Jornal Socialista, Democrático e Independente dirigido por Dieter Dellinger, Diogo Sotto Maior e outros colaboradores.
Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2020
Indústria Portuguesa de Automóveis e Componentes

 

Estudos recentes mostram que mais de 95% dos automóveis fabricados na Europa têm peças proveniente da engenharia e trabalho português e quando não se trata de um componente inteiro há na generalidade partes metálicas e de plástico moldadas, estampadas ou embutidas com moldes fabricados pela notável indústria portuguesa de moldes, cujo elevado nível de engenharia é reconhecido mundialmente.

Desde os finais do séculos passado, que mais de 60 milhões de europeus conduzem as suas viaturas agarrados a volantes de fabrico nacional, produzidos pela empresa Couro Azul que há 80 anos atrás fabricava apenas calçado de couro, passando a fabricar vestuário e depois o revestimento de couro dos volantes , tendo começado com um primeiro contrato de 800 volantes por dia para o VW Golf III para ultrapassar depois os 3 mil diários. A mesma fábrica de Alcanena produz bancos. painéis interiores de portas, resvetimentos, material de insonorização, etc.

O maior fabricante português de componentes para automóveis é a Sodécia, uma empresa com 40 anos de idade e fabricas na Guarda e que produzem rodas dentadas e outros componentes para as caixas de velocidade fabricadas pela Renault em Cacia. A sua engenharia permitiu internacionalizar-se e a empresa tem três centros tecnológicos em Portugal para desenvolvimento de engenharia e 33 fábricas espalhadas pelo mundo.

outra das grandes fábricas é a Sunviauto Automativ que nasceu em 1969 em Vila Nova de Gaia, onde fabrica bancos para automóveis com 550 trabalhadores, sendo 93% da produção exportada.

Portugal exporta mais de 90% dos componentes e dos 346 mil automóveis fabricados no ano passado no nosso País, ou seja 282.142 ligeiros, principalmente na Auto Europa e 58.141 viaturas comerciais mais 5.405 pesados.

O ano em curso promete ser promissor porque está em curso um investimento de 300 milhões de euros para fabricar em Estarreja uma viatura de nome Grenadier, um 4x4 do tipo Land Rover Defender para uso militar e civil.

Portugal tem pois 245 empresas que produzem viaturas e componentes no valor de 11,5 mil milhões de euros anuais, exportando 9,4 mil milhões.

As fábricas estão espalhadas por todo o país desde Vila Real a Aveiro, passando por Castelo branceo, Portalegre, Guarda, Coimbra, Leiria, Viana do Castelo, Braga e Porto.

A maior fábrca de componentes automóveis é a da Bosch em Braga que emprega atualmente 3.945 trabalhadores e fatura mais de mil milhões de euros, exportando 100% da sua produção para clientes como a BMW, Ferrari, Volkswagen, Audi, Porsche, Honda, Renault, etc

A situação de Portugal em termos de geografia do comércio mundial é excelente por estar entre o giganteso mercado europeu de 450 milhões de habitantes e o americano de 300 milhões muito consumidor de automóveis. Além disso, Portugal possui bons portos de exportação e importação como Leixões, Lisboa, Setúbal e Sines que muitos portugueses gostariam que nao existissem, a avaliar pelos protestos contra as dragagens no Sado para o acesso ao porto de Setúbal.

Estas informações são conhecidas e têm origem nas associações patronais, mas não aparecem nos jornais nem nas televisões e rádios, principalmente na RTP/RDP, cuja direção de informação é tão inimiga da Pátria e de todos os portugueses que não quer publicar algo que mostre que Portugal não é um país atrasado e tem muita tecnologia nacional e bons trabalhadores nos mais diversos setores da produção.

