Jornal Socialista, Democrático e Independente dirigido por Dieter Dellinger, Diogo Sotto Maior e outros colaboradores.
Sábado, 11 de Novembro de 2017
Salário Médio dos Portugueses Subiu este Ano


O vencimento médio dos trabalhadores por conta de outrem no país, depois de descontados os impostos, está atualmente em 846 euros, mais 13 euros que há um ano (833 euros), o que signfica que aumentou em 1,6% no primeiro trimestre do ano em relação ao período homólogo do ano anterior.


 Para a média ser de 846 são necessários muitos ordenados mínimos de 535 para que alguns tenham ordenados milionários como juízes, administradores de empresas, advogados, etc.

 

 Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), os salários estão a aumentar de forma consistente há três anos, depois de um programa de assistência económica e financeira que conduziu a anos de estagnação e de diminuições salariais. Um relatório recente do Centro de Relações Laborais já apontava para a melhoria dos rendimentos no país que são tabelados através de convenções coletivas.

  O documento conclui que as novas convenções estabelecidas em 2016 resultaram num aumento médio nominal dos salários de 1,5% nos vários setores de atividade, o que não acontecia desde 2008, escreve a publicação.

  A subida da média dos salários líquidos em Portugal está associada a uma melhoria do mercado de trabalho. Isto além do impacto das medidas de reposição salarial decididas pelo Governo, com a reversão dos cortes salariais na função pública e o alívio no IRS.

 Com a redução do desemprego para 8,5% aumentaram um pouco os salários médios globais de todos os trabalhadores por conta de outrem. Claro, muitos não viram quaisquer aumentos em mais de dez anos e outros subiram bem mais. A média diz pouco porque as diferenças são gritantes entre os mais pobres e os mais ricos e, entre estes, há os que usufruem de rendimentos milionários depositados no Luxemburgo ou na Holanda, Ilhas Virgens, etc.

  E termos geográficos, Lisboa é a zona do país com salários mais altos, tendo atualmente um vencimento médio de 977 euros. Em sentido contrário encontra-se a Madeira (782 euros).

 A zona mais PSD do país (Madeira) é aquela em que os trabalhadores ganham menos, enquanto a zona mais PS (Lisboa) é onde se ganha mais.



publicado por DD às 00:40
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Putin: O primeiro Czar de Todas as Rússias de fato e gravata.

 

Para o presidente Putin, a Revolução de Outubro é algo de muito pouco agradável. Não pode apagar a História, mas as ideias soviéticas não são as do seu partido liberal nacionalista, herdeiro de toda uma construção que tem tudo a ver que as muitas décadas de governo Comunista Soviético.

A ideia de Revolução aflige Putin, pois toda a gente sabe que o Putinismo não é algo que possa ser substituído pela via democrática.

 

Putin domina toda a comunicação social e persegue os seus adversários mais fortes. Aceita alguns partidos na Duma (parlamento) desde que não tenham a possibilidade de ganhar as eleições. Entre eles está o pequeno Partido Comunista.

 

Por isso, só uma revolução poderia deitar abaixo o "putinismo", mas não há nenhuma condição na Rússia para uma revolução desde que Putin não se meta nalguma guerra estúpida para reconstruir a imensa Rússia de 22 milhões de km2 do Czar Nicolau II.

 

A elite russa e Putin não sabem em que classe do antigamente se podem agregar. A nobreza não existe, mas formou-se uma oligarquia que não goza de grande prestígio que existe enquanto fizer aquilo que Putin quer. A classe média está em construção e se sabe alguma coisa do que se passa nas cidades; no campo é desconhecido. Parece que algumas Sovkozes e Kolkozes se mantêm por não haver capitais no Mundo rural e essa novidade que são os grandes centros comerciais preferem importar grande parte dos bens alimentares. Parece que só com as sanções à Rússia é que Putin começou a orientar-se para o mundo rural.

 

Putin, no fundo, pelo monumento que mandou construir em frente á sede do Governo, considera-se como um seguidor do ministro liberal monárquico Piotr Stolypin que governou entre 1905 e 1911 e que fez importantes reformas, nomeadamente, redistribuindo cerca de metade das terras dos príncipes e Grãos duques por um campesinato ativo que soubesse cultivar as terras, designados por Djgashvilli de Kulaks e por alguns exagerados de latifundiários. Não eram, apesar da terra russa ser tão vasta que qualquer propriedade poderia ser tida como um latifúndio, mas o que contava era o número de trabalhadores que empregava e esses eram geralmente poucos, apesar da população russa de então crescer em cerca de dois milhões de pessoas por ano.

