Jornal Socialista, Democrático e Independente dirigido por Dieter Dellinger, Diogo Sotto Maior e outros colaboradores.
Sábado, 17 de Julho de 2021
Alta Velocidade

Poiares Maduro disse: "Eu não sei se sou a favor ou contra o TGV. O que eu sei é que nós não estamos em condições para tomar uma decisão inteligente sobre isso”, afirmou o antigo governante, na manhã desta sexta-feira, em Coimbra, na sessão da 1.ª edição do Festival Cidades Resilientes, promovida pela Câmara de Coimbra".

Na sessão, em que o debate se centrou no “Futuro das Cidades” e de que forma se vão transformar, Miguel Poiares Maduro questionou os presentes sobre a necessidade de ter Lisboa e Porto a menos de uma hora de distância, sustentando que só “faz sentido discutir” este tema se “existir resposta a esta pergunta”. Os últimos estudos que existem são de 2007 e que consideram que “a linha vai ser altamente deficitária. Mais de 500 milhões [de euros] de défice por ano”, sublinhou o ex-ministro.

“Só há um estudo que tenta justificar que as vantagens são superiores a esses 500 milhões” e que justifica com “aquela magia da economia, que cada um interpreta como sendo mais ou menos favoráveis”, destacou.

Miguel Poiares Maduro realçou a “centralidade” que a linha de alta velocidade vai provocar em Lisboa e no Porto e, consequentemente, o impacto para outras cidades do país. Na sessão questionou ainda o “porquê” de o tema da centralidade não estar incorporado no estudo e se este investimento “compensa”, face às necessidades.

“Nós agora devíamos atender às novas formas de comunicação que se calhar tornam as viagens muito menos necessárias? Os ganhos de poupança na tal hora que se vai ganhar em relação a Lisboa e ao Porto já não são tão necessários, porque agora podemos fazer essas reuniões por Zoom? Será que ainda se justifica investir tanto?”, insistiu. O ex-ministro concluiu dizendo que “há falta de inteligência nas políticas públicas”.

O gajo do PSD justifica que não é inteligente nem conhece as notícias e o que tem dito o ministro das infraestruturas.

A Europa tem o TGV francês V150 que andam a a 150 m/segundo, igual a574,8 km/h e o Japão já instalou o MLX01 de levitação que faz 582 km/h, mas o governo PS tem dito que não é disso que se trata, mas sim duas linhas de alta velocidade, ou seja, cerca de 250 km/h que é o que os Alfa deviam andar se a linha lisboa-Porto estivesse toda em bom estado e, bem assim, a linha Faro - Porto - Vigo. A linha nova deveria ser a de Lisboa-Caia feita por Portugal e Caia-Madrid pelos espanhóis e aí seriam convenientes composições que atingissem os 300 km/h, mas se forem só a 250 ou 280 km/h não haveria problema. O Poiares é estúpido porque está contra o PS e não percebe que a centralidade norte-sul ou Faro à Fronteira da Galiza é estruturante da nação portuguesa que nasceu com o avanço de D. Afonso Henriques para o sul e da sua dinastia até ao Algarve.. D. Afonso III ainda tentou a conquista para leste de parte da Andaluzia que estava na mão dos mouros, mas acabou por se contentar com um retângulo unido e sólido.

Foto: Antevisão do comboio de alta velocidade português a ser fabricado em Portugal para uma população de homo sapiens e não para transportar computadores.

China-comboio-alta-velocidade.jpg

 



publicado por DD às 17:11
link do post | comentar | favorito

Sábado, 29 de Maio de 2021
O Mel da Direita
A direita reuniu-se com o acrónimo de MEL, Movimento Europa e Liberdade, que não tem qualquer sentido.
Portugal sempre foi parte da Europa e continua a ser até hoje, não só da União Europeia como da Europa alargada sob o ponta de vista de geografia política das nações.
Portugal nasceu mesmo numa espécie da União Europeia com um líder e uma capital que tinha muita influência. A capital era o Vaticano e o líder foi em 1179 o Papa Alexandre III que reconheceu Portugal como nação independente do Reino de Leão com D. Afonso Henriques como seu soberano por via de um sua bula continuou a ser independente e europeia até hoje.
Quanto à liberdade, todos os partidos são a favor das liberdades políticas e económicas estatuídas na Constituição da República e, talvez, só o Pereira do Chega é que poderia querer anular a liberdade se não lhe fosse necessária porque com um único deputado terá de ter a máxima liberdade para a asneira, difamação e mal dizer de todos políticos com o intuito de, talvez, ganhar mais un 3 a 4 deputados nas legislativas de 2023.
Ninguém na Direita falou no Estado Social porque não perceberam que toda a gente necessita do Serviço Nacional de Saúde, incluindo mesmo as classes médias razoavelmente remuneradas que, mesmo assim, não possuem meios para Pace Makers, cirurgias cardio vasculares e oncológicas nem para os caríssimos tratamentos aos tumores cancerígeno ou transplantes que ultrapassam as franquias impostas pelos seguros privados. Ninguém defendeu a maior anedota deste semestre que é o Novo Banco andar a dizer que é já um Seguro de Saúde. Provavelmente ninguém da direita vai pagar uma boa mensalidade ao Ramalho e ao texano por um seguro de saúde de um banco que vive de chular os contribuintes e quer receber ainda este ano 903 milhões de euros.
Portugal não precisa de hospitais e escolas apenas bons e boas para faturar às famílias portuguesas elevadas somas.
Pode ser uma imagem de mapa e texto
 
