Jornal Socialista, Democrático e Independente dirigido por Dieter Dellinger, Diogo Sotto Maior e outros colaboradores.
Terça-feira, 19 de Setembro de 2017
Dieter Dellinger: O jornal online "Luta Popular" diz Resistência Não é Terrorismo

Resistência Não É Terrorismo!

Desde o fim da II Guerra Mundial, não passou ainda um único dia em que os países imperialistas, vencidos ou vencedores da guerra, sozinhos ou coligados entre si, não tenham promovido novas guerras imperialistas de rapina contra a classe operária e contra os povos explorados e oprimidos do mundo.

Todas as guerras desde então desencadeadas pelo imperialismo e pelo colonialismo na Ásia, em África, no Médio Oriente, na América Latina e mesmo na Europa, desde as guerras da Coreia, da Indochina, do Vietname, do Laos e do Cambodja, até às guerras mais recentes do imperialismo americano, francês e inglês em África, no Oriente Médio e nos Balcãs, todas foram e continuam a ser guerras pelo domínio e pela partilha do mundo em esferas de influência, com vista a apoderar-se das riquezas e matérias-primas dos países invadidos, colocando-os ao serviço exclusivo dos diversos países imperialistas beligerantes.

Todas essas guerras imperialistas foram e são guerras injustas, porque se opõem ao progresso, à independência, ao desenvolvimento económico e ao bem estar dos povos agredidos e visam reforçar a exploração e opressão desses povos pelos imperialismos agressores.

As guerras que os povos explorados e oprimidos movem contra os imperialistas são guerras justas e, mais cedo ou mais tarde, acabarão por triunfar.

Desde que há classes, a história da humanidade é a história da luta de classes e da guerra de classes, até que se estabelecerá a sociedade comunista sem classes.

Todas as guerras contra o imperialismo são guerras justas, guerras de resistência e acabarão por triunfar.

Acontece que os imperialistas promovem, através do seu vasto aparelho ideológico que vai desde as igrejas às universidades e aos órgãos de comunicação social, campanhas ideológicas contínuas, destinadas a fazer passar por justas as guerras dos imperialistas e a fazer passar por injustas as guerras da classe operária e dos povos oprimidos do mundo.

Assim, todos os actos de guerra do imperialismo, desde o emprego de bombas atómicas aos bombardeamentos aéreos das populações indefesas, ou são escondidos dos olhos dos povos do mundo ou considerados justos e até santificados pelas igrejas, enquanto que os actos de resistência dos povos agredidos e oprimidos são apresentados como actos terroristas, e os actos terroristas dos imperialistas contra os povos indefesos são considerados como justos actos de guerra.

Devemos deixar aqui muito bem esclarecido e estabelecido: os actos de resistência dos povos explorados, oprimidos e agredidos não são actos terroristas; são actos legítimos de guerra, sejam praticados na frente de combate, se houver frente de combate, sejam praticados no interior do país imperialista agressor, como sucedeu nos ataques levados a cabo em Nova Iorque e em Washington, em Paris, em Londres, em Madrid ou em qualquer outro lugar onde o imperialismo possa ser atacado pelos povos agredidos, como ocorreu anteontem em Nice.

A resistência dos povos agredidos não é terrorismo! Terrorismo é a guerra cobarde do imperialismo para explorar, oprimir e rapinar os povos do mundo.

A classe operária dos países imperialistas deve opor-se, no interior dos seus próprios países, às guerras movidas pelo imperialismo contra os povos do mundo. A classe operária dos países imperialistas tem o estrito dever de resistir, por todos os meios ao seu alcance, às agressões dos povos do mundo pelo seu imperialismo ou pelo seu capitalismo.

A estratégia do proletariado revolucionário é a de transformar as guerras imperialistas ou colonialistas em guerras civis revolucionárias.

Na época da guerra colonial, os chefes da tropa colonialista portuguesa também consideravam os actos de guerra dos povos das colónias como actos terroristas, e assim os entenderam até serem derrotados na sua prosápia. Mas com essa teoria reaccionária levaram atrás da sua derrota milhares de caixões de soldados portugueses inocentes.

Actos de guerra como os levados a cabo pelos jiadistas franceses em Paris, Bruxelas e Nice, podem ocorrer brevemente em Portugal praticados por jiadistas dos países onde temos tropas portuguesas a atacar povos estrangeiros, designadamente no Afeganistão, no Iraque, no Chade, no Mali, na Somália e na República Centro Africana.