 

A Rússia era e continua a ser a maior nação do Mundo, mas não em população. Nos tempos do último Imperador tinha mais de 25 milhões de km2, quase tanto como EUA, China e Canadá. A URSS ficou sem a Finlândia, Polónia e Repúblicas Bálticas com 22,5 milhões de km2 e hoje a Federação Russa abarca 17 milhões de km2.

 

O problema dos Soviéticos é que nacionalizar a terra ou a indústria sem os trabalhadores não valia de nada. A verdadeira estatização foi a das populações trabalhadoras que mudaram a Rússia à custa de sacrifícios tremendos e de uma exploração nunca vista, a não ser na China de Mao com barragens, canais e estradas feitas com pás, enxadas e carrinhos de mão e trabalho durante doze ou mais horas por dia.

 

Rússia de hoje tem quase 150 milhões de habitantes, dos quais 105 milhões vivem nas cidades e apenas 45 milhões no Mundo das pequenas aldeias de cidades, cujo modo de vida é pouco conhecido no Ocidente e, como acontece em quase todo o Mundo, ninguém se interessa pelo campo. Os rurais não têm força por serem poucos e dispersos, enquanto os citadinos das grandes capitais são os donos do Mundo ou consideram-se como tal.

 



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Sexta-feira, 27 de Outubro de 2017
CADERNOS DE E CONOMIA Nº 120 de Jul/Set 2017

CADERNOS DE E CONOMIA | SUMÁRIO

32 A globalização não promete

nada aos europeus

Dieter Dellinger

 

Donald Trump prometeu proteger a indústria e os trabalhadores americanos impondo elevados direitos aduaneiros aos produtos chineses e proibindo a emigração de mão-de-obra barata para os EUA.

A realidade mostrou que nada do que queria era viável. A Coreia do Norte, manipulada ou não pela China, começou a lançar com mais intensidade mísseis para o Pacífico e faz explodir num furo a grande profundidade uma bomba H extremamente poderosa. Os EUA passaram a necessitar da China para que as sanções à Coreia do Norte se tornem efetivas, dado que é do país vizinho a norte que Kim Jong-un recebe as mercadorias de que necessita, entre as quais até podem estar motores dos mísseis e material para o fabrico de armas nucleares. Nada se sabe ao certo, mas poucos acreditam que os chineses queiram ter na sua fronteira uma pequena nação completamente independente e poderosamente armada que já foi uma província sua e sem controlo chinês. Há mesmo um pipeline que da China atravessa o rio Yalu e fornece todo o pouco petróleo que os coreanos do Norte necessitam.

Ninguém acredita numa guerra, mas todos admitem que as bombas nucleares e respetivos mísseis de lançamento possam tornar-se um material globalizado graças às exportações da Coreia do Norte que, assim, podem rivalizar em termos financeiros com o material L&G ou os carros Kia e Hyunday, etc.

A globalização está em retrocesso e é cada vez mais limitada à liberdade de quase todo o Mundo exportar o que queira para os países da UE, exceto os automóveis e certos produtos agrícolas porque é do interesse dos alemães e franceses protegerem as suas principais atividades económicas. Há contingentes para os automóveis e certificações de segurança e emissões de C02 em que as viaturas oriundas de fora da Europa chumbam quase sistematicamente.

Claro que países como a China e Coreia do Sul, por exemplo, também exigem certificações e colocam certos bens em posições pautais para não serem importados. Aconteceu isso com os compassos alemães que de material de desenho passaram a ser considerado pela Alfândega Sul-Coreana como brinquedo e o material tem algum chumbo, pelo que não pode ser importado como se as crianças utilizassem compassos de desenho para chupar.

Mas, se aplicarmos a classificação ABC/XYZ da gestão empresarial à globalização e às nações, estando em A os bens ou serviços mais importantes, em B os intermédios e C os menos importantes e em X os de maior frequência, em Y os de frequência intermédia como seria algo de sazonal e em Z tudo que tem pouca saída em linguagem comercial, verificaríamos que o bem mais importante e globalizado e de algum modo menos conhecido em todos os seus pormenores é o capital financeiro que se esconde muito nos milhares de offshores espalhados pelo Mundo e terá sofrido igualmente uma queda. Só os bancos da União Europeu reduziram os seus ativos externos em quase 50% e o mesmo fizeram os chineses e americanos relativamente a investimentos financeiros nos países desenvolvidos e nos emergentes e pobres.

O investimento é cada vez mais feito por grandes empresas que possuem os seus bancos ou organizações financeiras para os concretizarem e fomentarem a compra dos seus produtos, incluindo os automóveis em leasing ou prestações. A queda pretendida do IRS pela direita permitirá a todos os que recebem ordenados de magistrados, por exemplo, comprarem um Mercedes a cerca de 450 a 550 euros mensais.

