensa capacidade técnica da PT nas comunicações telefónicas fixas e móveis e no cabo.

7) Depois de muitas negociações, a PT vende a participação de 50% numa holding que detinha parte da VIVO pela fabulosa quantia de 8,5 mil milhões de euros que serviram para pagar uma importante dívida a bancos internacionais e distribuir por acionistas, reservando-se uma parte para investimentos.

8) A PT troca 10% do seu capital por 22% da OI. E termina aqui a intervenção de Sócrates que deixa o poder e a possibilidades de controlar o destino dos dinheiros da PT obtidos com a venda da VIVO.

9) Passos Coelho debloqueia as Ações Douradas do Estado sem nada em troca, o que foi um negócio RUINOSO para o Estado que deveria ter recebido uma grossa maquia por isso. Não se sabe se foi ruinoso para os negócios de Passos & Portas, Lda mais Cavaco & Silva, Lda. Para a reputação de todos foi ruinoso.

Terá sido muito lucrativo para Salgado e restantes acionistas, incluindo os administradores da PT.

10) Começam os negócios com a OI na vigência do Governo Passos & Portas, Lda com Zeinal Brava & Granadeiro, Lda a decidirem sem oposição dos restantes acionistas, praticamente 100%, e sem o poder das 500 ações do Estado. A OI carece de investimentos para se tornar numa grande empresa.

11) Salgado convence Brava & Granadeiro a adquirirem quase mil milhões de euros em papel comercial sem que o Estado, já fora da PT, se pudesse opor.

12) Salgado não paga a dívida em papel comercial após o seu vencimento que era de quase um ano e cria assim um gravíssimo problema à empresa, pois tratava-se de liquidez de Caixa que é sempre necessária, mesmo que possa estar de lado durante um ano.

 

Assinado: PS subterrâneo e justiceiro.

 



publicado por DD às 18:39
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Domingo, 12 de Março de 2017
Schäuble quer Dominar a Europa

 

 


A Alemanha registou três anos de saldos positivos nas suas contas púbicas, totalizando 26 mil milhões de euros que não são gastos em reduções de impostos, crescimento da economia, etc.


O objetivo de Schäuble é criar um Fundo Monetário Europeu para onde devem transitar as verbas e dívidas dos estados europeus que formam o capital europeu do FMI acrescidas de uma importante participação alemã.
Este FME deverá substituir o Mecanismo Europeu de Estabilidade e o Fundo de Estabilidade Financeira Europeu que já é dirigido pelo alemão Regling, amigo de Schäuble, por uma razão muito simples. Nestes organismos financeiros ou outros da União Europeia as decisões são tomadas por consenso, enquanto no Fundo Monetário Internacional e, provavelmente, no europeu os votos são função do capital depositado. Sendo a Alemanha a maior nação europeia com o maior PIB e possuidora de saldos vultuosos, a ministro das Finanças alemão, Schäuble ou outro qualquer, teria o poder total sobre a União Europeia com especial incidência nos estados deficitários.


Schäuble pensa ficar no poder depois das próximas eleições que começam a dar alguma vantagem ao SPD de Martim Schulz, mas com pouca probabilidade de obter uma maioria absoluta, pelo que a coligação atual (CDU/CSU/SPD) se manteria com Schäuble na qualidade de eterno ministro das Finanças da Alemanha e até de toda a União porque o Fundo Monetário Europeia iria abranger as nações que não usam o euro como acontece em parte com os Fundos de Estabilidade Europeia.


De alguma forma, o novo FME iria impedir o Banco Central Europeu de comprar dívidas de nações europeias que o tratado de Lisboa proíbe expressamente, mas que foi contornado por Draghi através da “porta do cavalo”, isto e, pela compra dos títulos públicos a bancos e fundos privados, dado que uma das missões de qualquer banco emissor é ceder liquidez a curto prazo que tem sido um pouco alargado sem garantias ou com a garantia dos títulos de dívida.


O FME passaria a ditar as taxas de juro e os valores a emprestar aos diferentes países da União que deveriam obedecer a uma espécie de “Nova Ordem” germânica porque os votos das pequenas nações não contariam para nada. Iria emitir títulos de dívida europeus para se capitalizar e emprestar às nações que o requeiram, não havendo lugar a emissões para compra de dívida e oferta aos diferentes bancos centrais como fez o BCE e que Carlos Costa não quer devolver ao acionista Estado o serviço de dívida pago ao seu banco pelo mesmo Estado
O principal opositor a este plano de Schäuble é o presidente da Comissão Europeia, Juncker, originário de um dos países mais pequenos da Europa, o Luxemburgo, que, apesar de rico, não teria um capital significativo no futuro FME.

 

 



publicado por DD às 23:56
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Domingo, 26 de Fevereiro de 2017
Euro ou "Bitcoins" Portugueses

 

O PCP vai fazer uma gigantesca campanha contra o Euro. Está no seu direito democrático, os partidos têm as suas estratégias políticas e assim defendem o que acham bom para o país.

Curiosamente, a campanha é feita contra o "Euro fraco" como nos referiu já Vítor Bento no seu livro "Euro Forte - Euro Fraco", entendendo este último como o atual, cujas notas trazem a assinatura do italiano Draghi.

O BCE está a oferecer a Portugal e a todos os países da zona Euro, 33% das suas dívidas. Compra os respetivos títulos aos bancos e fundos que que as detêm e entrega-os aos bancos nacionais; o BP no caso português.

Os Estados continuam a pagar juros e a amortizar as dívidas no ano das entregas, mas nos anos seguintes os montantes gastos são devolvidos ao único acionista dos bancos nacionais que é o Estado ou os contribuintes nacionais porque são lucros e a receção dos títulos não endivida os bancos nacionais.

A campanha começa no preciso momento em que Draghi afirmou que quer continuar este processo denominado "quantitative easing", eventualmente até liquidar mais de 50% das dívidas nacionais.

Assim, Draghi oferece-nos 73 mil milhões de euros e dispõe-se a aumentar a oferta para 120,5 mil milhões e o País iria prescindir dessa poderosa divisa para ter uma espécie de "Portucoins" sem valor internacional que nem Badajoz aceitará para pagar um café.

Já a oferta de 33,3% faz com que um juro de 3,3% a 10 anos passe na verdade ao equivalente a 2,2% ao ano porque a dívida sofreu um corte de 1/3.

O dinheiro para as referidas compras vem do nada; é emissão pura e simples e é notável que tenha tido um limitadíssimo efeito na inflação, ou seja, esta aumentou na Zona Euro em cerca de 1% porque os países maiores e mais favorecidos não gastaram o dinheiro recebido, tendo depositado parte dele no próprio BCE, pagando um pequeno juro em vez de receber, mas podem vir a gastar porque são donos desses depósitos.

Assim, a liquidez do BCE aumentou muito, o que permite proteger a banca europeia através das habituais cedências de liquidez a curto prazo como faziam todos os bancos centrais e faz agora o BCE.

Eu duvido que os trabalhadores portugueses prefiram receber uma espécie de "Bitcoins" de circulação reduzida aos 92 mil km2 de Portugal em vez de dinheiro verdadeiro que se desvalorizou muito nos últimos tempos sem inflação, o que contraria tudo o que vem nos manuais de economia.

Essa desvalorização empurrou quase todas as moedas do Mundo para o mesmo, tornando a maior parte das mercadorias mais baratas e limitando os recentes aumentos dos preços do petróleo bruto.

Neste momento, o Euro está quase a um dólar e aproxima-se da libra quando já esteve a mais de 1,5 dólares que, por sua vez, também se têm desvalorizado.

 



publicado por DD às 15:44
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