Jornal Socialista, Democrático e Independente dirigido por Dieter Dellinger, Diogo Sotto Maior e outros colaboradores.
Segunda-feira, 27 de Maio de 2013
Reforma do Estado - Um Exemplo

 

 Escola Naval

 



O governo quer apenas fazer cortes cegos nas pensões e salários e dispensar funcionários sem fazer uma verdadeira reforma do Estado que implica um programa de simplificação burocrática do tipo Simplex e outro de redução de serviços como o Parce, ambos do ex-PM Sócrates.
Nas forças armadas, o Estado pode economizar bastante se fizer uma ampla reforma das academias militares e regressar aos velhos tempos em que as Forças Armadas recrutavam os seus oficiais entre os estudantes que tinham completado dois anos de propedêutico das Faculdades de Ciências. Hoje, com as licenciaturas de três anos, tanto a Marinha como o Exército e a Força Aérea podem recrutar os seus candidatos a oficiais entre os licenciados em cursos com matemática, física e química. Para a Marinha, o melhor seria uma licenciatura em Oceanografia e Meteorologia que há aí numa Universidade. O curso militar seria de dois anos equivalentes a um mestrado. Assim, as Forças Armadas não precisariam de ter professores de física, matemática, etc., bastando apenas ter cadeiras de aplicação militar a dar em dois anos seguidos de estágios em unidades militares e as universidades públicas e privadas têm muitas vagas para os poucos candidatos recrutados todos os anos.
Observando o Estado à lupa, há muita coisa a fazer e em dois anos foi feito muito pouco.

 

 



publicado por DD às 22:38
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Dieter Dellinger: BCE Devolve Juros à Grécia

  

Hoje, Sousa Tavares disse aquilo que eu já sabia, mas não me tinha lembrado de referir aqui.

 

O BCE europeu está a devolver aos gregos os juros que ganha com a dívida grega.

 

Como é sabido, o BCE não pode comprar títulos do tesouro diretamente aos Estados, mas só aos mercados, principalmente bancos intermediários. Estes compraram dívida a juros extremamente altos, sempre acima dos 5 a 6% e mesmo mais de 10% com liquidez cedida pelo BCE a 1%. Assim, Draghi achou que seria justo devolver aos gregos os enormes lucros menos o 1% da emissão de moeda, já que o BCE é o banco dos Estados membros da Zona Euros, cujos bancos centrais recebem os lucros obtidos pelo BCE. Não seria justo que, por exemplo, a Alemanha com uma quota de 20% recebesse essa percentagem tirada à miséria dos gregos e estes só tivessem direito à percentagem da sua quota que é pouco mais de 2%.

 

O ministro Gaspar deveria conseguir isso do BCE, pois também nada justifica que os lucros obtidos pelo BCE resultantes das parcas reformas e salários dos portugueses sejam encaixados pelos países ricos e grandes como a Alemanha, França, Itália e Espanha, cuja participação no capital do BCE é superior a 75%, tanto mais que a quota portuguesa no BCE é da ordem dos 1,9%.

 

Pode a nossa miséria servir para enriquecer os alemães e outros? Parece que para o futuro do Gaspar pode mesmo.

 

 

 

 

 

 

 



publicado por DD às 22:03
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Terça-feira, 21 de Maio de 2013
Carta aberta ao dr. Silva Lopes escrita pela presidente da APRE

 

 O problema do Estado Social e das pensões está bem explicito nesta Carta Aberta da Drª Maria do Rosário Gama e saliente em particular estas frases:

No que se refere à Centro Nacional de Pensões privados); num total de 2.092 milhões de Pensionistas da Segurança Social, 1.881 milhões (87,2%) têm pensões inferiores a 500 Euros, havendo 12,9% com pensões inferiores a 294 Euros/Mês e só 11.400 (0,5%) têm pensões entre 2500 e 5000 euros.