Assim, grande parte das exportações alemãs e dos países mais desenvolvidos como o Japão, a França, etc. são bens destinados às suas fábricas espalhadas pelo mundo. O exemplo da Autoeuropa testemunha isso porque cerca de 40% ou menos do T-Roc é feito em Palmela. Mas acontece quase o mesmo na Alemanha em que a indústria automóvel está ligada ao exterior em cerca de 80% do valor das viaturas, tanto na importação de componentes como na exportação dos mesmos e dos próprios automóveis. Saliente-se que a Alemanha domina 80% do mercado mundial de viaturas ditas “Premium” ou de gama alta, fabricando no exterior as viaturas médias e mais pequenas porque o seu custo de trabalho é demasiado elevado para carros baratos.

O capital colocou a mundialização na mão dos “Global Players”, não só no conhecido campo da informático que criou riquezas inimagináveis como no fabrico de automóveis e em quase todas as atividades, incluindo as bancária, e “Global Players” não serão apenas as multinacionais, mas também as empresas que em certas regiões começaram a internacionalizar-se e pretendem atingir uma posição quase dominante a nível regional ou mundial.

Para Portugal como para outros países pequenos da Europa como a Dinamarca, Holanda, etc. é fundamental que as suas empresas se expandam para fora e nesse aspeto Portugal perdeu tudo nos últimos anos para citar apenas a CIMPOR, a PT, a EDP, CTT e outras que se tornaram em subsidiárias de outros “Global Players”, passando a fazer parte dos A de interesses de fora. É impressionante para cada português saber que o contador de eletricidade e o do gás das suas casas pertencem a um grupo constituído pela empresa estatal chinesa “Three Gorges” e pelo gigante americano “Blackrock”. Até a estrada da morte EN 236-1 está concessionada a interesses franceses que descuraram a obediência à lei que obriga a manter bermas de 10 metros de largura livres de matéria vegetal suscetível de arder.

Uma parte importante do porto de Lisboa pertence a interesses turcos e o porto de Sines é controlado por Singapura. E não foram apenas monopólios naturais, mas também a banca deixou de ser nacional com exceção do que ainda é do Estado como a CGD e pouco mais. A tróica tornou Portugal numa espécie de colónia de todos e se não fosse o turismo, o país estaria perdido. Curiosamente há quem esteja contra o alojamento local que permite um turismo mais acessível porque graças aos voos “low cost”.

O turismo abarca todas as classes sociais e permite receber milhões de visitantes e, como é sabido, só há verdadeira atividade económica quando a clientela é aos milhões. Trabalhar para 0,01 a 0,1% dos mais ricos não é rentável, a frequência é muito baixa, mesmo que o produto a nível de preço esteja classificado como A, mas o que interessa é a multiplicação do A pelo X, Z ou Y e o resultado é que define verdadeiramente o valor económico de qualquer atividade.

A CIMPOR estava a tornar-se numa verdadeira multinacional com fábricas em Espanha, Brasil, Egito e noutros países que compensavam a queda do mercado nacional de cimento. Foi vendida por um preço irrisório a Pátria perdeu um dos seus grandes ativos. A PT perdeu aquilo que seria a sua expansão para o Brasil e a EDP é capaz de perder os parques eólicos que possui nos EUA. A Galp que já não é inteiramente nacional, ainda tem alguns acionistas de relevo portugueses, pelo que mantem algumas participações e em explorações no exterior.

Enfim, para onde caminha Portugal?

Para já, encontra-se num plano de extrema secundarização por faltas diversas, incluindo capitais, mas nada nos diz que seja uma situação permanente. As nações costumam saber levantar-se de situações catastróficas e Portugal dá alguns sinais e tem neste momento uma saudável governação financeira. A situação não é muito prometedora, mas está longe de ser crítica.

A Alemanha de Schaeuble deixou um pequeno interregno com Draghi a comprar dívida externa de vários países e coloca-la nos bancos centrais dos emitentes. Não sabemos o que vai acontecer no futuro. Draghi prometeu continuar o seu “alívio quantitativo” até ao fim do ano e em menor escala, mas pretende manter a taxa diretora de 0% até 2020, mas só na próxima reunião é que serão decididos os modos como o AQ continuará e o que pode suceder a partir do início de 2018. De qualquer modo, mesmo que Portugal não saia muito beneficiado, a realidade é continuará a haver uma descompressão financeira.

Draghi conseguiu alguma coisa porque Schaeuble deixou de influenciar diretamente o presidente do BCE e no conselho de governadores dos bancos centrais, a Alemanha não lidera uma maioria e não consegue impor as ideias de Schaeuble que estão a atravessar uma grave crise.