 
 
src="data:;base64," width="18" height="18" />
Eduardo Santa Cruz, António José Santamaria e 9 outras pessoas
 


publicado por DD às 19:54
link do post | comentar | favorito

Situação da Pandemia a 25 de Maio de 2021






 

Números sem comparação com a maior parte dos países do mundo desde o início da pandemia do vírus chinês:



847.006 infeções

807.532 recuperados sem que tenha sido encontrado um medicamento adequado. Só a poderosa medicina do Serviço Nacional de Saúde é que permitiu recuperar como curados quase o mesmo número de infetados.

17.022 mortes igual a 2% (DOIS POR CENTO do número de infetados e 0,1% da população.

ZERO mortos nas últimas 24 horas.



Pessoas vacinadas até hoje:

3.526.688 com a 1ª dose

1.654.550 com vacinação completa



Total: 5.181.238 pessoas já levaram uma a duas doses



Os chineses dizem que não tiveram nada, nem mortos nem infetados, nem hospitalizados. Mesmo a 1ª dose dá já alguma proteção e os americanos dizem que as crianças até aos 14 anos só devem levar a primeira dose da Pfizer. As crianças têm a tendência de criar uma reação imunológica demasiado forte que acaba por os leucócitos atacarem as próprias células do organismo.



Mas Portugal é um país democrático e transparente que não tem vergonha de si mesmo e, como tal, não precisa de mentir porque tem notáveis comandantes como o Primeiro Ministro António Costa, a Ministra da Saúde Marta Temido e o extraordinário vice Almirante Gouveia e Melo mais um vasto conjunto de médicas/os e enfermeiras/os.



Nisto, a qualidade é portuguesa. VIVA A Pátria de todos nós.













 




Visita o COVID-19: Centro de informação para veres recursos sobre as vacinas.

Obter informações sobre as vacinas






 






 










Comentários e Gostos da sua Página de Dieter Dellinger no Facebook


José Marinheira, Joaquim Alexandre e 47 outras pessoas





4 comentários



10 partilhas










 

Gosto


 



 






 

Comentar


 






 

Partilhar


 






 




publicado por DD às 16:50
link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 10 de Setembro de 2020
...

China Totalitária 

Pensar é fundamental e, principalmente, debater e ter ideias sobre o mundo e universo de hoje. Quando procuro ver o que se passa no nosso mundo, observo que há formas de totalitarismo, populismos disfarçados de democracia e ditadura que estão a abranger grande parte do nosso planeta que, obviamente. não tem espaço para ditaduras mais ou menos totalitárias. A democracia tem de vencer e permitir que sejam os povos a decidirem do seu futuro. 

Nesse aspeto há que começar a analisar o maior país do mundo com 1,4 mil milhões de habitantes. Ou mais de um quarto da população mundial. 

A primeira pergunta que o pensador se coloca a si mesmo é saber se a China é totalitária ou apenas uma ditadura e qual a diferença entre um e outro modelo. 

Pegando no livro de Hannah Arendt “O Sistema Totalitário”, publicado em 1951 encontramos muitas explicações. Aí, a famosa pensadora e escritora afirma que o totalitarismo tende a modelar a sociedade e os indivíduos, o que implica uma propaganda total e uma tentativa de controle das massas pela ideologia omnipotente de um chefe infalível com controle da vida privada e íntima dos indivíduos, tudo com um sistema de terror. Isto correspondia à essência do nazismo, maoismo e estalinismo que na URSS deixou sucessores enfraquecidos pela idade. Mas, a meu ver, o totalitarismo verdadeiro implica uma só ideologia, enquanto na China podemos antes falar de uma salada de ideologias, o que torna a vida, pelo menos privada, menos sofrível. 

Desde a subida ao poder do presidente vitalício Xi Jinping em 2013 que fi fomentado na China uma ideologia que mistura o maoísmo com o confucionismo e um legalismo baseado numa judicatura canina e servil ao poder que deu um pensamento da potência superior do Estado comparável ao  Leviatan de Hobles. 

