Jornal Socialista, Democrático e Independente dirigido por Dieter Dellinger, Diogo Sotto Maior e outros colaboradores.
Domingo, 28 de Setembro de 2014
O Capitalismo no Século XXI

 

 

 

 

 

Os meios de comunicação social e os partidos políticos estão presos à ideia de saber se há cerca de 20 anos atrás o então jovem deputado Passos Coelho recebeu ou não um salário da Tecnoforma ou do Centro Português para a Cooperação.

 

Isso não me deixa muito apreensivo, até porque a justiça não pode intervir. Mas o que me interessa é saber porque razão o comunista Guo Guangchang, deputado ao Congresso Nacional do Povo da China, comprou a empresa de seguros Tranquilidade à CGD, onde tenho os meus seguros, incluindo o seguro de saúde por mil milhões de euros. E como é que um ainda jovem comunista chinês de 47 anos de idade controla o grupo Fusan que vale, segundo o Expresso, 4,2 mil milhões de euros e lucrou 253 milhões no ano passado, o que dá 6% do capital investido.

 

Tal como Passos, Guo foi dirigente da juventude do seu partido e, nessa qualidade, estudou filosofia na Universidade Fudan, tendo aos 23 anos de idade criado a primeira empresa do grupo Fusan que explorava um pequeno grupo de operários no fabrico de kits de diagnóstico da hepatite com um investimento de 4,9 mil euros, provavelmente copiados de algum modelo suíço ou alemão.

 

Hoje, Guo controla um vasto império na China e no estrangeiro que inclui o gigantesco arranha-céus de Nova Iorque, o edifício Chase Manhattan Plaza adquirido por 565,3 milhões de euros.

 

O comunista está altamente interessado na aquisição do Grupo Espírito Santo Saúde e meteu já dinheiro na REN.

Na sua ingenuidade, os jornalistas do Expresso descrevem-no como proprietário do grupo, quando na verdade controla 58% do mesmo, o resto está disseminado em bolsas capitalistas diversas. O redator Tavares passa por cima de uma frase dita pelo comunista de que está interessado em melhorar o nível de vida das classes médias na China.

 

Ninguém pensou no significado de tal afirmação. O comunista não deve ser dono de nada, mas controla fundos de investimento que vende aos chineses mais bem pagos e que não têm um estado social que lhe garanta uma reforma condigna. Assim, no mais execrável capitalismo compram títulos de mais de uma centena de fundos controlados pelo comunista Guo, o qual faz emissões de papel, reservando para si uma percentagem ao valor nominal e vende depois aos balcões dos bancos chineses e nas bolsas pelo dobro ou mais desse valor. Com esse dinheiro investe em tudo o que esteja a venda, principalmente a patacos como acontece com as empresas públicas do Estado Português ou da CGD lideradas em última análise pelo acionista Estado que depende a 100% do Primeiro-Ministro Passos Coelho disposto fanaticamente a vender a Pátria a quem quer que aparece, seja comunista ou não, mas hoje só circula mesmo dinheiro comunistas porque só estes sabem tirar gigantescas mais valias às classes operárias, coisa que o verdadeiro capitalismo consegue menos e o socialismo democrático nem quer tentar.

 

O capitalismo hoje, não é de património como escreveu Thomas Piketty em “Le Capital au XXI Siècle”, mas sim de papel e não sabemos se o lucro de 6% obtido pelo grupo Fusan resulta de verdadeiros proveitos depois de pagos os impostos nos diversos países ou de dinheiro que entrou para a compra de mais papel. Toda a gente sabe que os chineses têm a paixão pelo jogo e agora o da bolsa é para as classes médias de uns 200 ou mais milhões de pessoas algo extremamente interessante que os faz sonhar em fortunas fabulosas.

 

Já se viu em Portugal que não há grandes capitalistas patrimoniais. O Amorim vendeu agora a sua participação no BIC porque deve muito do que investiu na Galp; os Mellos devem mais de 5,5 mil milhões de euros, dos quais mil milhões à CGD que lhe recusou mais dinheiro para adquirirem a ES Saúde, as família Espírito Santo está completamente falida e as dívidas do grupo Sonae e Jerónimo Martins são igualmente gigantescas, estando muitas das suas ações embrulhadas nuns papéis a que chamam fundos de investimento. A Setenave foi adquirida por um euro por dois engenheiros que gerem as dívidas à CGD e Fundos Diversos, tal como a Semapa do PQP. O Santander anda atrás de todos os clientes insistentemente para comprarem papel, ou sacos de papel de embrulho sem fundo. Os gestores de contas chamam áquilo Fundos, mas eu não acredito porque nos impressos que me mandaram não vi lá nenhum fundo palpável.