A União Europeia está suspensa numa paralisação total por causa das eleições alemãs. O governo alemão é incapaz de encontrar uma saída para o problema humano que criou e não tem algum projeto. Está em curso um verdadeiro levantamento popular em Berlim contra o exagerado liberalismo alemão que permitiu a entrada de mais de um milhão de pessoas oriundas dos mais diversos países e o fluxo continua sem parar. Por sua vez, os países do Sul pedem uma proteção aduaneira para reduzirem a sua taxa de desemprego e contrariar a valorização excessiva do Euro que torna as exportações europeias para o exterior demasiado caras. Por outro lado, a austeridade imposta pela Alemanha não favorece os mercados de uma União Europeia ainda com cerca de 500 milhões de habitantes e um Pib médio bastante razoável, pelo que é um mercado interno semelhante ao americano e muito superior ao da China e, talvez, a quase todo o resto do Mundo.

Por isso, a União Europeia tem de mudar e adaptar-se a um Mundo novo que globalmente permite ser um pouco mais justo, mas a nível dos países europeus pode assistir-se a um colapso das economias nacionais.

Todos os analistas apontam para um crescimento económico da Europa e do Mundo em 2018, mas será percentualmente minúsculo e não deverá alterar uma situação que, no fundo, é de crise relativa, significando que não haverá ainda o regresso aos máximos de antes da crise, mas tudo estará um pouco melhor, menos a invasão da Europa por populações carenciadas que de tudo necessitam e nada encontram nos seus países. Começou a globalização humana que acompanha também a globalização cultural e do próprio pensamento moderno, cada vez mais relativista e menos crente com exceção de algumas populações muçulmanas que estão a pagar um preço demasiado alto pela tentativa de um regresso político à Idade Média ou um pouco mais avançada.

 

 

 



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Sexta-feira, 20 de Outubro de 2017
Dieter Dellinger escreve: A China no 19º Congresso do Partido em 2017

 

 

 

 

Os dono de quase tudo, incluindo o contador de eletricidade que tenho em casa e os cabos elétricos que provocaram por desleixo o incêndio de Pedrógão e outros, estão reunidos em Congresso em Beijing.

 

São 2.300 delegados "eleitos" pelos 90 milhões de militantes do Partido Comunista da China, os quais vão "eleger" um Comité Central de 205 membros, dos quais sai o centro do verdadeiro poder da China, o Buro Político constituído por 25 membros, entre os quais o Presidente Xi Jinping que é também secretário-geral do Partido e presidente da Comissão de Defesa.

 

A China atravessa o seu melhor período de sempre. Tem décadas de crescimento económico e é o maior exportador do Mundo e está em vias de ser a maior economia do Mundo, mesmo que per capita ainda esteja longe dos EUA e países da UE, mas são cerca de 1.400 milhões de cabeças.

 

O País está agora está virado para obras internas e a construir milhares de km de linhas de TGV, Barragens, cidades ultra modernas, mesmo no interior, hospitais, prisões novas para todos os discordantes, etc.

 

O Governa controla toda a Internet, pois todas as empresas relacionadas com as redes informáticas têm uma espécie de tutor ou censor na Administração que zela para que nada de desagradável ao poder seja dito.

 

Por isso, o presidente e os políticos regionais falam pouco, já que não há noticiários do contra.

 

A China não está envolvida em qualquer conflito interno ou externo como acontece com os EUA e a própria União Europeia em vias de desagregação. A diplomacia chinesa não se imiscui nos outros países e apresenta-se ao Terceiro Mundo como o melhor modelo de governo. Liberdade empresarial controlada, liberdade de circulação, emigração em quantidade para haver chineses a zelarem pelas exportações do País em todo o Mundo, incluindo na loja chinesa da praceta em que habito.

 

O tesouro chinês ultrapassa os 2.500 milhões de dólares que permite aos bancos que são todos do Estado emprestarem a muito amigos do partido para se tornarem milionários ou empresários de empresas exportadoras e donos de armazéns e lojas de importação em todo o Mundo.

 

A compra de ativos por toda a parte faz parte da política chinesa como também a modernização das suas gigantescas forças armadas que depois de sofrerem uma redução de quase um milhão de homens ainda estão nos 1,7 milhões com míssies bombas nucleares, aviões modernos, porta-aviões, etc.

 

A China é paciente e não se apressa a integrar a ilha Taiwan no seu território, enquanto se intitular República da China. Os empresários capitalistas da ilha têm tido as portas abertas para investir na China e, como tal, pode dizer-se que Taiwan está integrado no aspeto económico e comercial.

 

O presidente Xi Jinping vai ser eleito para um segundo mandato de 5 anos que será oficialmente o último, já que a Constituição só quer presidentes pelo máximo de 10 anos, o que acontece igualmente para o cargo máximo no partido.