A China é por enquanto uma ditadura com um poder solidamente instalado e que ninguém põe em causa e tem tantas décadas de vida que não há quem se atreva a exigir uma democracia ou algo de diferente. Os poucos dissidentes foram eliminados e os que apareçam são perseguidos até às últimas instâncias. O chamado Estado de Direito é inexistente, mas, mesmo assim, no exterior não se define a China como um totalitarismo por o poder político ditatorial conviver com um certo liberalismo económico. As multinacionais possuem milhares de fábricas e negócios na China que se tornou também sede de multinacionais chinesas empenhadas em ganhar dinheiro seja onde for. O cidadão pode emigrar e viajar por toda a parte e se não se meter em política até é livre para pensar o que que quiser desde que não tente exprimir pensamentos políticos contrários ao pode vigente, seja na NET ou em que qualquer vídeo ou folha de papel colada numa parede 

O atual presidente Xi Jinping fala em socialismo de características chinesas ou em economia social de mercado e defende como ideologia o patriotismo ou nacionalismo com “cursos de patriotismo”  dados nas escolas e universidades, bem como nos meios de comunicação e nas administrações públicas em que a nação chinesa é realçada como sendo já uma civilização superior ao resto do Mundo, principalmente na atualidade sem recurso ao passado histórico que é igualmente exaltado, mas com cuidado. O nacional patriotismo chinês é muito parecido como o nacionalismo japonês como foi descrito por Ferreira de Castro na sua trilogia “A Volta ao Mundo”. 

Mas, o poder político não cessa de se aprofundar e Xi Jinping abandonou o caráter discreto do poder estabelecido por Deng Xiao Ping  desde que no 20º Congresso do Partido Comunista Chinês acabou a limitação a dois mandatos do  cargo de presidente da República, permitindo a Xi Jinping ser um presidente vitalício, dado estar fora de causa a possibilidade ínfima da Assembleia Popular escolher outra pessoa para presidente, salvo numa situação post mortem do atual detentor do cargo. 

Mas, a China não perdeu os seus laivos de totalitarismo sobre a cidadania.  

Efetivamente, desde 2014, os habitantes de certas regiões da China e tendencialmente de todo o país são já submetidos a um sistema de créditos como os condutores em Portugal, em que o acesso a serviços médico-sociais dependem da pessoa que os procura ter nota positiva na sua ficha pessoal dita de crédito social que regista o seu comportamento como cidadão que paga os seus impostos e dívidas e tem um comportamento aceitável pelo poder político. A questão dos pagamentos em ordem foi mais para disfarçar porque o que interessa é o comportamento político que pode produzir notas negativas pela delação de conversas íntimas. Seria exagerado falar de terror de massas, mas os meios informáticos e de observação facial com inteligência artificial permitem a automatização invisível de um certo terror. 

Nas grandes cidades assistiu-se à ascensão de uma nova classe média, já que, como escreveu Karl Marx, a grande indústria e os negócios necessitam de “capatazes” para controlar os trabalhadores que, atualmente, não é apenas isso, mas também técnicos para desenvolver, planear a produção, comercializar os produtos e contabilizar a produção e administradores do espaço público e político. 

 

No Tibete e nas províncias orientais do Xinjiang, as populações tibetanas e muçulmanas Uigures sofrem uma erradicação total das suas crenças, línguas e costumes étnicos com igualmente a ocupação territorialmente crescente dos chineses da etnia dominante Han. Fala-se na existência de mais de um milhão de pessoas confinados em campos de reeducação cultural, linguista e étnica, sofrendo autênticas lavagens aos cérebros sob o pretexto de formação profissional. Sendo minorias insignificantes na gigantesca massa populacional chinesa não são toleradas como seres humanos normais. O poder político desconfia de toda gente e, principalmente, daqueles que resultaram e uma tradição secular ou milenar ligeiramente diferente da etnia Han. A relação de forças não permite fazer algo a favor das minorias e estão entregues ao poder como estiveram os judeus no nazismo alemão. Enfim, Não é por acaso que o homo sapiens sapiens não conviveu muito tempo com o homo erectus, apesar deste último ter ocupado grande parte do planeta durante cerca de 200 milhões de anos. No mal somos todos iguais, exceto uns pensadores que observam o nosso mundo de maneira diferente. 

O regime político da China diz-se comunista, mas cuidado com alguém que o queira ser verdadeiramente. Terá a sorte de Bo Xilai, condenado a prisão perpétua por ter sido um excelente governador da região de Lianing e cultivou um maoismo moderno com música revolucionária nos parques e jardins e muita obra social feita que incluiu grandes bairros para as classes trabalhadoras. Sendo filho do marechal comandante do 13º exército chinês foi visto como extremamente perigoso, apesar da idade avançada do progenitor. Fizeram-lhe a folha e acusaram-no de ter mandado matar um cidadão britânico que pode ter morrido precisamente para o efeito. 

Como se lê na biografia de Mao, a China não mudou radicalmente e os seus mandarins são os Princeling” ou membros do Partido com ascendência familiar no mesmo.  



publicado por DD às 19:58
link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2020
Indústria Portuguesa de Automóveis e Componentes

 

Estudos recentes mostram que mais de 95% dos automóveis fabricados na Europa têm peças proveniente da engenharia e trabalho português e quando não se trata de um componente inteiro há na generalidade partes metálicas e de plástico moldadas, estampadas ou embutidas com moldes fabricados pela notável indústria portuguesa de moldes, cujo elevado nível de engenharia é reconhecido mundialmente.

