Jornal Socialista, Democrático e Independente dirigido por Dieter Dellinger, Diogo Sotto Maior e outros colaboradores.
Sábado, 17 de Dezembro de 2005
Água Ácida em Marte, mas Vida Não
Marsrover626a.jpg

Robot Marsrover Spirit na Superfície de Marte

As descobertas feitas recentemente pelos cientistas com base nos dados fornecidos pelas viaturas robots Spirit e Opportunity não suscitaram caixas altas nos meios de comunicação mundial.

Ainda não foi encontrado em Marte e provavelmente nem venha a ser descoberto aquilo que mais a Humanidade deseja conhecer; vida extra-terrestre.

Havia a ideia de que Marte poderia ter estado coberta por mares no passado geológico e onde houve água em abundância teria havido vida e, se esta tivesse desaparecido da superfície marciana, poderia ter deixado sinais da sua existência como fósseis, marcas em rochas, etc. e para descobrir esses sinais nada como pesquisar as zonas com uma aparência de erosão marinha como foi a Cratera de Gusev que do satélite orbital dava a impressão de ter sido um grande lago.

Esse local foi escolhido para receber os dois robots “Spirit” e “Opportunity” que, a partir de Janeiro de 2004, iniciaram um longo programa de pesquisa e filmagem do ambiente. Os dados foram sendo trabalhados pelos cientistas norte-americanos e apresentados pelo grupo de trabalho da Nasa, há semanas atrás, na Reunião da União Geofísica Norte-Americana em São Francisco.

A cratera de Gusev é muito complicada no aspecto geológico e representa uma janela aberta para os primeiros 500 a 1.000 milhões de anos do nosso vizinho e companheiro. Os sinais recolhidos permitem a afirmação que Marte viveu tempos terríveis, tendo recebido os impactos de um grande número de meteoritos, alguns mesmo de dimensões apreciáveis. Gigantescos impactos devem ter provocado algo semelhante a explosões com o atirar de partes da crosta marciana para grandes altitudes e subsequente queda e divisão em pequenas rochas. Do lago ou mar antigo e desaparecido não foi descoberta qualquer evidência. Deverá contudo ter havido água, mas abaixo da superfície marciana e só os impactos poderão tê-la trazido para a superfície depois de aquecida e transformada em vapor para cair e voltar lentamente às profundezas marcianas.

De acordo com Steve Squyres da “Cornell University” e investigador do projecto “Rover” em Marte, os dois robots descobriram na cratera o mineral de ferro hematite que na Terra surge em consequência de alterações produzidas por água oxigenada ou por influência vulcânica.

Essa água marciana dissolveu muitos minerais abaixo da superfície e fê-los vir acima e, além disso, deixou zonas lisas nas quais se evaporou e deixou muitos sais.

Esses sais todos sulfurosos formaram uma crosta que se decompôs depois de secar totalmente, dando origem a dunas em resultado da erosão eólica que foram observadas. A água vulcânica terá formado correntes nos pequenos vales entre as dunas, deixando sinais evidentes da erosão líquida.

Marte, nos seus primeiros mil ou dois mil milhões de anos de existência foi um Mundo muito agreste, mas teoricamente possível para alguma forma de vida.

“Apesar de os robots terem apenas pesquisado alguns quilómetros da superfície marciana, parece possível afirmar que Marte foi dominada mais pelo vulcanismo do que pela água”, acentuou o cientista norte-americano e a água deveria ter sido muito ácida, praticamente acido sulfúrico, pois encontraram minerais como a Jarosite que na Terra se forma sob a influência de ácidos vulcânicos. Além disso, na Terra existem bactérias que se especializaram nos meios ácido ou fontes sulfurosas no fundo do mar, mas parece que são mais uma consequência de um processo evolutivo do que criativo naquele meio.