 

Contudo, Xi Jinping vai apresentar uma moção controversa que será votada a 100% para que o cargo de líder máximo do partido não esteja limitado pelo tempo e seja "eterno" até á morte do chefe. Como é o partido que nomeia toda a gente, incluindo o presidente, Xi Jinping terá o poder para sempre naquilo que muitos ocidentais chamam "A FIRMA" por causa dos imensos interesses económicos que a família de Xi tem na China e espalhados no Mundo.

 

O fundo Fosun é em grande parte da mulher de Xi, a general cantora Peng Liyuan, cujos CDs são vendidos aos milhões por toda a China e tocados em todas as rádios e oferecidos como prenda de casamento aos nubentes pelas Conservatórias de Registo Civil.

 

Tudo está perfeitamente organizado na China. Os membros do partido que criticaram o poder estão presos. A miss Canadá de origem chinesa não foi autorizada a entrar na China para participar no concurso de miss Mundo porque pronunciou em público algumas críticas ao modelo de partido único chinês e contra a prisão de um célebre artista plástico. A rapariga alia a beleza a uma elevada cultura e defesa intransigente das democracias.

 

Para que tudo esteja ainda mais perfeito, as siderurgias e outras fábricas poluentes que estão perto de Beijing fecharam, pelo que os habitantes podem contemplar o raro céu azul da China que está quase sempre enegrecido pelos fumos das fábricas que fabricam quase metade dos bens de consumo não alimentares do Mundo.



publicado por DD às 14:24
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Segunda-feira, 16 de Outubro de 2017
Dieter Dellinger: Origem dos Fogos

 

 

Foto: Queimada de restolho de pasto provocado por gasolina.

 

Um amigo meu que é engenheiro agrónomo possui um terreno com cerca de 3 hectares, dos quais metade são cultivados com plantas hortícolas e na outra metade tem pinheiros e eucaliptos e no chão mato seco.

Equipado com uma mangueira forte ele fez experiências para ver como se incendeia uma área qualquer.

Primeiro experimentou com beatas de cigarros e isto no máximo do calor, experimentando de dia e de noite. Não conseguiu provocar qualquer incêndio com o resto de um cigarro nem com vários. Também tentou pegar fogo com fósforos e não deu, as poucas ervas secas apagavam-se rapidamente. Com isqueiro também não conseguiu nada. A erva seca não é papel, não arde com uma pequena chama e menos ainda a madeira de ramos de árvores caídos ou pinhas de pinheiros, sementes de eucaliptos, etc.

Com uma garrafa de plástico cheia de gasolina despejou metade do conteúdo pegou-lhe fogo e lançou o resto da garrafa para cima. Aí sim, as chamas subiram logo para cima e começaram um incêndio que se não tivesse sido apagado de imediato com água da mangueira dava uma desastre.

Os incêndios não são provocados por si próprio e nunca aconteceu isso no terreno do meu amigo e também não pela negligência de um cigarro ou de propósito com pequenas chamas de fósforos ou isqueiros.

Verdadeiramente são garrafões ou bidons de gasolina é que provocam os grandes incêndios, pois com gasóleo também é difícil arder dado que é preciso muito e arde, mas lentamente.

Os grandes incêndios foram provocados por muitos litros de gasolina incendiados de propósito e correspondem, sem dúvida, ao diabo previsto por Passos Coelho. Ele bem nos avisou que vinha aí o diabo e sabia do que estava a falar.

Foto: As plantas silvestres ainda esverdeadas da foto não ardem facilmente com um fósforo ou isqueiro. Só com bidões de gasolina e, parece, que é isso que acontece.

 

Na TVI24 vi um palerma a dizer que a ministra se deve demitir porque disse que as comunidades e populações devem fazer os esforços para que não aconteçam os incêndios.

Atrás do palerma vê-se um fogo alto e antes do mesmo muitas plantas VERDES.

As bestas das TVI24 e o estúpido que está a falar não vê que aquilo não arde por causa desta ou de outra ministra. Aquilo arde porque nas plantas silvestres verdes lançaram bidões de gasolina para arder.

A culpa é dos incendiários e qualquer quantidade de gasolina provoca uma fogo, mesmo na cidade de Lisboa,

O povo de Pedrógão Grande sabe quem incendiou aquilo tudo e, por isso, não votou contra a ministra e os colegas de governo, mas contra o PSD e CDS, dando 55,78% dos votos ao PARTIDO SOCIALISTA, uma das suas maiores maiorias absolutas.



publicado por DD às 19:47
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Domingo, 15 de Outubro de 2017
Aneuploidia Mutante

 

 

Os genomas humanos constituídos pelo complexo composto químico ADN é suscetível de erros, pelo que não é obra de alguma divindade e um em cada 8 a 10 mil nascituros nasce com mutações deletérias que não vingam nem são positivas, mas algumas, muito poucas, podem ser boas e em 3,2 mil milhões de anos de evolução da vida produziram o eco sistrema biológico do planeta.

