Jornal Socialista, Democrático e Independente dirigido por Dieter Dellinger, Diogo Sotto Maior e outros colaboradores.
Segunda-feira, 17 de Junho de 2019
Engenharia do Pensamento: Criacionismo ou Evolucionismo

 

 

 

 

 

Engenharia do Pensamento: Criacionismo ou Evolucionismo

A subida ao poder no Brasil e nos EUA de dois presidentes e chefes de governo crentes no criacionismo arcaico veio recolocar novamente o problema da dúvida quanto às descobertas científicas que desde Darwin até hoje apontam para o evolucionismo

Tanto Bolsonaro como Trump são crentes com mais ou menos hipocrisia, mas são apoiados por centenas de cultos e igrejas cristãs e colocaram muitos dos seus apaniguados em lugares chaves da administração.

Há não muito tempo houve juízes nos EUA que condenaram professores de ciências naturais por não ensinarem o criacionismo e, hoje, muitos acham prudente fazer uma referência à tese bíblica que Deus terá criado o Universo e tudo o mais há uns 6 mil atrás, ou seja, há 3.964 anos antes do nascimento de Jesus Cristo. No Brasil, a nova ministra da educação é fanática do criacionismo, pelo que se aconselha a mesma prudência aos professores de ciências, mesmo que não acreditem.

Os muçulmanos, hindus, judeus e até os budistas acreditam em algo igual ou semelhante.

Teoricamente há uns 5,4 mil milhões de humanos no Mundo que acreditam nos chamados livros sagrados e, como tal, na extrema juventude da criação. Os 1,5 mil milhões de muçulmanos serão os mais crentes porque nos países em que são maioritários e o poder é religioso torna-se extremamente perigoso acalentar qualquer dúvida. Já no mundo cristão de 2,4 mil milhões de pessoas não é certo que o velho testamento seja matéria de fé para todos nem que o número de praticantes corresponda ao das estatísticas. Pelo menos, não em Portugal em que maioritariamente a população não pratica qualquer ritual religioso e nem gosta de discutir a essência de qualquer religião, não se dispondo a discutir a fé ou o ateísmo, o que não quer dizer que seja todos ateus.

A indiferença parece ser a religião maioritária em Portugal e talvez nalguns países da Europa, que mais não seja, a nível de classes médias e população urbana em geral.

A astrofísica tem feito descobertas fenomenais nos últimos tempos que refutam a idade pretensamente infantil conferida à criação pelo antigo testamento. Assim, a expansão contínua e acelerada do Universos no que respeita às galáxias permitiu datar o começo dito big bang entre 13,7 e 14 mil milhões de anos.

O Sol tornou-se estrela há 4,568 mil milhões de anos, constituído a partir de gases e poeiras cósmicas que formaram em torno da nossa estrela um disco protoplanetário que no curto espaço de tempo de um milhão de anos entrou na fase de acreação, formando corpos celestes que se entrechocaram para originar os planetas, entre os quais a Terra que começou por ser muito quente, arrefecendo rapidamente enquanto os elementos químicos de maior peso atómica migravam para o seu centro aos mesmo tempo que se formava o núcleo, o manto e a crosta terrestre.

Não muito tempo depois deu-se a colisão com o planeta Thelia do tamanho de Marte, ejetando para fora a atmosfera primitiva e dos restos da colisão nasce a Lua e durante 400 milhões de anos a Terra sofre o bombardeamento de numerosos astroides e formam-se os oceanos, emergindo deles os continentes, ou antes, o continente primitivo Godwana. A partir de 3,8 milhões os continentes começam a separar-se e surge o oxigénio.

A água e a primeira vida que originou o oxigénio na Terra resultaram indiretamente da proteção dada pelo campo magnético terrestre produzido pelo efeito de dínamo produzido pelas correntes elétricas que percorrem o núcleo de ferro líquido em rotação no núcleo. Esse campo magnético protege a crosta terrestre das partículas com carga elétrica oriundas do Sol como são os eletrões, protões e iões.

A atmosfera da terra nascente há 4,5 milhões de anos era praticamente irrespirável até se ter transformado e constituir-se com 21% de dioxigénio resultante dos primeiros seres vivos, as cianobactérias com vida aquática que utilizaram a fotossíntese. A energia luminosa permitiu a essas bactérias dissociar o dióxido de carbono e sintetizar moléculas orgânicas que emitiam o dioxigénio (O2), o qual oxidou o ferro presente nos oceanos muito quentes. A grande oxidação foi catastrófica para as muitas bactérias então existentes, fazendo quase desaparecer a vida na Terra, mas o primeiro oxigénio foi de curta duração porque reagiu com o metano, originando a formação de água e gastando o metano e o dióxido de carbono (gases com efeito de estufa).