A classe operária portuguesa deve exigir o regresso imediato dessas tropas portuguesas mercenárias aos seus quartéis em Portugal, para evitar qualquer acto de resistência dos povos oprimidos praticados no nosso território.

A classe operária seria uma classe de traidores se não combatesse o imperialismo dominador no seu país e, ainda por cima, achasse que os actos de resistência dos povos oprimidos seriam actos terroristas, como propalam os autoproclamados maoistas de França e da Bélgica.

Portugal deve sair da Nato e as nossas tropas mercenárias devem regressar imediatamente aos seus quartéis em Portugal!

17.07.2016

Arnaldo Matos

 



publicado por DD às 15:41
link do post | comentar | favorito
|

Dieter Dellinger copiou: Atentado a Paris foi ato legítimo de guerra, diz fundador do MRPP

 

 

 

O ataque "não foi cometido por islamitas, mas sim por jiadistas, isto é, combatentes dos povos explorados e oprimidos pelo imperialismo"

O fundador do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP), Arnaldo Matos, defendeu num editorial publicado este sábado no portal Luta Popular que os atentados de Paris, realizados por apoiantes do Estado Islâmico, foram um ato legítimo de guerra em resposta ao imperialismo francês.

O antigo dirigente do PCTP/MRPP acusou ainda de hipocrisia o Partido Comunista Marxista Leninista Francês, que condenara, em comunicado, os atentados terrorista.

No editorial, Arnaldo Matos descreve os ataques a Paris como "um ato legítimo de guerra", por oposição a um massacre, que "não foi cometido por islamitas, mas sim por jiadistas [sic], isto é, combatentes dos povos explorados e oprimidos pelo imperialismo, nomeadamente francês".

Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a qualidade Diário de Notícias.

Para o antigo dirigente do PCTP/MRPP, o ataque a Paris foi uma reação ao imperialismo francês, e concretizou "uma pesada e demolidora derrota ao maior exército" da Europa, sublinhando que "o cobarde e terrorista imperialismo francês", aliado ao dos restantes países europeus, foi responsável por massacres em países como o Mali, Chade, Líbia e Iraque.

Arnaldo Matos sublinha que o ataque ocorreu em Paris e não em Lima, Quito ou Havana, capitais de regimes comunistas. Aproveita para criticar o Partido Comunista Marxista Leninista Francês, por ter abandonado "a revolução proletária, o comunismo e a classe operária" ao condenar os atentados de Paris como um massacre cometido pela lógica do terror.

O Partido Comunista Marxista Leninista Francês, um partido menor em França que é separado do mais conhecido Partido Comunista Francês, descrevera num editorial de 14 de novembro no seu portal http://lesmaterialistes.com/ que o fanatismo dos terroristas se devia à "base feudal ainda existente na maior parte dos países do mundo".

"Pois é: os marxistas-leninistas-maoistas de França abandonaram a revolução proletária, o comunismo e a classe operária, e trocaram tudo isso por uma revolução democrática, que a vossa burguesia já fez - e bem feita! - em França, em 1789!...", escreve Arnaldo Matos.

Arnaldo Matos, nascido em 1939, foi um dos fundadores do PCTP/MRPP, então apenas MRPP. Deixou o partido em 1982, mas permanece ligado a ele. O PCTP/MRPP obteve mais de 50 mil votos nas eleições legislativas de 2015, com uma lista liderada por António Garcia Pereira.

 



publicado por DD às 14:35
link do post | comentar | favorito
|

Dieter Dellinger Copia Arnaldo de Matos, o Aliado Português do Terrorismo

Os Marxistas-Leninistas-Maoistas da França e da Bélgica

E os Ataques dos Jiadistas Franceses e Belgas a Paris

 

De Arnaldo Matos
Para o Camarada Lúcio

Quatro dias depois dos ataques dos jiadistas franceses a Paris, o Partido Comunista de França (marxista-leninista-maoista) e o Centro Marxista-Leninista-Maoista da Bélgica publicaram uma Declaração Conjunta sobre aqueles acontecimentos, declaração que não pode deixar de merecer dos comunistas portugueses o mais vivo e profundo repúdio.