Curiosamente, a vida vegetal aguenta muito mais mutações e produz uma maior diversidade biológica que a vida animal-.

Foto de Sindroma de aneuploidia devido a alterações cromossomáticas. Trissomia 13.

 



publicado por DD às 21:30
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Terça-feira, 26 de Setembro de 2017
Macron quer uma Nova Europa

 

Apesar do enfraquecimento de Berlim, Emmanuel Macron resolveu assumir a "direção do futuro da Europa" e propôs no seu discurso de hoje as seguintes reformas da União:

1) Um Orçamento global para os 19 países da União, salientando que o atual de 160 mil milhões não dá para nada. (Na verdade é menos do que o dobro do OE português com 10 milhões de habitantes quando a União tem 500 milhões).

2) Um Ministro das Finanças para a Zona Euro com amplos poderes para equilibrar a União e resolver as crises do sul europeu.

3) Um Orçamento de Defesa europeu para tornar a União a potência militar a que correspondem os seus habitantes e os seus 25% do PIB Mundial.

4) Uma ampla defesa civil europeia que possa intervir em todas as calamidades como o combate aos incêndios do sul e inundações ou sismos noutros locais.

5) Uma Procuradoria ou Ministério Público Europeu para combater o terrorismo e a criminalidade transfronteiriça.

7) Um Imposto de Transações Financeiras aplicável em todas as bolsas da União e nas grandes transações financeiras entre bancos, fundos, estados, etc. a reverter a favor do Orçamento Europeu.

8) Uma Organização Comum Europeia para tratar do problema dos refugiados.

Enfim! Acabar com políticas apenas nacionais de egoísmo e nacionalismo xenófobo e fazer da Europa uma quase Federação com poderes mundiais e verdadeira solidariedade em vez da continuação da mesquinhez que eu diria do tipo Schaeuble.

A Alemanha com a sua viragem à direita nazificante e antieuropeia não pode esquecer que está dentro do maior mercado do Mundo, muitas vezes mais que a China ou toda a Ásia junta.-

 



publicado por DD às 23:13
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Segunda-feira, 25 de Setembro de 2017
O AfD é um partido da contradição

 

 

O partido NAZI alemão AfD (Alternativa para a Alemanha) contém numa das suas ainda três líderes Alice Weidel a mesma contradição de Adolf Hitler.

O partido entrou no parlamento alemão com 13% de um eleitorado ultra nacionalista, racista, xenófobo. homófobo que pretende expulsar turcos e muçulmanos em geral da Alemanha, revogar as leis que permitem o casamento gay e a adoção de crianças por casas homossexuais, etc.

O nazismo de Hitler quis destruir o judaísmo, apesar de ser hoje bem conhecido que Hitler tinha uma ascendência judaica. O seu pai biológico era judeu. O pai Hitler era adotivo.

Alice Weidel, uma das três líderes do AfD, representa pessoalmente a contradição absoluta com as ideias do AfD e com outro líder quer expulsar a fundadora do partido, Frauke Petry, que não é lésbica, apesar de andar com cabelo muito curto que lhe fica bem e é casada e tem, pelo menos, uma criança nascida há pouco tempo.

Começa por não ter residência na Alemanha, mas sim na pequena cidade de Biel na Suíça entre Bern e a fronteira alemã. Trata-se de uma cidade pobre para a Suíça e industrial com várias fábricas de relógios sem aeroporto e só acessível por automóvel em estradas secundárias e comboio.

Nessa cidade vivem famílias muçulmanas, sendo que muitas mulheres dessa origem trabalham na indústria relojoeira.

Depois é lésbica e vive maritalmente com uma mulher do Bangla Desh, Sarah, adotada por um pastor evangélico suíço e cresceu em Biel. A companheira trabalha para uma empresa cinematográfico e já participou em algumas curtas- metragens tendo ambas adotado duas crianças daquele país. Uma das referidas curtas-metragens dizia respeito à necessidade da Suíça proibir pessoas de pele escura.

Numa manifestação do AfD a mulher/marido de Alice Weidel podia passar um mau bocado devido à sua pele escura, mas na Suíça, em Biel, ninguém liga à cor da pele. Sem aquela mão-de-obra barata, seria difícil fabricar relógios na Suíça. Contudo, Alice disse num discurso que todos os refugiados sírios e outros na Alemanha são "pregos no caixão do sistema social alemão".