Sem esses gases, a Terra arrefeceu e conheceu as primeiras glaciações. Quase sem cianobactérias, o CO2 que ficou originou um aquecimento global com o reaparecimento da água líquida e as cianobactérias voltaram a multiplicar-se em grande quantidade, retomando o processo de oxigenação da atmosfera e redução do CO2 que se dissolveu na água dos oceanos, provocando novas glaciações.

Só quando a luminosidade do Sol aumentou e impediu as glaciações é que o processo de oxigenação continuou e formou-se o ozono (O3) que nas camadas superiores da atmosfera impediu os raios ultravioletas do Sol de chegarem em quantidade à Terra, dando azo a que várias formas de vida começaram a aparecer e a cerca de 825 milhões de anos do nosso surgem animais multicelulares, provavelmente criados pelas cianobactérias como forma de se protegerem do efeito tóxico do O2 e de evolução em evolução surge o género Homo, cuja função com os mamíferos e outros animais é de abrigar um número gigantesco de bactérias anaeróbicas que no nosso corpo superam o número de células e ajudam-nos no metabolismo.

Enfim, estamos aqui a prazo, porque o Sol deverá consumir toda a sua energia resultante da fusão do hidrogénio em hélio e elementos pesados e tornar-se uma estrela anã quase sem atividade. Talvez daqui a uns 10 mil milhões de anos.

Astronomicamente somos jovens, mas nada do que se pareça com os 6 mil anos bíblicos, cujos crentes podem acreditar em tudo o que quiserem menos nas leis da física temporal e no facto de há 6 mil anos já egípcios e povos da Mesopotâmia construíam cidades e túmulos gigantescos.
Fim da I. Parte



publicado por DD às 15:20
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Sexta-feira, 14 de Junho de 2019
O Poder Está Sempre nas Grandes Cidades

 

Xangai e a sua ermanente nuvem de poluição

O maior perigo para o poder político ditatorial da China são as suas gigantescas metrópoles, onde milhões de cidadãos podem afogar todo o poder apoiado em 3 milhões de militares e outros tantos polícias.

O Partido tem atualmente 87 milhões de militantes que não é muito neste oceano de gente que se um dia vier para a rua protestar leva tudo na sua frente e todo pode acontecer com desentendimentos na cúpula do poder como sucedeu nos protestos de Tienanmen que se iniciaram com a morte do presidente da República de então que toda a gente considera que foi assassinado porque queria democratizar o regime.

Hoje, a China tem dezenas de cidades com um milhão ou mais de habitantes, incluindo as três cidades globais de Pequim, Hong Kong e Xangai. Em 2025, estima-se que o país terá 221 cidades com mais de um milhão de habitantes.

As 18 maiores cidades são:

1 Xangai 20.200.000

2 Pequim 16 446 900

3 Chongqing 11 871 200

4 Cantão Guangdong 10 641 400

5 Shenzhen Guangdong 10 358 400

6 Tianjin 9 562 300

7 Wuhan Hubei 7 541 500 17 Suzhou Jiangsu 4 083 900

8 Dongguan Guangdong 7 271 300

9 Hong Kong RAE 7 055 071

10 Foshan Guangdong 6 771 900

11 Zhengdu Sichuan 6 316 900

12 Nanquim Jiangsu 6 238 200

13 Shenyang Liaoning 5 718 200

14 Hangzhou Zhejiang 5 578 300

15 Xian Shaanxi 5 399 300

16 Harbin Heilongjiang 5 178 000

17 Suzhou Jiangsu 4 083 900

18 Qingdao Shandong 3 990 900

 



publicado por DD às 18:29
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Quarta-feira, 12 de Junho de 2019
Engenharia do Pensamento - Demografia e Ecologia

Rua em Lagos - Nigéria

A população mundial tem estado a crescer a uma média de 100 milhões de pessoas por ano, podendo chegar aos 10 mil milhões em 1950 e aos 15 mil milhões no fim do século atual

É certo que a tecnologia pode fazer muita coisa para aliviar o peso dos gases de estufa e evitar a catástrofe das alterações climatéricas. mas não parece que se possa fazer muita coisa sem estabilizar a demografia atual.

A temperatura mundial pode subir mais de 4ºC a partir de 2050, o que fará aumentar o nível dos oceanos com os degelos árticos e antárticos. Nada evitará a poluição provocada por uma população excessiva, já que tudo o fazemos polui e até a nossa respiração e dos animais que servem para a nossa alimentação.

Mesmo com células fotovoltaicas, automóveis a eletricidade, irrigação dos desertos com água dessalinizada não parece que seja possível alterar muita coisa.

Contudo, a Humanidade atua mesmo sem o comando dos políticos e pensadores. No seu todo, a sociedade humana, tal como as de muitos animais tem uma espécie de pensamento coletivo.