Dos 453 mil Aposentados da Função Pública, só 0,6% (15.740) recebiam pensões acima de 3000 € (juízes, magistrados, professores catedráticos) mas 12,6% recebiam pensões inferiores a 294 €/mês e 8,5% tinham pensões entre 294 € e 500 €. Podia acrescentar outros dados mas estes são suficientes para se perceber.

Portugal tem o nível de reformas e pensões mais baixo de toda a Europa e ainda querem que sofram mais reduções. Só 0,5% dos privados e 0,6% dos públicos é que auferem algo que se possa cortar um pouco, mas resultará daí alguma receita que se veja? Obviamente que não. As pensões não são o problema.

Em dois anos o governo não fez uma verdadeira reforma do Estado. Apenas aumentou dramaticamente a burocracia fiscal e pretende examinar mais de 3.600 milhões de faturas que serão emitidas este ano, extrapolando a partir do primeiro trim,estre do ano.

 

 

 

 

 

 

Carta aberta ao dr. Silva Lopes

 

Exm.º Sr. Dr. Silva Lopes

 

Foi com perplexidade que li no jornal “Público” as declarações que o Senhor prestou à Rádio Renascença, pois sempre me mereceu respeito por muitas das posições que já assumiu ao longo da sua vida mas, desta vez, na minha opinião, ultrapassou o limite do razoável ao afirmar peremptoriamente que “não há outro remédio” senão o corte das pensões.

 

O cidadão comum, ao ler a notícia do Público, questiona-se sobre qual será o valor da(s) sua(s) pensão(ões) uma vez que está tão à vontade para sofrer os cortes que o Governo está disposto a implementar. Devia, antes de prestar essas declarações, fazer uma declaração de interesses e dizer a todos quanto recebe mensalmente.

 

Ao senhor, não fará diferença sofrer cortes de 10 ou de 20% mas a maioria dos aposentados e pensionistas NÃO AGUENTA mais cortes.

Saiba o Sr. Dr. que segundo dados do EXPRESSO de 8 de Dezembro de 2012, (ainda antes da aplicação da sobretaxa e da “malfadada” Contribuição Extraordinária de Solidariedade),Euros. No que se refere à Caixa Geral de Aposentações num total de 2.092 milhões de Pensionistas da Segurança Social, 1.881 milhões (87,2%) têm pensões inferiores a 500 Euros, havendo 12,9% com pensões inferiores a 294 Euros/Mês e só 11.400 (0,5%) têm pensões entre 2500 e 5000. Dos 453 mil Aposentados da CGA (Funcionários Públicos) só 0,6% (15.740) recebiam pensões acima de 3000 € (juízes, magistrados, professores catedráticos) mas 12,6% recebiam pensões inferiores a 294 €/mês e 8,5% tinham pensões entre 294 € e 500 €. Podia acrescentar outros dados mas estes são suficientes para se perceber quão injusta e desumana é a frase do Sr. Dr. “"Acho muito bem o corte nas pensões". O Senhor pode achar mas os Aposentados, Pensionistas e Reformados que tiveram uma carreira contributiva de longos anos, que descontaram segundo as leis vigentes, que viram o cálculo das suas pensões feito segundo as regras estabelecidas, não podem achar bem que lhes retirem aquilo a que têm direito.

 

Diz o Senhor que a “a geração grisalha não pode asfixiar a geração nova da maneira como tem feito até aqui", mas esquece-se de dizer que a geração mais nova é a geração dos nossos filhos e netos e esquece-se de dizer, ou não sabe, que a geração grisalha constitui, neste momento, o subsídio de desemprego daqueles que o senhor diz serem asfixiados. Gostaria de tê-lo ouvido dizer que o Governo e a Troika não podem asfixiar os Portugueses reformados ou no activo, que têm que adoptar uma política que leve ao crescimento económico e que combata o desemprego. Só assim a geração mais nova pode não viver asfixiada e não com o cortes nas pensões dos seus pais e avós.