Para além disso, é uma mulher elegante, licenciada em economia que trabalha como consultora independente com poucos clientes pois só se conhece um, a empresa Rocket Internet. Antes disso, trabalhou para uma empresa que possui um matadouro e vende carne para a Suíça, Alemanha e outros países. O filho do dono foi colega de Alice na Universidade. Mesmo assim, a "fuererin" só se aguentou seis meses na empresa.

Alice não é fundadora do AfD, mas conseguiu correr com a verdadeira criadora do partido, Frauke Petry, posta em causa no âmbito da escolha de lugares para parlamentos regionais alemães, em que os nazis do AfD já entraram.

Enfim, a principal qualidade de Alice Weidel é falar muito alto, quase aos berros, contra a Merkel que quer que os magistrados alemães a condenem a uma pesada pena de prisão por permitir a entrada dita ilegal de refugiados na Alemanha. Para além disso, Alice quer que a Alemanha saia do euro e da União Europeia. Mas, claro, 13% ainda não chegam para isso.

Todos os candidatos a ditadores ameaçam com a prisão dos seus opositores e também na Alemanha há juízes dispostos a concretizarem essa vontade.

Neste preciso momento, muitos jovens manifestam-se junto à sede em berlin do AfD contra o nazismo e a favor da democracia. A polícia está a intervir para evitar o assalto ao partido e a sua destruição enquanto não for demasiado tarde para isso.

Uma mulher armada em Hitler é bem sinal dos tempos, mas no fundo nada se alterou ainda e defende as proezas militares dos alemães na I. e II. Guerra Mundial, sem cuidar das grandes matanças de populações de judeus, russos, ucranianos, jugoslavos, etc.

Alice Weidel recusa a existência do Holocausto dos Judeus na sua plena dimensão.

 



publicado por DD às 22:05
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Terça-feira, 19 de Setembro de 2017
Dieter Dellinger: O jornal online "Luta Popular" diz Resistência Não é Terrorismo

Resistência Não É Terrorismo!

Desde o fim da II Guerra Mundial, não passou ainda um único dia em que os países imperialistas, vencidos ou vencedores da guerra, sozinhos ou coligados entre si, não tenham promovido novas guerras imperialistas de rapina contra a classe operária e contra os povos explorados e oprimidos do mundo.

Todas as guerras desde então desencadeadas pelo imperialismo e pelo colonialismo na Ásia, em África, no Médio Oriente, na América Latina e mesmo na Europa, desde as guerras da Coreia, da Indochina, do Vietname, do Laos e do Cambodja, até às guerras mais recentes do imperialismo americano, francês e inglês em África, no Oriente Médio e nos Balcãs, todas foram e continuam a ser guerras pelo domínio e pela partilha do mundo em esferas de influência, com vista a apoderar-se das riquezas e matérias-primas dos países invadidos, colocando-os ao serviço exclusivo dos diversos países imperialistas beligerantes.

Todas essas guerras imperialistas foram e são guerras injustas, porque se opõem ao progresso, à independência, ao desenvolvimento económico e ao bem estar dos povos agredidos e visam reforçar a exploração e opressão desses povos pelos imperialismos agressores.

As guerras que os povos explorados e oprimidos movem contra os imperialistas são guerras justas e, mais cedo ou mais tarde, acabarão por triunfar.

Desde que há classes, a história da humanidade é a história da luta de classes e da guerra de classes, até que se estabelecerá a sociedade comunista sem classes.

Todas as guerras contra o imperialismo são guerras justas, guerras de resistência e acabarão por triunfar.

Acontece que os imperialistas promovem, através do seu vasto aparelho ideológico que vai desde as igrejas às universidades e aos órgãos de comunicação social, campanhas ideológicas contínuas, destinadas a fazer passar por justas as guerras dos imperialistas e a fazer passar por injustas as guerras da classe operária e dos povos oprimidos do mundo.

Assim, todos os actos de guerra do imperialismo, desde o emprego de bombas atómicas aos bombardeamentos aéreos das populações indefesas, ou são escondidos dos olhos dos povos do mundo ou considerados justos e até santificados pelas igrejas, enquanto que os actos de resistência dos povos agredidos e oprimidos são apresentados como actos terroristas, e os actos terroristas dos imperialistas contra os povos indefesos são considerados como justos actos de guerra.

Devemos deixar aqui muito bem esclarecido e estabelecido: os actos de resistência dos povos explorados, oprimidos e agredidos não são actos terroristas; são actos legítimos de guerra, sejam praticados na frente de combate, se houver frente de combate, sejam praticados no interior do país imperialista agressor, como sucedeu nos ataques levados a cabo em Nova Iorque e em Washington, em Paris, em Londres, em Madrid ou em qualquer outro lugar onde o imperialismo possa ser atacado pelos povos agredidos, como ocorreu anteontem em Nice.