Desde os finais do séculos passado, que mais de 60 milhões de europeus conduzem as suas viaturas agarrados a volantes de fabrico nacional, produzidos pela empresa Couro Azul que há 80 anos atrás fabricava apenas calçado de couro, passando a fabricar vestuário e depois o revestimento de couro dos volantes , tendo começado com um primeiro contrato de 800 volantes por dia para o VW Golf III para ultrapassar depois os 3 mil diários. A mesma fábrica de Alcanena produz bancos. painéis interiores de portas, resvetimentos, material de insonorização, etc.

O maior fabricante português de componentes para automóveis é a Sodécia, uma empresa com 40 anos de idade e fabricas na Guarda e que produzem rodas dentadas e outros componentes para as caixas de velocidade fabricadas pela Renault em Cacia. A sua engenharia permitiu internacionalizar-se e a empresa tem três centros tecnológicos em Portugal para desenvolvimento de engenharia e 33 fábricas espalhadas pelo mundo.

outra das grandes fábricas é a Sunviauto Automativ que nasceu em 1969 em Vila Nova de Gaia, onde fabrica bancos para automóveis com 550 trabalhadores, sendo 93% da produção exportada.

Portugal exporta mais de 90% dos componentes e dos 346 mil automóveis fabricados no ano passado no nosso País, ou seja 282.142 ligeiros, principalmente na Auto Europa e 58.141 viaturas comerciais mais 5.405 pesados.

O ano em curso promete ser promissor porque está em curso um investimento de 300 milhões de euros para fabricar em Estarreja uma viatura de nome Grenadier, um 4x4 do tipo Land Rover Defender para uso militar e civil.

Portugal tem pois 245 empresas que produzem viaturas e componentes no valor de 11,5 mil milhões de euros anuais, exportando 9,4 mil milhões.

As fábricas estão espalhadas por todo o país desde Vila Real a Aveiro, passando por Castelo branceo, Portalegre, Guarda, Coimbra, Leiria, Viana do Castelo, Braga e Porto.

A maior fábrca de componentes automóveis é a da Bosch em Braga que emprega atualmente 3.945 trabalhadores e fatura mais de mil milhões de euros, exportando 100% da sua produção para clientes como a BMW, Ferrari, Volkswagen, Audi, Porsche, Honda, Renault, etc

A situação de Portugal em termos de geografia do comércio mundial é excelente por estar entre o giganteso mercado europeu de 450 milhões de habitantes e o americano de 300 milhões muito consumidor de automóveis. Além disso, Portugal possui bons portos de exportação e importação como Leixões, Lisboa, Setúbal e Sines que muitos portugueses gostariam que nao existissem, a avaliar pelos protestos contra as dragagens no Sado para o acesso ao porto de Setúbal.

Estas informações são conhecidas e têm origem nas associações patronais, mas não aparecem nos jornais nem nas televisões e rádios, principalmente na RTP/RDP, cuja direção de informação é tão inimiga da Pátria e de todos os portugueses que não quer publicar algo que mostre que Portugal não é um país atrasado e tem muita tecnologia nacional e bons trabalhadores nos mais diversos setores da produção.

O jornlixo da RTP/RDP deseja apenas noticiar algo de negativo e fala constantemente no abandono do interior da Pária quando grande parte das indústrias que trabalham para o setor automóvel está espalhada por todo o país, mas se uma pequena fábrica falir vêm com um vasto noticiário e colocam os trabalhadores a lamentarem-se quando toda a gente sabe que nada é eterno e também as empresas nascem, vivem e morrem um dia.

Em qualquer país a escória da população é aquela como o jornalixo dos chamado serviço público que odeia a Pátria e só quer denegrir tudo o que é feito em Portugal.

Portugal tem futuro, Portugal é uma nação com bons trabalhadores e muita engenharia. VIVA PORTUGAL, fora com os seus inimigos.

Dieter Dellinger: 21-02-2020



publicado por DD às 19:36
link do post | comentar | favorito

...

Dieter Dellinger - Indústria Portuguesa

Estudos recentes mostram que mais de 95% dos automóveis fabricados na Europa têm peças proveniente da engenharia e trabalho português e quando não se trata de um componente inteiro há na generalidade partes metálicas e de plástico moldadas, estampadas ou embutidas com moldes fabricados pela notável indústria portuguesa de moldes, cujo elevado nível de engenharia é reconhecido mundialmente.

Desde os finais do séculos passado, que mais de 60 milhões de europeus conduzem as suas viaturas agarrados a volantes de fabrico nacional, produzidos pela empresa Couro Azul que há 80 anos atrás fabricava apenas calçado de couro, passando a fabricar vestuário e depois o revestimento de couro dos volantes , tendo começado com um primeiro contrato de 800 volantes por dia para o VW Golf III para ultrapassar depois os 3 mil diários. A mesma fábrica de Alcanena produz bancos. painéis interiores de portas, resvetimentos, material de insonorização, etc.