 

“Sou a favor da contribuição de solidariedade social” diz o senhor - não sei qual a contribuição a que se refere, se a Contribuição Extraordinária de Solidariedade se a nova taxa, chamada Taxa de Sustentabilidade. Em qualquer dos casos é de lamentar que, num país que não declarou o estado de emergência e que, mesmo nessa situação, as leis devem ser gerais e abstractas, aceite que só um grupo social seja afectado. Nós já pagamos as contribuições e impostos como todo o cidadão deste país, não podemos aceitar ser discriminados da forma que o Senhor aceita.

“Sou a favor desta taxa que o Governo agora promete e que, se calhar, também vai ser declarada inconstitucional” continua - Ainda bem que temos uma Constituição que defende o Estado Social por muito que os senhores estejam contra ela. É já pouco do que resta do 25 de Abril; todos os democratas deviam regozijar-se pela protecção que a lei fundamental dá ao cidadão e que, por esse facto, devia ser objecto de respeito.

Finalmente acrescenta nas suas declarações “se nós temos a Constituição e a interpretação do Tribunal Constitucional a impedir estas coisas, isto rebenta tudo” Ai rebenta, rebenta, mas não do modo como o senhor pensa…Rebenta pelo lado do mais fraco…O desânimo já é muito e as pessoas não são estúpidas. Sabem que há outras opções que permitem ao Governo ir buscar o dinheiro em vez “roubar” aos aposentados, pensionistas e reformados e também aos funcionários públicos que, tal como nós, são vítimas de um governo vampiresco que sugará até à última gota de sangue se o deixarmos.

 

 

A Presidente da APRe! – Aposentados, Pensionistas e Reformados

Maria do Rosário Gama

 

 



publicado por DD às 21:45
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Segunda-feira, 20 de Maio de 2013
Eis a GRANDE MENTIRA do Governo.

 

 

 


Dizem todos os ESTÚPIDOS que há um grande buraco entre aquilo que o Estado paga de pensões aos seus ex-funcionários e o que recebe.
O Estado não faz o desconto patronal da TSU de 23,75% com fazem as empresas, pelo que poupa esta percentagem em TODOS os SALÁRIOS da Função Pública. Em contrapartida paga as pensões integralmente como faz o Centro Nacional de Pensões. 
Do valor do tal “buraco” qualquer pessoa SÉRIA e matematicamente correta deve deduzir essa poupança.
As despesas com salários de toda a função pública inscritas no OE 2013 são de 19,3 mil milhões, sendo a poupança de 23,75% igual a 4.583 milhões de Euros. O tal buraco é de 2,9 mil milhões de Euros, pelo que o Estado sai a ganhar em relação aos privados.

TSU dos Trabalhadores:
• Taxa Social Única sobre o trabalhador: 11%.
• Taxa Social Única sobre as empresas com base no trabalhador: 23,75%.

 

 

 



publicado por DD às 22:41
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Sexta-feira, 17 de Maio de 2013
Deixar Fechar a Siderurgia Nacional é um Crime contra Portugal

 

Deixar fechar a Siderurgia Nacional com o desemprego de 750 trabalhadores diretos será um verdadeiro crime contra Portugal.

É certo que o governo não tem o controle da produção e distribuição de energia elétrica, mas pode ameaçar com impostos especiais sobre os grandes consumos no caso da EDP e REN não descerem o preço, até porque são empresas com lucros fabulosos de milhares de milhões de euros.

A EDP diz que tem 11 milhões de contadores elétricos. O governo pode impor-lhe um imposto de 50 cêntimos mensais para financiar a eletricidade da SN. Sempre serão 5,5 milhões de euros por ano.