Tudo indica pois que em Marte não se verificaram as condições que deram origem à vida, as quais não são bem conhecidas na Terra, quer dizer, as reacções químicas que originaram a vida terrestre não se deram em ambientes tão ácidos como os prevalentes em Marte nos tempos em que o planeta não estava totalmente seco.

Claro, resta ainda estudar as zonas polares marcianas em que existe água ou ácido gelado quase à superfície de Marte, mas os cientistas não acalentam grandes esperanças quanto á descobertas de sinais de vida no passado.

Enfim, parece que no Sistema Solar não há sinais de vida. Talvez o satélite “Europa” que parece conter água depois de uma vasta calote polar tenha algum tido de vida animal ou vegetal, mas as sondas já lançadas não produziram ainda quaisquer sinais.

Tudo indica que estamos sós e teremos de procurar vida muito longe; em planetas extra-terrestres cujo acesso é, para já, quase impossível a sondas espaciais, excepto no caso de esperarmos pelos resultados daqui a muitas gerações humanas.

Contudo, não há razões para desesperar. As descobertas feitas pelas ciências espaciais têm sido imensas, tanto a nível de planetas extra-terrestres, já visualizados por telescópios colocados no deserto chileno de Atacama, como a mais recente, a de um gigantesco buraco negro no centro de nossa galáxia que atrai estrelas antigas como terá dado origem a estrelas novas pela acção da sua poderosa força de gravidade a grande distância. Mas, o assunto fica para um próximo artigo.


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publicado por DD às 22:07
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Marte Ácida
marsroverwater.jpg

Sinais de que aqui esteve um líquido, eventualmente uma água vulcânica muito ácida quase ácido sulfúrico


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publicado por DD às 21:53
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Cratera Gusev em Marte
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Cratera "Gusev" vista pelas câmaras do Robot "Spirit"


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publicado por DD às 21:46
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Marsrover Spirit
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Veículo Robot "Marsrover Spirit" a trabalhar na superfície de Marte


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publicado por DD às 21:41
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Domingo, 4 de Dezembro de 2005
Portugal de Sucesso
ciencia.jpg



Winston Churchill escreveu um dia: “success is the ability to go from failure to failure without loosing your enthusiasm”.



Isto é, sem dúvida, uma frase que se aplica a Portugal que possui uma das mais elevadas dinâmicas de empreendedorismo e a mais alta taxa de empresários na população activa. A taxa anual de renovação empresarial está este ano a ultrapassar os 1,8% do número total de empresas quando, por exemplo, nos EUA e Espanha é de 1,6%, no Reino Unido 1,4%, na Alemanha 1,1%, na França 1,0% e na Holanda 0,8%. Em nenhum país da OCDE se verifica uma taxa igual à portuguesa.



É certo que se trata da criação de empresas, principalmente pequenas, mais por necessidade que por oportunidade, mas a possibilidade de falhar não esmorece o entusiasmo dos empreendedores e, entre 1995 e 2000, duplicou em Portugal o número de empresas com actividades de investigação e desenvolvimento (I&D) porque foi também o grande período do aparecimento das incubadoras de ideias e desenvolvimento tecnológico, dos “interfaces” associativos entre universidades e empresas para o desenvolvimento e o SIFIDE (Sistema de Incentivos Fiscais à I&D nas Empresas), introduzido em 1997 (com Guterres), aperfeiçoado em 2001 e lamentavelmente cancelado em 2003 pelo governo PSD/CDS.



O SIFIDE apoiou actividades de I&D em mais de duas mil empresas, salientando-se tanto os fabricos tradicionais como a subida de nível tecnológico de empresas que passaram para o sector têxtil técnico, nomeadamente o fabrico do material dos coletes anti-balas pela TMG. Graças ao SIFIDE, entre 1998 e 2000 aumentou nas empresas em 17% o emprego de licenciados e em 57% o de mestres e doutorados.