É um facto que nos países em que se verificou um maior desenvolvimento, a natalidade tende a diminuir, mesmo em muitos países africanos que estão longe do desenvolvimento.

Hoje, a natalidade mundial média rondará os 2,2 filhos por mulher com tendência a descer ainda mais.

No continente africano, a tendência para os 7 ou mais filhos por mulher desceu já para os cinco ou quatro, o que continua a ser excessivo e um caminho para o desastre se a descida não continuar, o que a acontecer passará pela redução da influência das organizações religiosas que lutam contra toda a planificação familiar e contraceção.

Há países muçulmanos como o Irão que sabem controlar a natalidade, mas há também grupos muçulmanos mais ou menos radicais que querem conquistar a Índia e o continente africano, sonhando com a Europa também, pela via sexual, isto é, pela multiplicação dos seus acólitos.

Há um autocontrole da natalidade como se verifica em Portugal e em toda a Europa e nos EUA, Canadá, Japão, Oceânia e nalguns poucos países sul americanos desde que se verifiquem os seguintes fatores, educação generalizada, incluindo das raparigas, assistência médica, principalmente nas crianças e adultos até os filhos serem independentes, emprego para todos ou quase e segurança social.

Claro que a ordem pode começar pelo emprego por via de atividades económicas como turismo, indústria, agricultura, exploração de recursos naturais, etc. e os resultados em termos de natalidade menor não resulta da perfeição dos sistemas, mas começa logo com pequenos avanços.

Observou-se o fenómeno em dois países, a China e a Tailândia.

No primeiro, durante muitos anos foi seguida a política obrigatória de um só descendente que estabilizou um pouco o crescimento populacional. No segundo, não houve nenhuma política de controle da natalidade, mas o progresso no turismo, indústria e outras atividades permitiu um aumento do nível de vida e o trabalho feminino com a escolarização e assistência na saúde e na velhice para se se produzir automaticamente uma queda da natalidade.

Quando as famílias sentem que os filhos não morrem em criança e que o pai também vai ter uma esperança de vida maior deixam de pensar em muitos filhos como forma de garantir a segurança social na velhice por via do trabalho dos filhos.

Este fenómeno produz aquilo que já aqui escrevi. A baixa natalidade com o progresso começa por provocar um aumento da população devido a uma maior esperança de vida, mas a prazo a situação demográfica tende a equilibrar-se, havendo mais pessoas idosas, mas ninguém fica por cá.

O nosso planeta deveria poder chegar ao fim do século com não mais de 7 mil milhões de habitantes para evitar as alterações climatéricas ao mesmo tempo que promove o referido desenvolvimento e uma mudança tecnológica no sentido de evitar a produção de CO2.

O projeto de instalar uma grande central de energia solar fotovoltaica flutuantes nas águas da barragem de Alqueva é um excelente exemplo para permitir três grandes vantagens como a retenção de água no sul da Europa que tende para a seca cada vez mais permanente, a dupla produção de energia elétrica por via do sol e da água ou tripla se forem adicionadas na região torres eólicas destinadas a permitir o funcionamento de bombas de recuperação da água de Alqueva retida na barragem da Rocha da Galé.

A construção de mais uma barragem na zona de Portalegre tornará aquela região quase desprezada mais rica em energia e água para desenvolvimento futuro.

Nenhum país da bacia do Mediterrâneo e zonas limítrofes pode dar-se ao luxo de desprezar a pouca chuva que cai, lançando-a para o mar.

O homo sapiens que somos está destinado a colonizar o espaço, nomeadamente os exo planetas em zonas habitáveis, mas tecnicamente estamos ainda muito longe de tornar isso possível, pelo que devemos preservar o ambiente até emigrarmos para o espaço.

Recordemos que o homo sapiens nasceu em África e há uns 100 mil anos iniciou a grande aventura de colonizar toda a Terra porque antes de ter inventado a agricultura e a pecuária necessitava de muito espaço para que pequenas tribos pudessem sobreviver com a caça e recolha de plantas silvestres comestíveis. Conseguiu povoar zonas árticas e as mais distantes ilhas do Pacífico, incluindo a Austrália e Nova Zelândia, navegando em jangadas ou pirogas duplas em mares e oceanos completamente desconhecidos, orientando-se pelas correntes, ventos e muito especialmente pelo voo das aves que admitia-se que se dirigiam sempre a alguma terra fértil.



publicado por DD às 18:03
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Sexta-feira, 24 de Maio de 2019
A Natalidade Mundial está a Diminuir - Demografia

Demografia

O problema das alterações climatéricas tem a ver com o número de habitantes do Planeta, pois ninguém pensa que uma grande parte da população quer andar a pé, ficar desempregada e apagar as luzes às 21h e, eventualmente, apanhar couves como mostrou recentemente a Cristas

Nada disso pode acontecer e a ONU prevê que em 2100 a população mundial atinja os 11,2 mil milhões de habitantes, estando atualmente em cerca de 7,7 mil milhões. Em 1973, previa-se que em 2020 a população seria de 40 mil milhões e mais de metade viveria em barracas imundas com os mares poluídos pelos dejetos animais e materiais.