 

Todavia, acho que é do interesse das empresas de eletricidade fazerem um preço especial para um grande consumidor que produz aço com dois fornos elétricos desde que perdeu o alto-forno a carvão por não ter verba para o renovar dado ter alcançado o seu tempo máximo de vida útil.



publicado por DD às 23:15
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As Crianças não são Brinquedos dos Homossexuais

 

Pessoalmente considero a adoção de crianças, incluindo a co-adoção, uma estupidez e algo contra-natura que foi desejado por homos que veem nas crianças uma espécie de brinquedos e querem utilizá-las como maneira de impor à sociedade a sua maneira de ser no aspeto sexual, a qual, queiram ou não, não permite a procriação natural.

Só quem não sabe como foi em criança e como foram as crianças do seu tempo e de agora, não muito diferentes, conhece a extrema sensibilidade infantil ao que são os pais. Muitas crianças têm vergonha dos pais muito velhos ou muito feios e pobres, etc. porque os comparam com outros pais. Agora com um pai que faz de pai e outro que faz de mãe ou uma mãe pai e outra mãe mãe vão ser a chacota maldosa e típica de certas idades, mesmo que depois na idade adulta vejam as coisas de outra maneira. Claro, num casal de lésbicas, qualquer uma das duas pode dar à luz por via da fertilização artificial ou fazer como se faz muito com as vacas e injetam espermatozóides de algum macho de boa raça.

Podem considerar-me retrógrado, mas neste aspeto não estou com nenhum partido de esquerda, pois considero mais importante o interesse das crianças que dos adultos que pretendem ser pais.

Além disso, o valor da nova lei é muito limitado porque a adoção não depende só da lei, mas da maneira como tribunal de família vê o casal adotante e tenho conhecido casos em que a adoção não foi autorizada por os candidatos a pais não serem gente nova ou possuírem poucos meios ou não terem uma profissão que os juízes consideram como válidas. Conheci um casal de feirantes com uma grande carrinha, cuja profissão e idade não foram consideradas como aptas para a adoção, apesar de não serem desprovidos de meios financeiros nem de educação e honestidade.

Será pois muito provável que muitos magistrados não considerem casais homossexuais como adequados para adoptarem crianças sem problemas.

 



publicado por DD às 23:06
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Quinta-feira, 16 de Maio de 2013
Dieter Dellinger: A Zona Euro em Recessão

 

 

De acordo com as estatísticas vindas hoje de Bruxelas e Luxemburgo a economia da Zona Euro caiu 0,2% no primeiro trimestre relativamente ao período homólogo do ano passado. São 17 países com 302 milhões de cidadãos possuidores da maior indústria, ciência e cultura em recessão no quinto trimestre.

Países do Sul da Europa como a Grécia, Chipre, Espanha, Itália e Portugal atravessam o mais longo período de recessão da sua história. Os restantes países, nomeadamente a Alemanha, julgavam que este pedaço da Europa não tem importância.

O PIB da Itália esta a decrescer a uma média de 0,5% nos últimos sete trimestres e trata-se da terceira economia mais importante e muito próxima da segunda que é a França, também a entrar em recessão com uma queda de 0,2%. Só a economia alemã cresceu, mas apenas 0,1%.

A política de austeridade já deu cabo da União Europeia onde ninguém se entende e está a matar o Euro.

A austeridade impede o crescimento que, por sua vez, não permite o pagamento das dívidas em que todos os países do Euro e até do resto da “União Europeia” estão metidos.

Ninguém se atreve a falar daquilo que os alemães não querem ouvir, emissão de moeda com Eurobonds. Nem as oposições.

O PIB português caiu 3,9% e assim não se torna possível pagar juros e dívidas, mesmo com um défice estrutural zero e uma balança de transações correntes mais ou menos equilibrada. As exportações crescem muito pouco e quanto maior for a recessão europeia menos crescerão as vendas de Portugal ao exterior.