O novo sistema que volta a introduzir o essencial do SIFIDE foi aprovado pela AR em Maio deste anos e já foi apreciado na especialidade, faltando a votação final, pois esperava a aprovação do OE para integrar as verbas necessárias. Este novo sistema estimula principalmente o emprego científico no sector privado, em empresas inovadoras, assegurando condições de apoio excepcionais à contratação de recursos humanos qualificados e à mobilidade do sector público para o privado e é particularmente estimulante a nível internacional para potenciar o investimento estrangeiro em Portugal com actividades de desenvolvimento tecnológico no sector privado.



Mas, a política de desenvolvimento tecnológico do Governo Sócrates, não se limita aos incentivos fiscais, mas também ao desenvolvimento dos “interfaces”, “incubadoras estatais de ideias em parceria com privados”, salientando aqui o “interface” JUNITEC, Júnior Empresas, do Instituto Superior Técnico (IST) destinado ao lançamento de grupos de empresas com base tecnológica por parte de jovens engenheiros saídos do Técnico e com a colaboração de estudantes da mesma escola.



De entre as muitas “instituições de interface” que fazem a ligação entre investigadores universitários criados sob os auspícios do actual ministro Mariano Gago nos tempos de Guterres, devo salientar como um dos mais bem sucedidos e a funcionar em pleno hoje, o “Instituto Pedro Nunes – Associação para a Inovação e Desenvolvimento em Ciência e Tecnologia”, IPN, criada pela dupla iniciativa da Universidade de Coimbra e Estado Central. O objectivo do IPN é criar redes de parceria entre a UC e as empresas para estimular a transferência de conhecimentos, encontrar soluções técnicas e científicas para certos problemas e desenvolver novos produtos. O IPN dispõe de um conjunto de laboratórios próprios em áreas diversificadas e faz a ligação a todos os investigadores universitários.



Refiro aqui alguns casos concretos que permitiram a certas empresas melhorar a qualidade dos seus produtos e conquistar novos mercados.



Projecto PARIS que envolveu o Laboratório de Ensaios, Desgaste e Materiais do IPN e a empresa PROCERAM no desenvolvimento de equipamentos para a análise de defeitos de pisos cerâmicos. Para o efeito foi criada uma aparelhagem nova com sensores e electrónica desenvolvida pelos referidos laboratórios que permitiu automatizar a análise de peças defeituosas de piso cerâmico nas respectivas linhas de fabrico, algo que não existia em parte alguma do mundo. O método de análise é de ultrasons e está a ser patenteado a nível mundial.



O IPN participou no programa europeu CRAFT para incorporar tecnologias inovadoras no sector dos moldes. No seu subprograma AL-MOULD foram desenvolvidas soluções de revestimento por recurso à técnica de pulverização catódica (PVD) para protecção superficial dos moldes de injecção de polímeros em materiais alternativos como alumínio e compósitos de matriz polimérica. O projecto envolveu duas novas empresas portuguesas, a DTECH e TEandM, perspectivando-se com este projecto a aquisição de grande número de moldes por parte da Airbus, da empresa inglesa Teer Coatings e da alemã Durit Hartmetall.



No âmbito dos novos projectos de competências regionais, saliente-se o projecto IPORCENTRO (Programa Regional de Acções Inovadoras, PRAI – Centro) para o desenvolvimento de tecnologias de injecção de pós cerâmicos e metálicos nas suas diferentes vertentes, desde a preparação das matérias-primas até aos métodos de extracção dos ligantes e sinterização das pelas, passando pela concepção e protecção dos moldes de injecção. Trata-se aqui de fazer evoluir a indústria cerâmica para um patamar muito superior de tecnologia em que se possam fabricar novos materiais metalo-cerâmicos e materiais especiais para a microfabricação de peças e ir até ao fabrico de materiais supercondutores a temperaturas "levadas" como forma de conseguir motores eléctricos a funcionar sem consumo de energia.



Através da sua “Incubadora de Empresas”, actualmente em fase de grande expansão, o IPN estimula o empreendedorismo e promove a criação de empresas “spin-off” através do apoio a ideias inovadoras vindas dos seus próprios laboratórios, de instituições de ensino superior, predominantemente a Universidade de Coimbra, do sector privado e de projectos de I&DT em consórcio com o sector privado.