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Domingo, 21 de Setembro de 2014
Doença Letal das Elites ????

 

 

 

O artigo publicado no Expresso por um tal António Augusto Silva, dito professor do IST, com o título "Doença letal das elites" traduz uma mudança de visão da crise portuguesa.

 

Na verdade, há uns três anos atrás, tudo era culpa de um único “malandro”, José Sócrates, “culpado” do caso Freeport que os magistrados perseguiram durante 6 ou 7 anos sem encontrarem a mais pequena prova de crime ou ilegalidade, mas sem nunca reconheceram que não se tratava apenas de incompetência jurídica, mas simples inocência do ex-PM socialista.

 

Agora, após mais de três anos de governo dos outros dois partidos que também tinham experiência governamental passou a ser tudo culpa dos políticos, tanto dos governantes como dos oposicionistas, ministros, deputados ou autarcas.

 

Tudo mudou depois da derrocada do BPN dos amigos de Cavaco, do Banco Privado do Rendeiro e dos mais ricos da sociedade, do BCP de Jardim Gonçalves, tido como génio das finanças, e, por último do BES e GES liderados pelo homem mais “credível” como o Ricardo banqueiro com os óculos de ler na ponta do nariz. No meio disto tudo vimos muitos empresários ir à falência, a seleção nacional de futebol falhar e um vasto processo de desindustrialização e redução da agricultura e pescas que dura há décadas.

 

Assim, o tal Silva chegou à conclusão que as elites portuguesas não prestam e que “Portugal mergulhou num ciclo de declínio, disfuncionalidade, estagnação, mais desemprego, erosão do capital humano, pobreza crescente e falta de esperança” nas suas palavras.

Há verdade nisto em Portugal como o há em muitos países do Planeta, ou seja, em mais de 250 nações representadas na ONU e não em quantos países? Meia dúzia talvez sejam de mais.

 

A Alemanha parecia ser a vencedora da corrida atual, mas as coisas já começam a tremer, o crescimento acabou, a competitividade dos seus produtos não é a mesma porque os mercados começam a sucumbir a uma austeridade imposta em grande parte pelos alemães a mostrar que as suas elites também não estão à altura das circunstâncias. E começa-se a ver que não estão hoje como não estiveram há 100 anos nem há 75 anos, Os grandes militares alemães, os seus políticos e os prósperos industriais, incluindo professores, cientistas, etc. cometeram erros nunca vistos em país algum e hoje mergulham numa aberração austeritária que poderá levar toda a Europa para uma terceira catástrofe em pouco mais de 100 anos, se bem que agora mais financeira e económico que militar, apesar de que este último aspeto não é descartável num futuro próximo. A Alemanha recuperou graças em parte ao apoio ocidental que necessitava de um país forte a servir de rolha ao Mundo Comunista Soviético na sua passagem para a Europa. Também o Japão tinha essa função geográfica de impedir a URSS de sair livremente para o Pacífico e daí a ajuda norte-americana.

As elites portuguesas são portadoras das mesmas ideias das suas congéneres europeias e não são piores nem melhores que outras. Se compararmos com os criminosos oligarcas russos e chineses, com os exploradores dos povos da índia, Bangla Desh, etc. e com os milionários americanos e brasileiros para não falar em espanhóis, italianos mafiosos, franceses, etc. não há razão para o pessimismo português.

 

Portugal foi grande quando as duas matérias primas da civilização eram a pedra e a madeira, ambas existentes em abundância no País. Com elas, Portugal descobriu o Mundo e construiu um notável conjunto de fortalezas que permitiu manter durante séculos a independência contra um vizinho muito maior e mais poderoso e um império que aguentou em simultâneo o embate de espanhóis, franceses, holandeses e pirataria moura.

Quando a civilização passou a centrar-se em torno do carvão e do ferro, Portugal começou a recuar. Não possuía essas matérias primas, cujos custos de importação eram exorbitantes nos últimos veleiros e daí o seu atraso industrial, apesar de que no Século XIX havia elites científicas e técnicas capazes e o ensino superior, médio e técnico industrial ter começado a dar alguns frutos. Portugal nesse Século conquistou uma parte importante do continente africano, deixando para trás ou ombreando com as grandes potências europeias, principalmente a Alemanha, a França e a Itália que ficaram com uns restos mais ou menos desérticos. Apenas o Reino Unido ultrapassou Portugal.