Os especialistas que sabem fazer contas não se limitam a prolongar as curvas estatísticas até a uma espécie de infinito e observam as condições em que a humanidade vive.

Assim, enquanto a população cresce a natalidade desce. Em 1950 nasciam por mulher 4,7 crianças e em 2017 esse valor desceu para as 2,4 e tende a descer mais, podendo já estar no valor de estabilidade que é de 2,1 nascimentos por mulher.

Mesmo assim, a população cresce mais pela simples razão que a esperança de vida vai aumentando, mesmo em África onde começam a chegar cada vez mais vacinas para as crianças e antibióticos para tratamento de muitas doenças. Muitos países africanos passaram de uma esperança de vida de 40 anos para 60 ou mais agora.

A Ásia poderá ter passado já dos 5 mil milhões de habitantes para cair para 4 mil milhões perto do fim do século.

A África estará quase nos 2 mil milhões e não passará dos 3 mil milhões no fim do século.

A educação das raparigas e mulheres e população em geral provoca uma queda da natalidade que não será sentida por via do referido aumento da esperança de vida.

A Humanidade vai envelhecendo, mas a revolução que vai trazer o computador quântico vai permitir fazer muita coisa cada vez menos cansativa.



publicado por DD às 21:58
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Terça-feira, 21 de Maio de 2019
Reformados ex-Emigrantes Recebem Pensões de Fora

Hoje apareceu a notícia que em 23% dos concelhos de Portugal há mais reformados que pessoal a trabalhar.

Não é preciso ser especialista nem sequer inteligente para saber que a maior parte dos reformados das zonas rústicas, e não só, fazem parte dos cerca de 2,5 milhões de portugueses que emigraram a partir do início dos anos sessenta para a França, Luxemburgo, Alemanha, Bélgica, Holanda, Reino Unido, etc. e recebem as suas reformas através da Segurança Social com dinheiro transferido dos sistemas sociais desses países, pelo que não vivem à custa das TSU dos trabalhadores atuais do País.

As transferências desses trabalhadores aguentaram durante muitos anos a balança de pagamentos do País e continuam a fazê-lo por via das suas reformas oriundas de fora.

Esse dinheiro é bemvindo porque ainda só exportamos cerca de 45% do PIB e devemos chegar aos 50% ou mais para atingir um equilíbrio entre o que sai e o que entra.

Neste momento, a balança de pagamentos é equilibrada por via dos 50 milhões de euros que os turistas deixam diariamente mais as referidas reformas e as reformas de aposentados estrangeiros e as exportações portuguesas.

A direita quer a privatização de parte dos descontos para reformas e daí lançarem constantemente notícias alarmantes para dar a entender que no futuro não haverá dinheiro para as reformas.



publicado por DD às 18:44
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Segunda-feira, 13 de Maio de 2019
O que está em causa nas eleições europeias?

 