O jornlixo da RTP/RDP deseja apenas noticiar algo de negativo e fala constantemente no abandono do interior da Pária quando grande parte das indústrias que trabalham para o setor automóvel está espalhada por todo o país, mas se uma pequena fábrica falir vêm com um vasto noticiário e colocam os trabalhadores a lamentarem-se quando toda a gente sabe que nada é eterno e também as empresas nascem, vivem e morrem um dia.

Em qualquer país a escória da população é aquela como o jornalixo dos chamado serviço público que odeia a Pátria e só quer denegrir tudo o que é feito em Portugal.

Portugal tem futuro, Portugal é uma nação com bons trabalhadores e muita engenharia. VIVA PORTUGAL, fora com os seus inimigos.

Dieter Dellinger: 21-02-2020



publicado por DD às 19:36
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Dieter Dellinger - Indústria Portuguesa

Estudos recentes mostram que mais de 95% dos automóveis fabricados na Europa têm peças proveniente da engenharia e trabalho português e quando não se trata de um componente inteiro há na generalidade partes metálicas e de plástico moldadas, estampadas ou embutidas com moldes fabricados pela notável indústria portuguesa de moldes, cujo elevado nível de engenharia é reconhecido mundialmente.

Desde os finais do séculos passado, que mais de 60 milhões de europeus conduzem as suas viaturas agarrados a volantes de fabrico nacional, produzidos pela empresa Couro Azul que há 80 anos atrás fabricava apenas calçado de couro, passando a fabricar vestuário e depois o revestimento de couro dos volantes , tendo começado com um primeiro contrato de 800 volantes por dia para o VW Golf III para ultrapassar depois os 3 mil diários. A mesma fábrica de Alcanena produz bancos. painéis interiores de portas, resvetimentos, material de insonorização, etc.

O maior fabricante português de componentes para automóveis é a Sodécia, uma empresa com 40 anos de idade e fabricas na Guarda e que produzem rodas dentadas e outros componentes para as caixas de velocidade fabricadas pela Renault em Cacia. A sua engenharia permitiu internacionalizar-se e a empresa tem três centros tecnológicos em Portugal para desenvolvimento de engenharia e 33 fábricas espalhadas pelo mundo.

outra das grandes fábricas é a Sunviauto Automativ que nasceu em 1969 em Vila Nova de Gaia, onde fabrica bancos para automóveis com 550 trabalhadores, sendo 93% da produção exportada.

Portugal exporta mais de 90% dos componentes e dos 346 mil automóveis fabricados no ano passado no nosso País, ou seja 282.142 ligeiros, principalmente na Auto Europa e 58.141 viaturas comerciais mais 5.405 pesados.

O ano em curso promete ser promissor porque está em curso um investimento de 300 milhões de euros para fabricar em Estarreja uma viatura de nome Grenadier, um 4x4 do tipo Land Rover Defender para uso militar e civil.

Portugal tem pois 245 empresas que produzem viaturas e componentes no valor de 11,5 mil milhões de euros anuais, exportando 9,4 mil milhões.

As fábricas estão espalhadas por todo o país desde Vila Real a Aveiro, passando por Castelo branceo, Portalegre, Guarda, Coimbra, Leiria, Viana do Castelo, Braga e Porto.

A maior fábrca de componentes automóveis é a da Bosch em Braga que emprega atualmente 3.945 trabalhadores e fatura mais de mil milhões de euros, exportando 100% da sua produção para clientes como a BMW, Ferrari, Volkswagen, Audi, Porsche, Honda, Renault, etc

A situação de Portugal em termos de geografia do comércio mundial é excelente por estar entre o giganteso mercado europeu de 450 milhões de habitantes e o americano de 300 milhões muito consumidor de automóveis. Além disso, Portugal possui bons portos de exportação e importação como Leixões, Lisboa, Setúbal e Sines que muitos portugueses gostariam que nao existissem, a avaliar pelos protestos contra as dragagens no Sado para o acesso ao porto de Setúbal.