Voltamos a este assunto por duas ordens de razões: primeira, porque a declaração conjunta de 17 de Novembro de 2015 dos marxistas-leninistas-maoistas franceses e belgas os coloca totalmente fora do movimento operário comunista internacional e faz deles um bando de lacaios do imperialismo, em particular do imperialismo americano e francês; e, depois, porque Paris é a segunda maior cidade portuguesa, digamos assim, considerando a vasta emigração de trabalhadores portugueses desde os anos sessenta do século passado e as três gerações de luso-descendentes com dupla nacionalidade, existentes actualmente em França. Os ataques dos jiadistas franceses a Paris na sexta-feira, 13 de Novembro de 2015, acabaram por matar três emigrantes portugueses, e colocaram alguns antigos comunistas marxistas-leninistas da emigração lusa do lado do imperialismo francês e da sua política terrorista em África e no Oriente Médio.

É o que acontece, segundo me dizem, com o camarada Lúcio, emigrante operário de Guimarães, um dos mais antigos militantes do Partido, que voltou agora, depois de uma viagem a França, para condenar o terrorismo islamista de 13 de Novembro em Paris. Se a informação é verdadeira, Lúcio abandonou o marxismo-leninismo e o internacionalismo proletário e assentou praça nas fileiras ideológicas reaccionárias do imperialismo francês, ao lado de François Hollande, de Manuel Valls, de Sarkozy, de Marine Le Pen… e de Alain Badiou.

Se ainda se acha comunista e revolucionário, Lúcio tem a estrita obrigação de saber que a violência é a parteira da história e que, enquanto marxista-leninista, tem o dever de repudiar, de todo em todo, o ponto de vista ideológico contra-revolucionário da pequena burguesia relativamente à violência, como qualquer coisa que seria essencialmente e sempre má e imoral.

No plano dos princípios, nós, comunistas, nunca rejeitámos nem podemos rejeitar o terror. O terror é um dos aspectos da guerra, que pode convir perfeitamente e pode mesmo ser indispensável em determinados momentos do combate. Os ideólogos hipócritas do imperialismo e da reacção é que condenam o terror como estratégia de combate das forças anti-imperialistas, do mesmo passo que ocultam o terror quotidiano dos imperialistas contra os povos explorados e oprimidos do mundo.

É certo que os comunistas rejeitam o emprego do terror fora do quadro de operações de um exército revolucionário combatente, articulado a todo um sistema de luta, isto é, rejeitam-no como meio de ataque isolado, independente de uma força armada e em si mesmo auto-suficiente – cfr. Lenine, Por Onde Começar? Obras Completas, Vol. V das Edições Sociais, Paris, 1976, pág. 15.

Mas os jiadistas franceses, nascidos em França, não praticaram os seus actos de guerra como actos isolados; os jiadistas franceses, muito embora nascidos e agindo militarmente em França, executaram os seus actos de guerra no quadro da estratégia de um dos exércitos dos povos árabes e muçulmanos – o exército do Estado Islâmico –, quotidianamente vítimas dos bombardeamentos de guerra do imperialismo americano, europeu e francês, bombardeamentos sistemáticos de terror sobre populações indefesas.

O imperialismo francês, conjuntamente com o imperialismo europeu e americano, designadamente através da NATO, está há mais de vinte anos em guerra contra povos islâmicos no Magrebe, no centro de África e no Médio Oriente, numa frente que vai da orla atlântica africana às montanhas do Hindocushe, na Ásia Central, praticando os mais bárbaros actos de guerra e de terror. Que a classe operária e os comunistas nos países imperialistas, nomeadamente em França, não se ergam contra a burguesia dos seus próprios países imperialistas é crime que não pode ser jamais esquecido e muito menos perdoado. Mas o que não podem é ser condenados como terroristas os franceses, nascidos muito embora em França, que se juntaram aos povos islâmicos explorados e oprimidos pelo imperialismo francês, americano e europeu, para derrubar esse mesmo imperialismo no interior do seu próprio covil.

Sabe-se que a exploração imperialista dos operários, povos e nações oprimidas do mundo consegue comprar, com o produto da exploração e por meio da mais violenta e terrorista das opressões, as forças revolucionárias dos próprios países imperialistas e atrelá--las ao seu carro de guerra da exploração dos operários, dos povos e das nações estrangeiras.