 

Enfim, o senhor Silva não tem razão e os portugueses não podem deixar de acreditar no futuro. Fomos vítimas de uma Europa tirânica liderada pela aberração germânica e por um capitalismo que se apoderou dos Estados, mesmo sem o querer verdadeiramente, mas por imposição da Alemanha que quis um BCE e uma moeda privatizada para servir os interesses dos banqueiros privados e que, afinal, nem para isso serviu. Basta ler na revista “Der Spiegel” os escândalos que envolvem os maiores bancos alemães como o “Deutsche Bank” e o “Commerzbank”, além de outros bancos ingleses e americanos.

 

Dar dinheiro a banqueiros não resolveu qualquer problema como geralmente acontece quando se dá  tudo o que uma criança quer e nem quis. Banqueiros e grandes capitalistas são crianças mimadas que não sabem o que é a vida, pelo que a lei do esforço nem sempre é com essa gente. É não é uma questão de nacionalidade portuguesa, é geral. De resto os portugueses são uma miscelânea europeia tal como os espanhóis, franceses, etc.

O Sr. António Silva não tem o direito estúpido de inventar uma "raça" inferior chamada portuguesa.



publicado por DD às 22:12
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Quarta-feira, 17 de Setembro de 2014
Estado Islâmico - Os Novos "Asassiyun"

 

 Cabeças Cortados por Militantes do Estado Islâmico Fotografadas pelos próprios com "Orgulho" e exibidas na Net para mostrar a sua paixão pelo Terror.

 

 

Há muita semelhança entre o “Estado Islâmico” do Califa Ibrahim e os discípulos de Hassan-i Sabbah denominados “Asasiyun”, cuja prática de assassinar pessoas criou o étimo assassino nas línguas latinas.

 

A origem etimológica do vocábulo “Asasiyun” é fiéis a “Asas” com o significado de “Fundação da fé” derivado de “Assass” que queria dizer “os fundamentos da fé islâmica”.

 

Curiosamente, eram habitantes da região do próximo oriente nas cidades da Síria, Irão, Mesopotâmia e Egito e tinham a sua sede na fortaleza de Alamut perto da atual Teerão . Aí utilizavam um uniforme branco com um cordão vermelho em torno da cintura, mas nas cidades em que não dominavam disfarçavam-se de mendigos, levando uma vida sem suspeitas até receberem ordens para atacar. Então aproximavam-se da sua vítima em número de três. Dois atacavam com punhais ou espadas que traziam escondidos nas mangas e se não conseguiam assassinar rapidamente a vítima, o terceiro elemento completava a tarefa com mais umas punhaladas. Atuavam nos mercados, nas ruas estreitas, nos palácios e nas mesquitas, lugar preferido para matarem por as pessoas estarem mais relaxadas a rezarem sem se preocuparem com a sua defesa pessoal.

Até o Sultão Saladino tentaram matar.

 

A sua fortaleza de Alamut manteve-se na sua Ordem desde 1097 até 1200, enquanto o seu nome erra corrompido para “Hassin” e chegaram a conquistar vários castelos na Síria e no Iraque.

 

Os Assassinos resultaram de uma disputa sucessória no Califado Fatímida, uma dinastia xiita que governou o Norte de África, incluindo o Egito. O fundador da seita dos Assassinos, Hassan ibn Sabbah” recusou-se a reconhecer o novo califa al-Musta’li, apoiando o irmão mais velho, Nizar.

Depois de expulsos da região com a destruição da fortaleza de Alamut, os “Hassin” ofereceram os seus serviços aos turcos, infiltrando-se na Constantinopla bizantina, onde colhiam informações e assassinavam muitos comandantes cristãos, dando uma importante ajuda ao desaparecimento do Império Bizantino.

 

Os iranianos sentem-se ameaçados pelos novos “Hassin” que surgiram precisamente para combater o xiismo e impor o Califa Sunita Nizan no Império Fatamida.



publicado por DD às 23:46
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Sábado, 6 de Setembro de 2014
Processo Face Oculta

 

O maior assassino conhecido em Portugal, o Vitor Jorge que matou na Praia do Osso da Baleia sete pessoas em Março de 1987, incluindo a mulher e a filha, foi condenado pelo juiz Gregório Simões a 20 anos de cadeia e saiu ao fim de 14 anos.

 

Haverá alguma comparação entre assassinar a mulher, a filha, a namorada desta e mais 4 amigos e um pequeno caso de eventual corrupção com oferta de uns robalos e até uns dinheiros que não foram provados, pois os robalos foram vistos por testemunhos, os 25 ou 50 mil euros dados ao Penedos e ao Varas ninguém viu. O assassinato de sete pessoas deu dois anos por cada uma, sem esquecer a barbaridade de matar a própria filha e a mulher, o que já não é tão invulgar em Portugal devido à forma mole e atenuada com que são condenados os criminosos domésticos.