Estas eleições para o PE destinam-se na prática a escolher o próximo ditador da Zona Euro e, de algum modo, do resto da União.
Apesar do ditador da Europa não ser eleito pelo Parlamento Europeu ninguém dúvida que os 701 deputados europeus vão ter muita influência e que nunca ninguém falou da uma Europa sob o comando de um ditador, mas na verdade tem, pelo menos desde o dia 1 de Julho de 1998, data da fundação do Banco Central Europeu.
Quem quer que mande na Comissão Europeia em Bruxelas e quaisquer que sejam as decisões dos Conselhos de Chefes de Governo ou de ministros, tudo no Eurogrupo, e não só, passa pelo Governador do Banco Central Europeu, um homem com poderes imensos e independente dos Governos, tendo apenas um conselho de Governadores dos Bancos Centrais a votarem a favor ou contra, mas sem verdadeiro poder de decisão.
Até ao fim deste ano continuamos a ter um verdadeiro democrata a governar os euros e a serpente monetária e quem dispões do dinheiro manda em tudo.
Draghi com o seu vice Vítor Constância inventaram o “alívio quantitativo” que permitiu emitir moeda e a compra de títulos de dívida, aliviando o peso da dívida portuguesa em pouco mais de 15%, ou seja, nuns 33 mil milhões de euros e que terá sido um dos mais reduzidos alívios, já que por pressão alemã, o programa teve de ser proporcional aos PIBs e participações no capital do BCE, pelo que o Estado alemão pode ter recebido quase 400 mil milhões de euros, estando como tal cheio de dinheiro que dá poucos juros, enquanto nos países mais endividados e pobres se passa fome para pagar juros. Em Portugal menos que antes, mas, mesmo assim, continua a ser difícil gerir a dívida.
Se Draghi continuasse ou fosse outra pessoa do género como seria Mário Centeno para a direção do BCE não haveria problema e seria possível encontrar um novo programa, já que o “alívio” acabou, mas as amortizações dos títulos adquiridos pelo BCE continuam a ser pagos pelos Estados devedores aos seus Bancos Centrai para serem devolvidos no ano seguinte como lucros desses bancos. É que o BCE adquiriu os títulos de dívida dos diversos países até 33% da mesma e entrega-os aos bancos centrais onde serão manipulados como se estivessem no mercado, mas neste no caso português - como nos outros países - o mercado é o Banco de Portugal e os seus lucros são dos contribuintes portugueses.
Os economistas e políticos de direita alemães vivem com os medos da grande inflação de 1922, como se 2019 fosse o mesmo e o alívio financeiro de Draghi não chegou para aumentar a inflação para cima de 1%.
Quando falo dum ditador para a Europa, estou a referir-me a um alemão da extrema direita, pois está convencionado entre muitos países europeus que o próximo governador terá ser germânico.
À escolha há duas personalidades, o senhor Jens Weidmman, atual governado do Banco Central (Federal) Alemão, um homem do CSU, a extrema direita bávara da chamada democracia “cristã” alemã. Um homem austero, inimigo das emissões monetárias e desejoso de uma disciplina monetária do tipo prussiano com aumento da taxa diretora do BCE e os juros de todos os empréstimos.
A revista alemã “Der Spiegel” escreve que seria o fim do Euro e até da União Europeia, mesmo os aumentos de juros sejam de apenas 1% de seis em seis meses, mas o importante seria o sinal dado a toda a Europa num período de crise sino-americana a respeito do comércio mundial que se vai repercutir na Europa.
A segunda figura alemã para se candidatar ao cargo de chefe do BCE seria o social-democrata (SPD) Axel Weber, um democrata de esquerda relativa com grande experiência bancária fora da Alemanha pois é o CEO da União de Bancos Suíços (UBS) um dos maiores bancos mundiais e que se diz continuador da política monetária de Draghi e Constâncio.
Em termos eleitorais o que interessa é saber qual a força do PPE (Partido Popular Europeu) com o Rangel e outros direitistas a obedecerem a um quase nazi ou do PSE (Partido Socialista Europeu) no qual entrou agora o SIRISA, o notável partido grego da extrema esquerda que conseguiu aguentar-se no poder numa situação de crise nunca vivida por algum país europeu desde 1922 com uma austeridade imposta pela Alemanha de Schaeuble que impediu que o “alívio financeiro” abrangesse a Grécia apesar de ser tão ou mais europeia que os restantes países do Velho Continente.
O SYRISA dirigido pelo PM Alex Tsipras e o seu governo aguentou-se este tempo todo por ser constituído por gente honesta, algo que a Grécia nunca conheceu antes. Os gregos passam fome e vivem cada vez mais ao relento, mas não se sentem roubados e acreditam um pouco no futuro.
Claro que a difícil posição do presidente Macron não se coaduna com uma Europa dominada por um quase nazi do tipo prussiano, pelo que pode haver uma reviravolta, mas esta será tanto mais possível quanto maior for o número de socialistas no PE e a sua influência global.
O próximo PE terá muitos eurocéticos e verdadeiros fascistas até sem disfarce, mas nada sabemos o que querem fazer e só influenciam três governos, salvo erro, pelo que são uma incógnita.
Outro dos fatores que pode levar o alemão da pior raça, a bávara, ao poder na Europa é o facto de a coligação CDU/CSU estar em perigo e os alemães, ao contrário dos portugueses, têm dinheiro, mas não têm casas, pelo que querem à viva força ter juros elevados e não os míseros 1 a 1,5% que os bancos pagam. Estes também querem receber mais pelos seus empréstimos e a banca alemão não cooperativa está em más condições. Os gigantescos bancos como o Deutsche Bank e o Commerzbank quiseram comprar tudo, acabando agora por vender, sucedendo uma inversão. As grandes empresas como a VW, BMW, Daimler e muitas outras em vez de se dobrarem à vontade dos bancos fundaram os seus bancos para financiarem a venda dos seus produtos sem uma grande preocupação em ganharem dinheiro com juros altos.
Saliento finalmente que o problema das casas na Alemanha é muito grave. Os alemães fizeram a asneira de se meterem na guerra e atacarem a URSS antes de resolverem o problema com a Inglaterra, pelo que viram indefesos as suas cidades destruídas. A reconstrução no pós-guerra foi feita pelo Estado com apoio do Plano Marshall, tenho sido criado o maior senhorio do Mundo, a “Neue Heimat” do Estado que a direita vendeu a um único capitalista que aumenta discriminatoriamente as rendas e obriga os alemães a viverem com o máximo de poupanças possíveis como medo que os grandes exploradores os expulsem das suas casas.
Os reformados não têm tido alternativa que não seja emigrarem para Espanha, Itália, Portugal, a fim de poderem usufruir de uma habitação a condizer com os seus rendimentos, mas os mais idosos necessitam de apoios médicos e da família pelo que muitos vivem quase na miséria.
Nunca houve nada pior no Mundo que partidos ditos confessionais como as democracias cristãs que são precisamente o oposto da ética cristã. O deus desses partidos é o Dinheiro, o que levou o presidente do Conselho Pontifício a perguntar: “O problema não é se Deus existe. É qual Deus? (Expresso).
Para os alemães deus é o Euro, pelo que deveriam ser vergastados por um novo Cristo como fez aos comerciantes do Templo.
 