Estas informações são conhecidas e têm origem nas associações patronais, mas não aparecem nos jornais nem nas televisões e rádios, principalmente na RTP/RDP, cuja direção de informação é tão inimiga da Pátria e de todos os portugueses que não quer publicar algo que mostre que Portugal não é um país atrasado e tem muita tecnologia nacional e bons trabalhadores nos mais diversos setores da produção.

O jornlixo da RTP/RDP deseja apenas noticiar algo de negativo e fala constantemente no abandono do interior da Pária quando grande parte das indústrias que trabalham para o setor automóvel está espalhada por todo o país, mas se uma pequena fábrica falir vêm com um vasto noticiário e colocam os trabalhadores a lamentarem-se quando toda a gente sabe que nada é eterno e também as empresas nascem, vivem e morrem um dia.

Em qualquer país a escória da população é aquela como o jornalixo dos chamado serviço público que odeia a Pátria e só quer denegrir tudo o que é feito em Portugal.

Portugal tem futuro, Portugal é uma nação com bons trabalhadores e muita engenharia. VIVA PORTUGAL, fora com os seus inimigos.

21.02.2020



publicado por DD às 19:32
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Segunda-feira, 23 de Dezembro de 2019
Olival Ordenado e Árvores de Crescimento Rápido Caturam o CO2

“Um quilo de azeite, dependendo do modo de produção, fixa entre 3,6 e 10,6 quilos de CO2”.


O olival ORDENADO é das culturas que gastam menos água e sequestra mais dióxido de carbono.


As raízes das oliveiras penetram profundamente no solo, podendo ir até aos seis metros, mas nas oliveiras pequenas não necessitam desse esforço porque são irrigadas com tubagem gota a gota subterrânea que não deixa a água subir à superfície e evaporar-se, podendo produzir mais carbono de boa qualidade para a alimentação humana sob a forma de azeitonas e azeite.
O PCP anda a fazer uma campanha no Alentejo e, em particular na zona de Beja, contra o olival intensivo., sem saber que além de gastar pouca água, o olival não consome muitos nutrientes NPK (azoto, fósforo e potássio), ou seja, umas colheres de sopa por árvore ao longo da sua vida útil.


O planeta não necessita apenas de reduzir a produção de CO2, mas de retirar o excesso que existe já na atmosfera e só há uma "máquina" capaz de fazer isso, as árvores de todo o tipo e principalmente as de crescimento rápido.


A árvores que mais despolui o ambiente é, sem dúvida, o eucalipto devido à rapidez do seu crescimento.


As folhas das árvores possuem grande quantidade de estomas da ordem das centenas por mm2 que são organismo celulares criados pela natureza para absorver o CO2 e transforma-lo em açúcares nos cloroplastos.


Um eucalipto pode absorver 6 toneladas de carbono (CO2) por ano.


Os carvalhos de crescimento muito lento e, entre eles, os sobreiros capturam menos carbono que as oliveiras intensivas e o eucalipto.


A sobrevivência da Humanidade na Terra depende da reflorestação orientada para a não combustão, incluindo-se aqui a penalização muito forte do fogo posto criminoso ou negligente.


Árvores para a produção de frutos como azeitonas amêndoas, laranjas, peras, maçãs, etc. e árvores para uso da madeira em construção que assim fixam o carbono opara sempre.


As cidades necessitam de se acomodarem à árvores, dado saber-se que numa cidade a temperatura do ar é cerca de 3,5 a 5ºC mais elevado que no campo aberto vizinho. Daí que a presença de parques com muitas árvores e ruas arborizadas como tem sido feito em Lisboa proporciona aos seus habitantes uma atmosfera mais saudável e um temperatura do ar ligeiramente mais baixa.



publicado por DD às 17:33
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Pobreza e exclusão

 