O IPN trabalhou com 60 empresas e está actualmente em fase de incubação técnica e financeira com 18 empresas, cujo volume de negócios ultrapassa já os cinco milhões de euros. Saliente-se que o IPN proporciona contactos privilegiados com entidades financiadoras, até porque confere aos projectos em curso a indispensável idoneidade. Também trabalha em matérias como a gestão, o marketing, planos de negócios, etc.



Informação dada pela professora doutora Teresa Mendes, presidente do IPN.



Enfim, há muitos mais projectos em curso, tanto desta incubadora como das muitas outros que estão a funcionar mais agora.



Este é verdadeiramente o caminho para Portugal sair da crise. Os empresários por si próprio não têm meios para a I&DT, pelo que tem de ser o Estado a apoiá-los e a ter os seus investigadores e refira-se que nada disto é possível com universidades privadas, sejam católicas ou laicas, pois são organismos destinados unicamente a sacar dinheiro aos alunos.



Mas, Portugal tem bons investigadores, bons engenheiros e, ao contrário do que se afirma, é MENTIRA que estejam todos a FUGIR para o Estrangeiro.



Os poucos que o fazem estão igualmente no bom caminho, pois qualquer país necessita de vasos comunicantes entre o que se faz fora e dentro. Recordemos que a bomba atómica chinesa foi feita por físicos chineses que trabalharam nos EUA, o que não é um bom exemplo, mas foi assim.



Agora vem a notícia na “France Inter” que a Airbus vai instalar uma linha de montagens de aviões A 218, 219 e 220 na China para montar e construir em parte 2.700 aparelhos, parte dos quais será exportado.



Enfim, mais uma prova de que o capital europeu está disposto a prescindir dos trabalhadores europeus e a fornecer à maior nação do Mundo, a mais avançada tecnologia.




publicado por DD às 18:54
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Sábado, 3 de Dezembro de 2005
Portugal País Poluidor
A notícia propalada pela comunicação social de que Portugal é o país mais poluidor de Europa deixou toda a gente estupefacta.



Além disso, foi repetido até à exaustão que Portugal tem o mais elevado grau de ineficiência em termos de uso de energia e produção de CO2 poluidor da atmosfera.



Claro, mais uma vez a comunicação lança-se ao combate à Pátria de todos os portugueses e numa atitude esquizofrénica repetem com satisfação masoquista que Portugal é o pior. E ninguém pensou um minuto sequer nas condições portuguesas nem leu o relatório relativo ao cumprimento das metas estipuladas pelo Protocolo de Quioto. E ninguém comparou os consumos energéticos portugueses por pessoa com os do Norte da Europa.



Assim, acabei de vir de um café onde estive com uns amigos. A atmosfera do café era suficientemente quente sem qualquer aquecimento, pois bastava a máquina de café e os fornos em que aí se aquecem croissants e outras iguarias do género para proporcionar o calor suficiente.



Neste preciso momento, acredito que aa Suécia, Noruega, Finlândia, Repúblicas Bálticas, Alemanha, Holanda, Bélgica, etc. o aquecimento no interior de um café, restaurante, habitação, local de trabalho etc. tem de ser o suficiente para colmatar um diferencial de temperatura de, pelo menos, 30º C. Um cidadão sueco tem o prédio aquecido 24 horas por dia e quando vai trabalhar a casa continua a ser aquecida ao mesmo tempo que o local de trabalho também é aquecido.



Portugal, para além de não aquecer muito, também no verão é dos países que possui menor quantidade de aparelhos de ar condicionado. Além disso, Portugal não possui uma grande indústria, nomeadamente siderurgias, petroquímicas, gigantescas fábricas de automóveis com enormes fundições para o fabrico de milhões de blocos de motores, etc.