A Alemanha da Merkel impôs a ausência de emissão de moeda para fortalecer o Euro. Contudo, a moribunda moeda de 17 países europeus perde diariamente um a dois cêntimos em relação ao dólar que tem sido emitido em grande quantidade para evitar o aumento do desemprego que na EU está já nos 25 milhões de homens e mulheres. Ao mesmo tempo, a inflação na Zona Euro anda pelos 0%. Estão assim criadas as condições para a emissão de moeda e sua injeção nos mercados ou para dar o Euro como cadáver mais ou menos adiado e com ele a própria União Europeia.

François Hollande, o presidente da França, quer um governo económico europeu, algo impossível de ser conseguido no curto espaço de tempo que as economias europeias necessitam para recuperarem do desastre imposto pela Merkel.

A solução não é uma economia dita de transferência em que os ricos apoiam os mais pobres com um governo económico e um orçamento comum a todos. O que deverá ser feito é muito simples: emitir alguma moeda para reduzir a taxa de juro especulativo que os mercados estão a impor. Ninguém tem de pagar algo, pois a emissão é de todos e só ela permitirá o crescimento que não aparece se não haver moeda e procura.

Mas, enfim, a Europa está adormecida por políticos que nada resolvem e não se entendem entre si.

Acabei de ouvir a Manuela Ferreira Leite dizer que não é possível consolidar as contas públicas em recessão. A Portugal acontece como se exigissem ao entrevistador que deve ir a correr de Lisboa ao Porto quando não tem pernas para isso.



publicado por DD às 22:56
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Quarta-feira, 1 de Maio de 2013
O que quer Passos: agravar a situação.

 

 

O Passos falou hoje nos TSD e disse que a austeridade é necessária para pagar as dívidas e que mais de 78% das despesas do Estado vão para salários, transferências sociais e juros da dívida pública, falando na necessidade do ajustamento económico.

Ora, o anunciado corte de seis mil milhões de euros em áreas da saúde, proteção social, etc. em termos de austeridade e o chamado ajustamento têm dado resultados opostos. Os défices aumentam, a dívida sobe e o Estado necessita de mais dinheiro porque os cortes reduzem as receitas do Estado, encolhem a atividade económica e empobrecem grande parte da população, nomeadamente os desempregados e levam os outros a não consumirem por receio do futuro.

Um povo com classes médias empobrecidas não vai pagar quaisquer dívidas.

A situação não tem solução enquanto existir entre o banco emissor do euro (BCE) que pertence aos contribuintes e o Estado (contribuintes) uma máfia de especuladores e ladrões, os denominados mercados, que artificialmente ganham milhares de milhões na intermediação entre dinheiro dos contribuintes e dinheiros dos contribuintes.

Esses ladrões são bancos, fundos e outros que tais que adquirem dívida pública a juro elevado com dinheiro do BCE a juro de 0,5 a 0,7% para depois venderem ao mesmo BCE ao juro alto ou reterem ou venderem para ganharem dinheiro.

O volume de dinheiro envolvido no diferencial (lucro) da intermediação é superior ao das dívidas dos Estados endividados.

O dinheiro vem dos cortes impostos pelas políticas de austeridade e estão a afetar quase todos os países europeus e o que parecem ainda estar bem como a Alemanha, a Finlândia e a Áustria estão a caminho de se não encontrarem procura na Europa para os seus produtos.

Ontem, o “Der Spiegel” online tinha escrito que a VW continua a vender, mas as suas margens de lucro são cada vez menores, principalmente quando se trata de vender nos países do Sul da Europa, os quais são os compradores de cerca de 40% das exportações da VW e até de todas as vendas alemãs ao exterior.

Para além disso, a VW instalou em Portugal o VW Bank para financiar os concessionários e os compradores individuais de carros.

O juro é baixo e traduz também aqui a “redução tendencial das margens de lucro” como foi descrita por Karl Marx e que todos os economistas de direita diziam ser uma falsa afirmação, mas aqueles que estão à testa de empresas não têm alternativa senão ver essas margens caírem.

 

 

 

 



publicado por DD às 18:49
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