O maior fabricante português de componentes para automóveis é a Sodécia, uma empresa com 40 anos de idade e fabricas na Guarda e que produzem rodas dentadas e outros componentes para as caixas de velocidade fabricadas pela Renault em Cacia. A sua engenharia permitiu internacionalizar-se e a empresa tem três centros tecnológicos em Portugal para desenvolvimento de engenharia e 33 fábricas espalhadas pelo mundo.

outra das grandes fábricas é a Sunviauto Automativ que nasceu em 1969 em Vila Nova de Gaia, onde fabrica bancos para automóveis com 550 trabalhadores, sendo 93% da produção exportada.

Portugal exporta mais de 90% dos componentes e dos 346 mil automóveis fabricados no ano passado no nosso País, ou seja 282.142 ligeiros, principalmente na Auto Europa e 58.141 viaturas comerciais mais 5.405 pesados.

O ano em curso promete ser promissor porque está em curso um investimento de 300 milhões de euros para fabricar em Estarreja uma viatura de nome Grenadier, um 4x4 do tipo Land Rover Defender para uso militar e civil.

Portugal tem pois 245 empresas que produzem viaturas e componentes no valor de 11,5 mil milhões de euros anuais, exportando 9,4 mil milhões.

As fábricas estão espalhadas por todo o país desde Vila Real a Aveiro, passando por Castelo branceo, Portalegre, Guarda, Coimbra, Leiria, Viana do Castelo, Braga e Porto.

A maior fábrca de componentes automóveis é a da Bosch em Braga que emprega atualmente 3.945 trabalhadores e fatura mais de mil milhões de euros, exportando 100% da sua produção para clientes como a BMW, Ferrari, Volkswagen, Audi, Porsche, Honda, Renault, etc

A situação de Portugal em termos de geografia do comércio mundial é excelente por estar entre o giganteso mercado europeu de 450 milhões de habitantes e o americano de 300 milhões muito consumidor de automóveis. Além disso, Portugal possui bons portos de exportação e importação como Leixões, Lisboa, Setúbal e Sines que muitos portugueses gostariam que nao existissem, a avaliar pelos protestos contra as dragagens no Sado para o acesso ao porto de Setúbal.

Estas informações são conhecidas e têm origem nas associações patronais, mas não aparecem nos jornais nem nas televisões e rádios, principalmente na RTP/RDP, cuja direção de informação é tão inimiga da Pátria e de todos os portugueses que não quer publicar algo que mostre que Portugal não é um país atrasado e tem muita tecnologia nacional e bons trabalhadores nos mais diversos setores da produção.

O jornlixo da RTP/RDP deseja apenas noticiar algo de negativo e fala constantemente no abandono do interior da Pária quando grande parte das indústrias que trabalham para o setor automóvel está espalhada por todo o país, mas se uma pequena fábrica falir vêm com um vasto noticiário e colocam os trabalhadores a lamentarem-se quando toda a gente sabe que nada é eterno e também as empresas nascem, vivem e morrem um dia.

Em qualquer país a escória da população é aquela como o jornalixo dos chamado serviço público que odeia a Pátria e só quer denegrir tudo o que é feito em Portugal.

Portugal tem futuro, Portugal é uma nação com bons trabalhadores e muita engenharia. VIVA PORTUGAL, fora com os seus inimigos.

21.02.2020



publicado por DD às 19:32
link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 23 de Dezembro de 2019
Olival Ordenado e Árvores de Crescimento Rápido Caturam o CO2

“Um quilo de azeite, dependendo do modo de produção, fixa entre 3,6 e 10,6 quilos de CO2”.


O olival ORDENADO é das culturas que gastam menos água e sequestra mais dióxido de carbono.


As raízes das oliveiras penetram profundamente no solo, podendo ir até aos seis metros, mas nas oliveiras pequenas não necessitam desse esforço porque são irrigadas com tubagem gota a gota subterrânea que não deixa a água subir à superfície e evaporar-se, podendo produzir mais carbono de boa qualidade para a alimentação humana sob a forma de azeitonas e azeite.
O PCP anda a fazer uma campanha no Alentejo e, em particular na zona de Beja, contra o olival intensivo., sem saber que além de gastar pouca água, o olival não consome muitos nutrientes NPK (azoto, fósforo e potássio), ou seja, umas colheres de sopa por árvore ao longo da sua vida útil.


O planeta não necessita apenas de reduzir a produção de CO2, mas de retirar o excesso que existe já na atmosfera e só há uma "máquina" capaz de fazer isso, as árvores de todo o tipo e principalmente as de crescimento rápido.


A árvores que mais despolui o ambiente é, sem dúvida, o eucalipto devido à rapidez do seu crescimento.