Na questão da Pobreza, o INE publicou História Estatística, isto é, dados de 2017 quando estamos à beira de 2020.
O cálculo da pobreza é feito com dados internos na relação entre os que têm mais e menos, o que quer dizer coisas muito diferentes entre países com diferentes Rendimentos Nacionais per Capita em Paridade de Poder de Compra.
Mas, Portugal com um Pib per capita em PPC de cerca de Eu 27.000,00 está abaixo de quase todos os países da Zona Euro, mas não é um país pobre - calculado no fim de 2018, devendo crescer este ano 1,9 a 2,1% - quando comparado com o resto do Mundo e, mesmo com nações da União como a Polónia, Roménia, Bulgária, etc. Este rendimento per capita é muito superior ao de grandes nações mundiais como a Rússia, China, Índia, Brasil, Indonésia, quase toda a América Latina, África e Ásia em geral com exceção do Japão.
A União Europeia definiu um indicador relativo à população em risco de pobreza ou exclusão social com base na Mediana que indicaria o valor médio entre a metade com rendimentos superiores e a que aufere menos, mas não revela qual o valor da Mediana nacional, pelo que não podemos ajuizar da veracidade dos dados publicados e de que é que o INE chama pobreza. Pobres seriam os que tenham rendimentos inferiores a 60% da Mediana. Os 60% do PIB em PPC nacional são 14.038,00 euros que é uma fronteira, não sendo riqueza nem pobreza.
O INE avançou agora dados provisórios para 2017, que apontam para quase 2,4 milhões de pessoas em situação de “risco de pobreza ou exclusão social” em Portugal. Este indicador não reflecte apenas a pobreza monetária, calculada em função dos rendimentos das famílias. Conjuga isso com o conceito de “privação material” (medido, por exemplo, pela incapacidade de pagar a tempo e horas rendas e outras despesas, ou pela incapacidade de ter uma refeição de carne, peixe ou equivalente, de dois em dois dias) e com o conceito de “intensidade laboral per capita muito reduzida”.
Esta privação material está relacionada com a taxa de exploração capitalista que priveligia o salário mínimo e só agora é que as empresas começam a estar obrigadas a pagar mais por pessoas capazes, dado que com a queda do desemprego, o chamado exército de reserva capitalista excluiu os técnicos e pessoas com formação superior ou boas capacidades organizativas, comerciais, artísticas, etc. que terão de ser muito mais bem pagas. Por isso, a situação em 2019 e 2020 deverá ser bem diferente da verificada em 2017.
Neste momento, está em situação de “pobreza e exclusão” 23,3% da população. Eram 25,1% em 2016, 26,6 em 2015, 27,5% em 2014.
Contudo, o indicador do INE não reflete uma prestação fundamental que é a casa social que na maior parte dos casos corresponde ao pagamento de uma renda inferior em 500 a 700 euros o seu valor natural ou 6.000 e 8.400 anuais, permitindo contabilizar como rendimento.
O INE o Pordata não permitem ajuizar o verdadeiro valor da pobreza em paridade de poder de compra porque trabalham com números nominais e tenta compará-los com dados estrangeiros igualmente nominais.
Podemos dizer que o Euro, sendo igual nos países membros, não tem o mesmo valor em todos os países, dado comprar-se muito mais em Portugal com 100 Euros do que na Alemanha, Suécia, etc.
Saliente-se, a título de exemplo, que para entrar numa praia no norte da Alemanha é preciso pagar à hora um dado valor que é eu chamaria praímetro.
Na Alemanha pode quase não haver pobreza, mas há fortunas astronómicas como a de duas famílias que possuem a maioria do capital do grupo VW, Skoda, Seat, Rolls Royce, ec. ou um irmão e uma irmã maioritários na BMW, Mini e dúzias de outras fábricas dos mais diversos artigos. Essas famílias recebem em dividendos quase um Euromilhões por ano. No oposto, muita gente ganha valores minímos de 1.500 a 2.000 euros nominais.
Para além disso, faz-se uso do Coeficiene de Gini que melhorou muito, mas diz pouco porque determina entre 0 e 100 qual a maior ou menor igualdade de rendimentos entre os portugueses sem conhecer os valores escondidos e reais.
A situação financeira dos portugueses melhorou bastante sem induzir uma inflação generalizada. Apenas na habitação é que registamos uma certa inflação, apesar do País possuir cerca de 6 milhões de fogos e os nascimentos serem muito inferiores aos óbitos. Assim, no ano passado faleceram 115 mil pessoas e nasceram 87 mil crianças que foi já um aumento nítido relativamente a anos anteriores. Mas com mais idosos há mais óbitos.