O parque automóvel português é importante, mas é visível por toda a parte a sua reduzida cilindragem e até o uso relativamente baixo dos automóveis.



A economia portuguesa tem estado estagnada e esteve em depressão há pouco tempo, pelo que não havendo crescimento significativo do pib não há maior consumo de combustíveis e, como tal, maior produção de CO2. O nível actual da construção desceu muito dado que o parque habitacional do nosso País é já de 5,5 milhões de habitações, o que dá quase o dobro do número de famílias. Como tal, a produção de cimento e outros materiais de construção não têm aumentado e com a baixa taxa de natalidade não é de prever que a construção venha alguma vez a atingir as quase 200 mil unidades habitacionais por ano verificadas nos tempos do Governo de Guterres. Os jovens de hoje vão ser os herdeiros das habitações dos avós; não digo dos pais, já que o aumento da esperança de vida tem sido tal que os filhos vão ao enterro do último dos seus progenitores em idades superiores aos cinquenta anos.



A realidade é que o documento que veio agora a público não reflecte a actual situação de Portugal, mas o período entre 1900 e 1999, o que obviamente é insusceptível de ser extrapolado para o futuro, dado terem passados seis anos que deverão elucidar sobre a verdade de Portugal e a emissão de gases poluentes.



Para além disso, o relatório foi elaborado em 2002 diz respeito a percentagens. Aí, Portugal estará para a Suécia como um trabalhador que ganhava 400 euros e foi aumentado em 25% para 500 euros, continuando na miséria, enquanto o sueco ganhava 10.000 euros e viu os seus rendimentos reduzidos para 9.000 euros, continuando com um rendimento milionários. Um subiu 25% e o outro desceu 10%.



Portugal foi autorizado a aumentar em 27% até 2012 a emissão de CO2. Em 2002, já tinha atingido 42% de aumento relativamente a 1900, mas em 2003, as emissões desceram em 5% para 37%, graças em grande parte ao aparecimento dos primeiros geradores eólicos e a entrada em funcionamento de centrais térmicas que ciclo completo que podem utilizar gás natural, carvão ou petróleo e têm utilizado o gás natura, pois em Sines foi construído o maior depósito artificial de gás natural do Mundo para permitir a sua aquisição em quantidade nos momentos em que a respectiva cotação esteja em baixa.



Por outro lado, estão em curso gigantescos projectos de energia eólica que poderão cobrir 17% das necessidades energéticas do País, que fará descer a emissão de CO2 para 20% mais do que em 1990, o que não deverá acontecer de todo, já que se admite que até 2012, o consumo energético venha a subir para os tais permitidos 27% ou um pouco acima, dado admitir-se que o Pib venha a subir. Saliente-se que se iniciou em Moura a construção da maior central geradora de electricidade fotovoltaica do Mundo e a investigação e desenvolvimento nacionais estão a trabalhar intensivamente em melhorar a capacidade para a utilização dessa energia.



Também estão em projecto centrais eléctricos com geradores diesel a funcionarem com biomassa, nomeadamente óleos de colza e girassol.

Enfim, diariamente, as televisões e quase todos os meios de comunicação social empenham-se em proceder a uma lavagem ao cérebro dos portugueses no sentido de sentirem repulsa pela sua Pátria.



O anti-patriotismo dos donos das televisões e directores editoriais é de bradar aos céus, principalmente porque apoiado na MENTIRA e na DETURPAÇÃO dos dados de modo a dar sempre a impressão que vivemos no PIOR DOS PAÍSES. E fazem-no com o despudor de acreditarem que somos todos estúpidos e que não sabemos sequer que os países frios e altamente industrializados são grandes poluidores.



Enfim, não vale mesmo a pena comprar e ler jornais e ver televisão. Não aprendemos nada e somos mesmo desinformados e tornamo-nos menos inteligentes se acreditarmos minimamente aquilo que qualquer PALERMA na televisão diz.


Dsotto



publicado por DD às 23:20
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