As folhas das árvores possuem grande quantidade de estomas da ordem das centenas por mm2 que são organismo celulares criados pela natureza para absorver o CO2 e transforma-lo em açúcares nos cloroplastos.


Um eucalipto pode absorver 6 toneladas de carbono (CO2) por ano.


Os carvalhos de crescimento muito lento e, entre eles, os sobreiros capturam menos carbono que as oliveiras intensivas e o eucalipto.


A sobrevivência da Humanidade na Terra depende da reflorestação orientada para a não combustão, incluindo-se aqui a penalização muito forte do fogo posto criminoso ou negligente.


Árvores para a produção de frutos como azeitonas amêndoas, laranjas, peras, maçãs, etc. e árvores para uso da madeira em construção que assim fixam o carbono opara sempre.


As cidades necessitam de se acomodarem à árvores, dado saber-se que numa cidade a temperatura do ar é cerca de 3,5 a 5ºC mais elevado que no campo aberto vizinho. Daí que a presença de parques com muitas árvores e ruas arborizadas como tem sido feito em Lisboa proporciona aos seus habitantes uma atmosfera mais saudável e um temperatura do ar ligeiramente mais baixa.



publicado por DD às 17:33
link do post | comentar | favorito

Pobreza e exclusão

 

Na questão da Pobreza, o INE publicou História Estatística, isto é, dados de 2017 quando estamos à beira de 2020.
O cálculo da pobreza é feito com dados internos na relação entre os que têm mais e menos, o que quer dizer coisas muito diferentes entre países com diferentes Rendimentos Nacionais per Capita em Paridade de Poder de Compra.
Mas, Portugal com um Pib per capita em PPC de cerca de Eu 27.000,00 está abaixo de quase todos os países da Zona Euro, mas não é um país pobre - calculado no fim de 2018, devendo crescer este ano 1,9 a 2,1% - quando comparado com o resto do Mundo e, mesmo com nações da União como a Polónia, Roménia, Bulgária, etc. Este rendimento per capita é muito superior ao de grandes nações mundiais como a Rússia, China, Índia, Brasil, Indonésia, quase toda a América Latina, África e Ásia em geral com exceção do Japão.
A União Europeia definiu um indicador relativo à população em risco de pobreza ou exclusão social com base na Mediana que indicaria o valor médio entre a metade com rendimentos superiores e a que aufere menos, mas não revela qual o valor da Mediana nacional, pelo que não podemos ajuizar da veracidade dos dados publicados e de que é que o INE chama pobreza. Pobres seriam os que tenham rendimentos inferiores a 60% da Mediana. Os 60% do PIB em PPC nacional são 14.038,00 euros que é uma fronteira, não sendo riqueza nem pobreza.
O INE avançou agora dados provisórios para 2017, que apontam para quase 2,4 milhões de pessoas em situação de “risco de pobreza ou exclusão social” em Portugal. Este indicador não reflecte apenas a pobreza monetária, calculada em função dos rendimentos das famílias. Conjuga isso com o conceito de “privação material” (medido, por exemplo, pela incapacidade de pagar a tempo e horas rendas e outras despesas, ou pela incapacidade de ter uma refeição de carne, peixe ou equivalente, de dois em dois dias) e com o conceito de “intensidade laboral per capita muito reduzida”.
Esta privação material está relacionada com a taxa de exploração capitalista que priveligia o salário mínimo e só agora é que as empresas começam a estar obrigadas a pagar mais por pessoas capazes, dado que com a queda do desemprego, o chamado exército de reserva capitalista excluiu os técnicos e pessoas com formação superior ou boas capacidades organizativas, comerciais, artísticas, etc. que terão de ser muito mais bem pagas. Por isso, a situação em 2019 e 2020 deverá ser bem diferente da verificada em 2017.
Neste momento, está em situação de “pobreza e exclusão” 23,3% da população. Eram 25,1% em 2016, 26,6 em 2015, 27,5% em 2014.
Contudo, o indicador do INE não reflete uma prestação fundamental que é a casa social que na maior parte dos casos corresponde ao pagamento de uma renda inferior em 500 a 700 euros o seu valor natural ou 6.000 e 8.400 anuais, permitindo contabilizar como rendimento.
O INE o Pordata não permitem ajuizar o verdadeiro valor da pobreza em paridade de poder de compra porque trabalham com números nominais e tenta compará-los com dados estrangeiros igualmente nominais.
Podemos dizer que o Euro, sendo igual nos países membros, não tem o mesmo valor em todos os países, dado comprar-se muito mais em Portugal com 100 Euros do que na Alemanha, Suécia, etc.
Saliente-se, a título de exemplo, que para entrar numa praia no norte da Alemanha é preciso pagar à hora um dado valor que é eu chamaria praímetro.
Na Alemanha pode quase não haver pobreza, mas há fortunas astronómicas como a de duas famílias que possuem a maioria do capital do grupo VW, Skoda, Seat, Rolls Royce, ec. ou um irmão e uma irmã maioritários na BMW, Mini e dúzias de outras fábricas dos mais diversos artigos. Essas famílias recebem em dividendos quase um Euromilhões por ano. No oposto, muita gente ganha valores minímos de 1.500 a 2.000 euros nominais.
Para além disso, faz-se uso do Coeficiene de Gini que melhorou muito, mas diz pouco porque determina entre 0 e 100 qual a maior ou menor igualdade de rendimentos entre os portugueses sem conhecer os valores escondidos e reais.
A situação financeira dos portugueses melhorou bastante sem induzir uma inflação generalizada. Apenas na habitação é que registamos uma certa inflação, apesar do País possuir cerca de 6 milhões de fogos e os nascimentos serem muito inferiores aos óbitos. Assim, no ano passado faleceram 115 mil pessoas e nasceram 87 mil crianças que foi já um aumento nítido relativamente a anos anteriores. Mas com mais idosos há mais óbitos.