Portugal ainda é um dos países mais desiguais da União Europeia (UE), mas o coeficiente de Gini, que reflecte as diferenças de rendimentos, está abaixo do que existia em 2009, ano em que a crise financeira entrou no país. Portugal nunca registou um valor tão baixo desde que começou a usar este indicador, em 1994.
Este é o aspecto que mais chama a atenção de Carlos Farinha Rodrigues, coordenador científico do Observatório das Desigualdades do CIES-IUL, quando se lhe pede que olhe para o último Inquérito às Condições de Vida e Rendimento, divulgado ontem pelo INE.
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O coeficiente de Gini mede o quão desigual é a distribuição de rendimentos entre as pessoas, numa escala entre o mínimo de 0 e o máximo de 100. Quanto mais perto do zero, menos desigual.
Aquele indicador começou a baixar em 2004. A tendência manteve-se até 2009. Nesse período, passou de 38,8 para 33,7. Mesmo assim, Portugal continuava a ser um dos países da UE com distribuição de rendimentos mais desigual. Dividia então o terceiro lugar com Espanha. Pior, só a Lituânia e a Letónia.
A partir de 2009 a situação agravou-se, atingindo-se em 2013 os 34,5. No ano seguinte já houve redução (34). A tendência continuou em 2015 (33,9) e acentuou-se em 2016 (33,5). O país, porém, permanecia um dos mais desiguais da União. Já fica abaixo de Bulgária, Lituânia, Roménia, Espanha e Letónia.
O especialista em pobreza e desigualdade enfatiza a queda de outros indicadores. As crianças foram o grupo etário mais afectado pela chamada crise da dívida. E a taxa de risco de pobreza de menores de 18 anos alcançou em 2016 os 20,7%, quando ainda no ano anterior era 22,4. É, diz Farinha Rodrigues, o valor mais baixo de sempre. O mais próximo que esteve disso foi 20,8%, em 2005.


A taxa de risco de pobreza, de resto, baixou para todos os grupos etários entre 2015 e 2016. Na população idosa passou de 18,3 para 17%. E na população adulta em idade activa de 18,2% para 18,1%. A grande excepção é protagonizada pelos desempregados (passou de 42% para 44,8%).
Farinha Rodrigues atribui a quebra da pobreza à descida da taxa de desemprego, que recuou para os valores pré-crise, mas também à reposição dos rendimentos das famílias. Essa reposição está a ser feita, muito por via das transferências sociais, de forma gradual. Subsistem, contudo, os baixos salários e a precariedade. Mantém-se nos 11% a taxa de trabalhadores pobres.

 



publicado por DD às 17:02
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Domingo, 3 de Novembro de 2019
Um SUSTO para a PÁTRIA

Seria um SUSTO Enorme para a Pátria

Monte Negro tem Razão

quando diz que António Costa não é um político reformista e está contra as reformas da extrema direita PPD/Chega/CDS que são:

1) Privatizar a Segurança Social., fazendo com que os descontos para as reformas sejam entregues a fundos privados e, enquanto isso se verifica, o Estado não pode deixar de pagar as atuais reformas e até as das pessoas que se vão reformar dentro de um certo número de anos que ao passarem para fundos privados terá o Estado de entregar os descontos já feitos a esses fundos, o que significa um ENORME AUMENTO DE IMPOSTOS, pois as atuais reformas são pagas pelos atuais descontos e fica sempre um saldo positivo e que acumulou mais de 3 mil milhões de euros. Além disso, 2% do IRC vai para o fundo das reformas.