 

Um homem que não matou ninguém leva 17 anos porque os juízes querem vingar-se de duas coisas; do PS que lhes tirou os três meses de férias, deixando-os apenas com um mês como toda a gente e do fato de terem estado a escutar o Sócrates durante mais de um ano e o Noronha do Nascimento, presidente do STJ, ter mandado destruir as escutas porque o processo era de sucatas e Sócrates não falou desse assunto tão baixo com o seu amigo Varas.

 

Sócrates perguntou ao então administrador bancário Varas quem eram os donos da TVI e quem financiava a estação para o atacar tão vilmente. Pergunta que o Supremo Tribunal de Justiça achou normal e isenta de qualquer criminalidade, quando os juízes na sua fúria neurótico queriam fazer da pergunta um "atentado ao estado de direito".

 

De resto, o termo “face oculta” pretendia dar a entender criminosamente por parte dos procuradores que a tal “face oculta” era a de Sócrates. Por vezes a Justiça em Portugal perde a cabeça e torna-se mesmo criminosa.

 

A Justiça só pode agir por atos e não por perguntas. De resto, as informações comerciais sobre qualquer empresa relatam isso. Saliente-se que o assassino libertado pela justiça portuguesa, Vitor Jorge, conhecido na prisão pelo "mata sete", vive atualmente em Nice e já ameaçou de morte uma sobrinha que vive em Paris e que, segundo um jornal, mudou de casa por isso. As autoridades portuguesas não comunicaram à Polícia Francesa a presença de pessoa tão perigosa porque acharam bem que fosse assassinar mais pessoas em França. O homem anda tresloucado e já tentou suicidar-se várias vezes e pode muito bem voltar ao seu desejo íntimo de matar pessoas em série.



publicado por DD às 19:32
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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2014
A Nova Rússia de Putin

 

 

 

 

 

A zona traçada é a cobiçada por Putin para instalar a sua Nova Rússia como sucedeu no Século XVII com os territórios conquistados à Turquia que incluíam a Crimeia e parte da área em disputa atual que o Czar da époco deu esse nome.

 

O que quer Putin?

Simplesmente um território que une as duas Repúblicas Separatistas de Donetzsk e KLuhansk com uma vasta área da Ucrânia que permita estab0elecer um corredor terrestre com a Crimeia e outra com a Moldávia que Putin quer anexar.

A Ucrânia ficava sem acesso ao Mar e praticamente reduzida a metade do seu território, cuja maior parte nem é originalmente ucraniana, mas sim polaca. Após a guerra, Estaline retirou quase 180 mil km2 à Polónia e deu uma área semelhante tirada da Alemanha. Os polacos foram transferidos para as antigas províncias alemãs da Alta Silésia e os ucranianos ocuparam o ex-território polaco. Para evitar confusões, não ficaram polacos nos territórios cedidos >à Ucrânia nem os alemães nos que foram para a Polónia.

Há pois um perigo imenso de guerra se alguma nação começa a alterar as fronteiras, porque Hungria, Eslováquia, Sérvia, etc. têm todas muitas fronteiras corrigidas artificialmente.

A Jugoslávia desmantelou-se toda quando a Sérvia rejeitou o legado federalista do Marechal Tito e a presidência rotativa para ser tudo sérvio. O início de um holocausto destinado a uma limpeza étnica levou à intervenção da Nato e à derrota da Sérvia que deixou de ter acesso ao mar.

Uma coisa é certa e Putin e outros têm de meter isso na cabeça. Os países europeus com os EUA e outros aliados não querem holocaustos, limpezas étnicas e alterações de fronteiras. E não querem na Europa como também não no resto do Mundo que foi devidamente descolonizado, havendo umas pequenas manchas territoriais indefinidas, mas que ninguém julga merecedoras de uma guerra mundial. Além disso, a Paz na Europa e no Mundo assenta num vasto conjunto de Tratados assinados por toda a gente que vão desde a Conferência de Ialta ao estabelecimento da ONU ao Tratado de Proibição de Experiências Nucleares à Superfícies, de Limitação do Armamento Nuclear Salt I, II e III, de Não Proliferação de Armas Nucleares, de Estabilidade e Cooperação na Europa.

Só a divisão da Alemanha em duas nações é que não resultou de nenhum tratado e nunca foi internacionalmente reconhecida por todos os países.

 

 



publicado por DD às 23:17
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