Portugal ainda é um dos países mais desiguais da União Europeia (UE), mas o coeficiente de Gini, que reflecte as diferenças de rendimentos, está abaixo do que existia em 2009, ano em que a crise financeira entrou no país. Portugal nunca registou um valor tão baixo desde que começou a usar este indicador, em 1994.
Este é o aspecto que mais chama a atenção de Carlos Farinha Rodrigues, coordenador científico do Observatório das Desigualdades do CIES-IUL, quando se lhe pede que olhe para o último Inquérito às Condições de Vida e Rendimento, divulgado ontem pelo INE.
/

O coeficiente de Gini mede o quão desigual é a distribuição de rendimentos entre as pessoas, numa escala entre o mínimo de 0 e o máximo de 100. Quanto mais perto do zero, menos desigual.
Aquele indicador começou a baixar em 2004. A tendência manteve-se até 2009. Nesse período, passou de 38,8 para 33,7. Mesmo assim, Portugal continuava a ser um dos países da UE com distribuição de rendimentos mais desigual. Dividia então o terceiro lugar com Espanha. Pior, só a Lituânia e a Letónia.
A partir de 2009 a situação agravou-se, atingindo-se em 2013 os 34,5. No ano seguinte já houve redução (34). A tendência continuou em 2015 (33,9) e acentuou-se em 2016 (33,5). O país, porém, permanecia um dos mais desiguais da União. Já fica abaixo de Bulgária, Lituânia, Roménia, Espanha e Letónia.
O especialista em pobreza e desigualdade enfatiza a queda de outros indicadores. As crianças foram o grupo etário mais afectado pela chamada crise da dívida. E a taxa de risco de pobreza de menores de 18 anos alcançou em 2016 os 20,7%, quando ainda no ano anterior era 22,4. É, diz Farinha Rodrigues, o valor mais baixo de sempre. O mais próximo que esteve disso foi 20,8%, em 2005.


A taxa de risco de pobreza, de resto, baixou para todos os grupos etários entre 2015 e 2016. Na população idosa passou de 18,3 para 17%. E na população adulta em idade activa de 18,2% para 18,1%. A grande excepção é protagonizada pelos desempregados (passou de 42% para 44,8%).
Farinha Rodrigues atribui a quebra da pobreza à descida da taxa de desemprego, que recuou para os valores pré-crise, mas também à reposição dos rendimentos das famílias. Essa reposição está a ser feita, muito por via das transferências sociais, de forma gradual. Subsistem, contudo, os baixos salários e a precariedade. Mantém-se nos 11% a taxa de trabalhadores pobres.

 



publicado por DD às 17:02
link do post | comentar | favorito

Domingo, 3 de Novembro de 2019
Um SUSTO para a PÁTRIA

Seria um SUSTO Enorme para a Pátria

Monte Negro tem Razão

quando diz que António Costa não é um político reformista e está contra as reformas da extrema direita PPD/Chega/CDS que são:

1) Privatizar a Segurança Social., fazendo com que os descontos para as reformas sejam entregues a fundos privados e, enquanto isso se verifica, o Estado não pode deixar de pagar as atuais reformas e até as das pessoas que se vão reformar dentro de um certo número de anos que ao passarem para fundos privados terá o Estado de entregar os descontos já feitos a esses fundos, o que significa um ENORME AUMENTO DE IMPOSTOS, pois as atuais reformas são pagas pelos atuais descontos e fica sempre um saldo positivo e que acumulou mais de 3 mil milhões de euros. Além disso, 2% do IRC vai para o fundo das reformas.

2) Privatizar a CGD no todo ou em parte que seria entregar o que resta do sistema financeiro português a estrangeiros, dado que o capital português deve ser insuficiente e está no estrangeiro.

3) Privatizar a saúde, transformando o Serviço Nacional de Saúde numa espécie de seguro de saúde. Só que não há capital nacional para privados comprarem os cento e muitos hospitais e as centenas de centros de saúde. Por isso, o sistema hospitalar e de saúde seria entregue a privados de graça ou a troco de rendas baixas.