2) Privatizar a CGD no todo ou em parte que seria entregar o que resta do sistema financeiro português a estrangeiros, dado que o capital português deve ser insuficiente e está no estrangeiro.

3) Privatizar a saúde, transformando o Serviço Nacional de Saúde numa espécie de seguro de saúde. Só que não há capital nacional para privados comprarem os cento e muitos hospitais e as centenas de centros de saúde. Por isso, o sistema hospitalar e de saúde seria entregue a privados de graça ou a troco de rendas baixas.

4) Privatizar o sistema escolar, entregando as escolas a privados e o Estado pagaria por aluno o mesmo que gasta atualmente na escola pública.

5) Privatizar a CP depois de equipada com novos comboios por via de concessões como a Fertágus em que os comboios e a linha são da CP e Rede de Infraestruturas.

6) Privatizar o Metro de Lisboa e o do Porto, apesar do elevado custo das linhas e tuneis não permitirem a sua aquisição por privados nem o aluguel a uma renda não exorbitante.

7) Privatizar a Carris e todas as empresas de transporte rodoviário do Estado ou das autarquias.

8) Privatizar o que resta da Eletricidade e toda a captação e distribuição de água.

9) Privatizar todo o saneamento básico, entregando ao capital as ETARES, condutas de esgotos, etc.

10) Privatizar grande parte do Governo, reduzindo o número de ministros e secretários de Estado e entregando todos os estudos e elaboração de leis e regulamentos a grandes escritórios de advogados e consultoria económica que comem milhões por esses trabalhos.

Enfim, PRIVATIZAR tudo a PATACOS para que a Democracia Portuguesa seja praticamente SIMBÓLICA.

Eles começaram e se não tivessem sido corridos do Governo já teriam privatizado muita coisa.



publicado por DD às 19:55
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Sexta-feira, 18 de Outubro de 2019
Estatísticas do 1º Semestre de 2019

Dados do 1º Semestre de 2019

VALORIZAÇÃO SALARIAL +9,2% foi o aumento do rendimento médio mensal líquido da população empregada por conta de outrem desde o início da legislatura.

CRESCIMENTO ECONÓMICO +1,8% PIB no 2º trimestre de 2019. Consolida-se a trajetória de convergência iniciada em 2017, com o crescimento a manter-se apesar da conjuntura externa adversa.

INVESTIMENTO +20% foi quanto cresceu o investimento no 1º trimestre de 2019 face ao 4º trimestre de 2015, um crescimento bem superior ao registado na Zona Euro ou na UE, +11% no mesmo período.

EMPREGO +350 mil empregos criados desde dezembro de 2015. Criados em vários setores da economia, desde a educação e atividades de saúde e apoio social (+71 mil), ao alojamento e restauração (+68 mil), à indústria (+56 mil) e transportes e armazenagem (+42 mil).

MENOR PRECARIEDADE +320 mil contratos sem termo nesta legislatura, o que corresponde a 92% da variação de empregos por conta de outrem . No último ano, a contratação colectiva atingiu uma cobertura potencial de mais de 1,1 milhões de trabalhadores (+98% face a 2015).

TAXA DE DESEMPREGO 6,3% Portugal é o quarto país da Zona Euro em que o desemprego mais baixou. O desemprego registado desceu em todos os setores e regiões, atingindo o valor mais baixo desde 1991.

TAXA DE RISCO DE POBREZA 17,3% apesar de elevada é a taxa mais baixa de que há registo. Fruto da política de recuperação de rendimentos, de 2015 até 2017, a taxa de risco de pobreza cai de 10,9% para 9,7% para os empregados, e até 2018 382 mil pessoas saíram da situação de privação material severa.