 


publicado por DD às 16:29
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Quinta-feira, 25 de Abril de 2019
Há cada vez mais Centenários em Portugal


As televisões e os políticos corruptos fartam-se de dizer mal do Serviço Nacional de Saúde porque estão comprados pelas Seguradoras Capitalistas de Saúde que foram vendidas aos chineses, mas os números dizem ouras coisas.
Portugal tinha:
Em 2001 um total de 589 pessoas com 100 ou mais anos
Em 2016 registou 4.068 centenários no último dia desse ano.
Um médico disse-me que podemos estar já com cinco mil centenários ou quase..
Em 2014 havia 595.000 pessoas com 80 ou mais anos. Hoje há mais pessoas de 80 e 90 anos de idade.
As bestas do PSD chamam envelhecimento da população, quando se trata do êxito dos serviços de saúde e os idosos são a "peste grisalha", o que revela a total falta de humanismo e sentido da vida e da nossa civilização.
A emergência médica tem salvo milhares de pessoas porque não vão apena aos acidentes, mas também à casa das pessoas quando têm um ataque cardíaco ou outro. Nesses casos, uma intervenção rápida faz milagres. Eu próprio tive um enfarto cardíaco há sete anos e aqui estou como se nada tivesse acontecido. Puseram-me uns stents nas artérias coronárias. Sem assistência médica imediata não iria fazer parte do grupo estatístico dos octogenários.
O SNS e a Segurança Social sofrem a pressão do seu êxito e já começam a ser financiadas por ouros impostos para além da TSU.
Mesmo nas pessoas dos antigos bairros de barracas, um médico do Centro de Saúde do Lumiar garantiu-me que as pessoas que viviam em barracas morriam muito mais cedo que as que foram realojadas em muitos milhares de apartamentos decentes. Quando acompanhei na Junta o processo de realojamento verifiquei que todos os portugueses brancos das barracas eram relativamente idosos. Os mais jovens eram fundamentalmente africanos originários do Cabo Verde e da Guiné.
A direita não gosta destes números e as televisões falam imediatamente dos problemas dos idosos. Uns porque vivem sozinhos, outros porque sofrem de algumas doenças e nos hospitais estão muitos por falta de centros de cuidados paliativos e lares para idosos muito avançados. Poucas pessoas sabem que na Alemanha foi introduzido há uns 4 ou 5 anos um adicional aos descontos para a reforma a fim de o Estado pagar cuidados paliativos ou lares de 3ª idade.
Claro, a redução da mortalidade foi explosiva desde o início deste século. Em 19 anos, as pessoas vivem muito mais.
Mesmo as mortes na estrada diminuíram de uma forma extraordinária.
Antes do 25 de Abril não havia estatísticas, pelo que só recordo a de 1979 em que morreram 25 mil pessoas na estrada com um parque automóvel de pouco mais de um milhão de viaturas.
Agora, com seis milhões de carros morrem cerca de 500 pessoas por ano por acidentes rodoviários, mas a comunicação social pretende veicular a ideia que morre muita gente. Claro, cerca de 500 é muita gente, mas é preciso comparar com o passado quando não havia ambulâncias e helicópteros da emergência médica, etc. nem auto estradas que não sei se provocam mais ou menos acidentes mortais porque a tendência para a alta velocidade é maior que nas antigas e apertadíssimas estradas salazarentas.
Eu trabalhei muitas décadas numa rua frente à Academia Militar que tem um hélio porto para onde são levados os acidentados com membros partidos para irem para o Hospital São José. Depois de ouvir o helicóptero aterrar ouvia o barulho da ambulância que levava o acidentado para poucas centenas de metros de distância. Chegava a ouvir esses ruídos duas a três vezes diárias.



publicado por DD às 23:58
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Sábado, 20 de Abril de 2019
O Estado não Desconta a Parte Patronal da TSU

A Universidade Nova através do prof. Jorge Bravo da sua Information Management School" parece ter baralhado todas as contas sobre reformas.