Mas os comunistas não se vendem nem abdicam da sua ideologia revolucionária e do internacionalismo proletário. Esperamos que Lúcio tenha a coragem de permanecer neste caminho, antigo e corajoso, que sempre foi o seu.

O assunto reveste-se assim da maior importância para os comunistas marxistas-leninistas portugueses, para a classe operária e para o povo português, nomeadamente emigrante, mas também para o movimento comunista internacional e para a revolução mundial proletária.

Os disparates reaccionários dos auto-proclamados marxistas-leninistas-maoistas franceses e belgas começam logo no primeiro parágrafo do texto da Declaração Conjunta: “Fazemos - dizem eles – um comunicado comum, porque os nossos dois países são directamente tocados “ (…) “pelos ataques de sexta-feira 13 de Novembro, em Paris”.

Ora, sob o ponto de vista estritamente ideológico e político, os ataques dos jiadistas franceses e belgas a Paris são um assunto que diz muito mais directamente respeito aos comunistas e proletários de todos os países e aos povos e nações oprimidas do mundo inteiro do que aos países da França e da Bélgica propriamente ditos, que diz muito concretamente mais respeito aos interesses da revolução mundial proletária contra o imperialismo do que aos interesses mesquinhos dos chamados marxistas-leninistas-maoistas da França e da Bélgica.

A única questão que cumpre aos marxistas-leninistas-maoistas franceses e belgas esclarecer efectivamente é a questão de saber quais os motivos que levaram e levam franceses, nascidos em França, e belgas, nascidos na Bélgica, a organizarem e a conduzirem, nos seus países natais, combates contra o imperialismo, designadamente o imperialismo francês e belga.

Sobre este tema altamente importante, e de que os auto-proclamados marxistas-leninistas-maoistas da França e da Bélgica fogem sistematicamente com o rabo entre as pernas, é que gostaríamos de conhecer uma declaração conjunta do Partido Comunista da França (m-l-m) e do Comité (m-l-m) da Bélgica.

Diga-se aliás de passagem que o Partido Comunista da França (m-l-m) tem no seu portal digital mais de oitenta declarações, três das quais sobre os ataques de Paris, mas não tem uma única tomada de posição pública sobre as guerras movidas pelo imperialismo francês ou americano contra os povos islâmicos do Magrebe, da África ao sul do Saará, do Oriente Médio e do Afeganistão. Isto é que são uns marxistas-leninistas-maoistas de pacotilha e de traição… Mudos e calados quando se trata das guerras movidas pelo imperialismo contra os povos e nações oprimidas do mundo; palradores enfrénicos quando se trata de condenar os actos de violência dos povos e nações oprimidas do globo contra o cobarde terrorismo imperialista.

Os ditos marxistas-leninistas-maoistas da França e da Bélgica estão de que lado: do lado do imperialismo francês, belga, europeu e americano, que bombardeia e aterroriza os povos e nações explorados e oprimidos desde o Mediterrâneo ao limite sul do SHAEL e da orla africana do Atlântico ao limite oriental do Afeganistão, onde já está em curso a nova guerra mundial do imperialismo pelo domínio e partilha do globo, ou do lado dos proletários, dos povos e nações explorados e oprimidos dessa área do planeta?

E que vão esses pretensos marxistas-leninistas-maoistas da França e da Bélgica fazer: vão juntar-se à polícia e às forças armadas da França e da Bélgica para denunciar, perseguir, aprisionar e matar os jiadistas franceses e belgas que atacaram o imperialismo no interior dos seus próprios países imperialistas, ou vão pôr-se à cabeça do proletariado francês e belga para denunciar, isolar e derrubar o imperialismo no interior dos seus próprios países imperialistas?

 

 

 


publicado por DD às 14:20
link do post | comentar | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
Dezembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
13
14
15
16

17
18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30

31


posts recentes

Dieter Dellinger: REESTRU...

Salário Médio dos Portugu...

Putin: O primeiro Czar de...

CADERNOS DE E CONOMIA Nº ...

Dieter Dellinger escreve:...

Dieter Dellinger: Origem ...

Aneuploidia Mutante

Macron quer uma Nova Euro...

O AfD é um partido da con...

Dieter Dellinger: O jorna...

arquivos

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Junho 2016

Maio 2016

Março 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Julho 2005

Junho 2004

Maio 2004

tags

todas as tags

links
subscrever feeds