4) Privatizar o sistema escolar, entregando as escolas a privados e o Estado pagaria por aluno o mesmo que gasta atualmente na escola pública.

5) Privatizar a CP depois de equipada com novos comboios por via de concessões como a Fertágus em que os comboios e a linha são da CP e Rede de Infraestruturas.

6) Privatizar o Metro de Lisboa e o do Porto, apesar do elevado custo das linhas e tuneis não permitirem a sua aquisição por privados nem o aluguel a uma renda não exorbitante.

7) Privatizar a Carris e todas as empresas de transporte rodoviário do Estado ou das autarquias.

8) Privatizar o que resta da Eletricidade e toda a captação e distribuição de água.

9) Privatizar todo o saneamento básico, entregando ao capital as ETARES, condutas de esgotos, etc.

10) Privatizar grande parte do Governo, reduzindo o número de ministros e secretários de Estado e entregando todos os estudos e elaboração de leis e regulamentos a grandes escritórios de advogados e consultoria económica que comem milhões por esses trabalhos.

Enfim, PRIVATIZAR tudo a PATACOS para que a Democracia Portuguesa seja praticamente SIMBÓLICA.

Eles começaram e se não tivessem sido corridos do Governo já teriam privatizado muita coisa.



publicado por DD às 19:55
link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 18 de Outubro de 2019
Estatísticas do 1º Semestre de 2019

Dados do 1º Semestre de 2019

VALORIZAÇÃO SALARIAL +9,2% foi o aumento do rendimento médio mensal líquido da população empregada por conta de outrem desde o início da legislatura.

CRESCIMENTO ECONÓMICO +1,8% PIB no 2º trimestre de 2019. Consolida-se a trajetória de convergência iniciada em 2017, com o crescimento a manter-se apesar da conjuntura externa adversa.

INVESTIMENTO +20% foi quanto cresceu o investimento no 1º trimestre de 2019 face ao 4º trimestre de 2015, um crescimento bem superior ao registado na Zona Euro ou na UE, +11% no mesmo período.

EMPREGO +350 mil empregos criados desde dezembro de 2015. Criados em vários setores da economia, desde a educação e atividades de saúde e apoio social (+71 mil), ao alojamento e restauração (+68 mil), à indústria (+56 mil) e transportes e armazenagem (+42 mil).

MENOR PRECARIEDADE +320 mil contratos sem termo nesta legislatura, o que corresponde a 92% da variação de empregos por conta de outrem . No último ano, a contratação colectiva atingiu uma cobertura potencial de mais de 1,1 milhões de trabalhadores (+98% face a 2015).

TAXA DE DESEMPREGO 6,3% Portugal é o quarto país da Zona Euro em que o desemprego mais baixou. O desemprego registado desceu em todos os setores e regiões, atingindo o valor mais baixo desde 1991.

TAXA DE RISCO DE POBREZA 17,3% apesar de elevada é a taxa mais baixa de que há registo. Fruto da política de recuperação de rendimentos, de 2015 até 2017, a taxa de risco de pobreza cai de 10,9% para 9,7% para os empregados, e até 2018 382 mil pessoas saíram da situação de privação material severa.

SALDO MIGRATÓRIO 11.570 superando, mas em positivo, o valor negativo do saldo em 2015. Este resulta quer do aumento da imigração (+44%, face a 2015) como da redução da emigração (-22% face a 2015)

SUCESSO ESCOLAR 91,8% no conjunto do Ensino Básico e Secundário, mais 2,0 pontos percentuais que em 2015 I

INVESTIGAÇÃO & DESENVOLVIMENTO +23,2% Três anos consecutivos de crescimento, atingindo 1,37% do PIB. I&D cresceu 35% nas empresas, refletindo a aposta na inovação e no interface da ciência com o tecido empresarial.

EMPREGO CIENTÍFICO +1,5 investigadores por cada mil ativos, atingindo um valor de 8,9 em 2018. O número de investigadores em empresas cresceu 35%. O Estímulo ao Emprego Científico já ultrapassou a sua meta de 5000 contratações.

MAIS RECURSOS HUMANOS NO SNS +10.800 profissionais de saúde há hoje mais 9% de profissionais que em 2015



publicado por DD às 17:30
link do post | comentar | favorito

mais sobre mim
pesquisar
 
Julho 2021
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

11
12
13
14
15
16

18
19
20
21
22
23
24

25
26
27
28
29
30
31


posts recentes

Alta Velocidade

O Mel da Direita

Situação da Pandemia a 25...

...

Indústria Portuguesa de A...

...

Olival Ordenado e Árvores...

Pobreza e exclusão

Um SUSTO para a PÁTRIA

Estatísticas do 1º Semest...

arquivos

Julho 2021

Maio 2021

Setembro 2020

Fevereiro 2020

Dezembro 2019

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Junho 2018

Maio 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Junho 2016

Maio 2016

Março 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Julho 2005

Junho 2004

Maio 2004

tags

todas as tags

links
subscrever feeds