A resistência dos povos agredidos não é terrorismo! Terrorismo é a guerra cobarde do imperialismo para explorar, oprimir e rapinar os povos do mundo.

A classe operária dos países imperialistas deve opor-se, no interior dos seus próprios países, às guerras movidas pelo imperialismo contra os povos do mundo. A classe operária dos países imperialistas tem o estrito dever de resistir, por todos os meios ao seu alcance, às agressões dos povos do mundo pelo seu imperialismo ou pelo seu capitalismo.

A estratégia do proletariado revolucionário é a de transformar as guerras imperialistas ou colonialistas em guerras civis revolucionárias.

Na época da guerra colonial, os chefes da tropa colonialista portuguesa também consideravam os actos de guerra dos povos das colónias como actos terroristas, e assim os entenderam até serem derrotados na sua prosápia. Mas com essa teoria reaccionária levaram atrás da sua derrota milhares de caixões de soldados portugueses inocentes.

Actos de guerra como os levados a cabo pelos jiadistas franceses em Paris, Bruxelas e Nice, podem ocorrer brevemente em Portugal praticados por jiadistas dos países onde temos tropas portuguesas a atacar povos estrangeiros, designadamente no Afeganistão, no Iraque, no Chade, no Mali, na Somália e na República Centro Africana.

A classe operária portuguesa deve exigir o regresso imediato dessas tropas portuguesas mercenárias aos seus quartéis em Portugal, para evitar qualquer acto de resistência dos povos oprimidos praticados no nosso território.

A classe operária seria uma classe de traidores se não combatesse o imperialismo dominador no seu país e, ainda por cima, achasse que os actos de resistência dos povos oprimidos seriam actos terroristas, como propalam os autoproclamados maoistas de França e da Bélgica.

Portugal deve sair da Nato e as nossas tropas mercenárias devem regressar imediatamente aos seus quartéis em Portugal!

17.07.2016

Arnaldo Matos

 



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Dieter Dellinger copiou: Atentado a Paris foi ato legítimo de guerra, diz fundador do MRPP

 

 

 

O ataque "não foi cometido por islamitas, mas sim por jiadistas, isto é, combatentes dos povos explorados e oprimidos pelo imperialismo"

O fundador do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP), Arnaldo Matos, defendeu num editorial publicado este sábado no portal Luta Popular que os atentados de Paris, realizados por apoiantes do Estado Islâmico, foram um ato legítimo de guerra em resposta ao imperialismo francês.

O antigo dirigente do PCTP/MRPP acusou ainda de hipocrisia o Partido Comunista Marxista Leninista Francês, que condenara, em comunicado, os atentados terrorista.

No editorial, Arnaldo Matos descreve os ataques a Paris como "um ato legítimo de guerra", por oposição a um massacre, que "não foi cometido por islamitas, mas sim por jiadistas [sic], isto é, combatentes dos povos explorados e oprimidos pelo imperialismo, nomeadamente francês".

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Para o antigo dirigente do PCTP/MRPP, o ataque a Paris foi uma reação ao imperialismo francês, e concretizou "uma pesada e demolidora derrota ao maior exército" da Europa, sublinhando que "o cobarde e terrorista imperialismo francês", aliado ao dos restantes países europeus, foi responsável por massacres em países como o Mali, Chade, Líbia e Iraque.

Arnaldo Matos sublinha que o ataque ocorreu em Paris e não em Lima, Quito ou Havana, capitais de regimes comunistas. Aproveita para criticar o Partido Comunista Marxista Leninista Francês, por ter abandonado "a revolução proletária, o comunismo e a classe operária" ao condenar os atentados de Paris como um massacre cometido pela lógica do terror.

O Partido Comunista Marxista Leninista Francês, um partido menor em França que é separado do mais conhecido Partido Comunista Francês, descrevera num editorial de 14 de novembro no seu portal http://lesmaterialistes.com/ que o fanatismo dos terroristas se devia à "base feudal ainda existente na maior parte dos países do mundo".

"Pois é: os marxistas-leninistas-maoistas de França abandonaram a revolução proletária, o comunismo e a classe operária, e trocaram tudo isso por uma revolução democrática, que a vossa burguesia já fez - e bem feita! - em França, em 1789!...", escreve Arnaldo Matos.

Arnaldo Matos, nascido em 1939, foi um dos fundadores do PCTP/MRPP, então apenas MRPP. Deixou o partido em 1982, mas permanece ligado a ele. O PCTP/MRPP obteve mais de 50 mil votos nas eleições legislativas de 2015, com uma lista liderada por António Garcia Pereira.

 



publicado por DD às 14:35
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