O douto professor não aprendeu a tabuada nem as regras de três que diz que o sistema previdencial da Segurança Social já está no vermelho,.
Antes disso, o Expresso escreve que entre 2012 e 2017, o sistema previdencial já registou défices de 5,5 mil milhões de euros em termos acumulados.
Os doutos professores das cadeiras de "Ignorância Informativa" não sabem que o Estado não paga para a Caixa Geral de Aposentações a componente patronal da TSU de 23,75%, se bem que eu não sei se estará a pagar aos poucos funcionários que entraram nos últimos anos na Função Pública e foram para o sistema da Segurança Social e não para a Caixa Geral de Aposentações.
O professor Bravo diz que o sstema está no vermelho quando se consideram a Segurança Social e a CGA juntas.
Mas, vamos a contas:
O Estado tem 671 mil funcionários que, segundo o Jornal de Notícias, auferem uma média 1.460,70 euros de ordenados e não paga a sua parte da TSU, ou seja, 23,75% daquele ordenado que dá 346,91 euros, arredondados para 347 euros.
São pois 347 x 14 meses X 671.000 funcionários = 7.741.130,20 euros em 2018.
Só os trabalhadores do Estado descontam, o que não chega como não chegaria no privado. Assim, o dinheiro que o Estado compensa QUE SERIAM 5,5 MIL MILHÕES ENTRE 2012 E 2017 estão muito longe dos referidos 7,741 mil milhões anuais que multiplicados por 5 dariam mais de 35 mil milhões, mesmo que devemos aplicar um desconto porque os ordenados naqueles cinco anos eram mais baixos que em 2018, mas não tanto para produzir um défice.
Se a Segurança Social recebesse apenas 11% dos ordenados dos 3.948.700 trabalhadores ficaria sem dois terços da receita anual para pagar reformas eteria um défice tremendo como acontece no Estado em que este poupa qualquer coisa próxima dos 25 a 29 mil milhões de euros apesar de ter compensado com 5,5 milhões os seus funcionários durante cinco ano.
Enfim, a Universidade Nova não sabe fazer contas, ou oa Elisabete Miranda e a Sónia Lourenço do Expresso baralharam as contas.
O problema não deve estar em enganos, mas sim na campanha da direita capitalista portuguesa que se quer apoderar de uma parte da TSU porque vê aí um manancial inesgotável para criar milhões de LESADOS nos próximos 35 a 50 anos.
Até o Cavaco saiu do sarcófago para apoiar essa campanha, apesar de saber que não há em Portugal banca ou empresas financeiras capazes de darem garantias sobre dinheiros recebidos e,menos ainda, pagarem juros para acumularem o capital de cada um dos futurs reformados.
Só o Estado pode garantir como garantiu nos últimos três que aumentou o Fundo de Rserva da Segurança Social para 18 mil milhões de euros que são mAIS 9% DO pib NACIONAL.
Ninguém nas universidades novas ou elhas tem qualquer alternativa ao atual sistema e todos desconhecem as fórmulas matemáticas conhecidas por "filas de espera" e julgam que os reformados vão ficar cá para sempre.
O professor da UN desconhece que em 2018 nasceram 87 mil crianças e morreram 115 mil pessoas, nas sua maior parte idosos que, como tal, saíram da Segurança Social.



publicado por DD às 22:12
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Sexta-feira, 12 de Abril de 2019
Ratzinger Desculpa a Pedofilia na Igreja - A Culpa é dos Outros

 

Ratzinger acusa o Maio de 68, a Democracia e a Liberdade de serem a causa da existência da Pedofilia Católica espalhada por todo o Mundo.

Não é possível ser tão descarado e sem vergonha. O ex-Papa Bento devia saber que a pedofilia católica existe desde há muito e recordo que se falava disso no Liceu Camões quando fui frequentar o 1º e 2º ano, há quase 70 anos.

Foi a obsessão sexual da Igreja com os miúdos e adolescentes nas confissões em que só falavam de sexo que me fez abandonar muito cedo a Igreja Católica nos tempos que frequentava a Igreja de Fátima em Lisboa. Nas aulas de catequese não havia problemas porque eram dadas por uma senhora que nem sequer pertencia a uma ordem religiosa e era casada e tinha filhos. Aí é que está o problema. Na Igreja Católica os padres não podem casar e ter filhos. Serem pois pessoas normais.

Foi a obsessão sexual dos padres na Igreja de Fátima durante as confissões que me levaram a abandonar a igreja e tornar-me ateu.

Depois vim a saber que que foi a Igreja Católica que colocou o monstro Hitler no poder quando o núncio Pacelli, depois Papa Pio XII, ao convencer o Partido do Centro (Zentrum Partei) a dar os votos necessários aos Nazis que não tinham a maioria necessária para eleger um Chanceler. Uma vez eleito sabe-se o que aconteceu.

Ratzinger como católico alemão nunca pediu desculpa pelos milhões de mortos que a atitude da Igreja Católica provocou.

Texto do Mentecapto com muito Alzheimer:

Joseph Ratzinger, o papa emérito Bento XVI, quebrou seu silêncio e publicou um documento de 18 páginas no qual analisa algumas das causas da praga dos abusos sexuais de menores que assola a Igreja Católica. Como resultado da cúpula realizada pelo Vaticano em fevereiro, o texto, intitulado A Igreja e os Abusos Sexuais, aponta alguns fundamentos teológicos para lidar com um dos momentos mais complicados da Igreja Católica. No entanto, o texto vai muito além da esfera eclesiástica e, de certo modo, atribui o problema a uma evolução dos costumes sexuais produzida em toda a sociedade e originada durante a revolução sexual dos anos sessenta. Além disso, culpa em parte "uma justiça garantizadora" para com os padres por sua impunidade e também a falta durante anos de punições mais severas.

O texto está dividido em três partes e deve ser publicado no semanário católico alemão Klerusblatt na Semana Santa, segundo a AciPrensa. Mas foi vazado pelo The New York Post e outras mídias. O documento está estruturado em três partes. Na primeira, apresenta o contexto histórico desde a década de sessenta. De fato, situa o epicentro da origem da questão na revolução de Maio de 68 e no colapso espiritual que supostamente produziu. "Pode-se dizer que nos 20 anos entre 1960 e 1980 os padrões até então vinculativas em relação à sexualidade entraram completamente em colapso e surgiu uma nova normalidade, que até agora tem sido objeto de várias tentativas laboriosas de disrupção". Mas o Papa emérito vai mais longe na demonização desse período e afirma que "parte da fisionomia da Revolução de 68 foi que a pedofilia também foi diagnosticada como permitida e apropriada”.

MAIS INFORMAÇÕES

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Na segunda parte, refere-se ao impacto que teve uma certa decadência moral daquele período nos sacerdotes; e, na terceira, lança uma proposta para enfrentar uma situação que, segundo ele, "não foi aguda até meados dos anos 80". O texto, no entanto, não fornece referências claras sobre como erradicar os abusos sexuais de menores dentro da Igreja e conclui que a pedofilia atingiu "essas proporções" ante a "ausência de Deus".

 



publicado por DD às 22:37
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Terça-feira, 2 de Abril de 2019
Política de Hierarquização Nazi de Nações em Bruxelas

 

 

 

Bruxelas com o Comissário Português Moedas está cada vez mais a seguir a política do ministro da Economia NAZI Walther Funk que queria uma hierarquização de nações na Europa em que umas podiam ter e fazer certas coisas e outras não.

Portugal era considerado por Hitler e Funk como uma nação agrícola que pouca ou nenhuma indústria devia ter. Salazar com a sua Lei do Condicionamento Industrial estava de acordo com essa política.

Asim, parece que Bruxelas c/ o Moedas acha que Portugal não tem direito a ter uma companhia aérea e daí vir com a ideia que a TAP é a empresa que mais aumentou as suas emissões de dióxido de carbono.

A TAP adquiriu 37 novos aviões, não sendo todos para substituição, pois aumentou muito a sua frota de longo curso com os Airbus A 330 neo equipados com motores Rolls Royce e, por isso, emite mais CO2. São aviões iguais aos que muitas empresas de aviação europeia têm ou estão a adquirir.

Será que só a Alemanha e a França podem ter uma Lufthansa e uma Air France grandes e os pequenos países como Portugal devem contentar-se em andar nos seus aviões

Já há tempos o semanário SOL foi pago por elementos nazis para dizer que os novos aviões A 330 Neo da TAP tinham problemas. Verificou-se que era mentira, mas como ninguém lê esse pasquim não se falou no assunto.

Portugal tem igualmente traidores à Pátria como o FdP da associação ambientalista anti-Portugal Zero (à esquerda) que falou há pouco na RTP 1 antipatriota ao criticar o excesso do turismo que nos proporciona uma receita diária de quase 50 milhões de euros ou 18.250 milhões anuais que são mais de 9% do PIB. Este turismo deve causar  uma profunda raiva ao Moedas e a outros como os finlandeses, suecos, noruegueses, alemães, franceses, etc..

Será que Marcelo Rebelo de Sousa tem razão quando diz que é provável que daqui a 25 anos a União Europeia não exista mais?

 

 

 


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publicado por DD às 14:49
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