SALDO MIGRATÓRIO 11.570 superando, mas em positivo, o valor negativo do saldo em 2015. Este resulta quer do aumento da imigração (+44%, face a 2015) como da redução da emigração (-22% face a 2015)

SUCESSO ESCOLAR 91,8% no conjunto do Ensino Básico e Secundário, mais 2,0 pontos percentuais que em 2015 I

INVESTIGAÇÃO & DESENVOLVIMENTO +23,2% Três anos consecutivos de crescimento, atingindo 1,37% do PIB. I&D cresceu 35% nas empresas, refletindo a aposta na inovação e no interface da ciência com o tecido empresarial.

EMPREGO CIENTÍFICO +1,5 investigadores por cada mil ativos, atingindo um valor de 8,9 em 2018. O número de investigadores em empresas cresceu 35%. O Estímulo ao Emprego Científico já ultrapassou a sua meta de 5000 contratações.

MAIS RECURSOS HUMANOS NO SNS +10.800 profissionais de saúde há hoje mais 9% de profissionais que em 2015



publicado por DD às 17:30
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Terça-feira, 15 de Outubro de 2019
Nogueira não Percebeu.

 

O Nogueira da FERNPROF não percebeu que a ele se deve a grande derrota do PCP nas últimas eleições.

Os contribuintes sabem que toda a justiça salarial e tudo o que deve ser feito de muito bom é pago por eles, sai do seu bolso como injustiça financeira. Por isso, António Costa não teve medo em o enfrentar e dizer não ao regresso a um passado crítico.

Agora, o Nogueira anda a fazer campanha por causa da falta de professores de informática e geografia, duas licenciaturas que permitem obter empregos a fazer coisas e a evoluir no conhecimento, ao contrário do ensino de crianças, as quais merecem esses e outros conhecimentos, mas não se pode obrigar um geografo que trabalhe para o Google Map a ir ensinar na escola A ou B ou o informático deixar de fazer programas para ensinar as bases da informática.

Nogueira anda a dizer que há 2 mil horários sem alunos. É grave, mas estatisticamente o que é?

O Estado Português possui 5.900 escolas frequentadas em 2018 por 1.617.570 alunos em 80.978 turmas com 404.300 horários ou disciplinas. Isto do ensino não superior nem politécnico porque aí há mais de 350 mil alunos.

A falta de professores para 2 mil horários representa 0,5% do total dos horários. É grave e quase dramático para os visados.
Mas quem é a pessoa no Mundo que conhece apenas 0,5% de algo menos bom, acidental ou errado. Geralmente erramos em tudo o que fazemos durante a vida numa percentagem superior ou, simplesmente, não acertamos.

A percentagem de perdas eleitorais do partido do Nogueira foi superior a 0,5% e se tivesse sido só isso, Jerónimo de Sousa e Nogueira cantavam vitória.

 



publicado por DD às 14:48
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Sexta-feira, 13 de Setembro de 2019
Os Pequenos Partidos "dão" Votos aos Grandes

Os pequenos partidos que não conseguem eleger deputados em pequenos círculos eleitorais dão uma vitória acrescida aos grandes. Apenas nos grandes círculos como Lisboa, Porto, etc. é que partidos com menos de 10% de votos podem eleger deputados, apesar do método de Hond favorecer o último da divisão.
O Rui Rio quer reduzir o número de deputados para 180 (permitido pela Constituição) e dividir os grandes círculos em outros mais pequenos, o que favorecia ainda mais o primeiro partido e, eventualmente, o segundo mais votado. Seria um atentado aos direitos humanos. O PS que poderia ser o mais favorecido rejeita o desaparecimento dos pequenos e novos partidos. A democracia é também criar novos partidos e apresentar novas ideias.

 



publicado por DD às 19:34
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Domingo, 4 de Agosto de 2019
O Pardal do Maserati

 

 

 

O motorista do Maserati, Pardal, depois de ouvir o PM António Costa dizer que é um absurdo fazer uma greve em agosto de 2019 para uma reivindicação salarial para 2021 e 2012, aumentou a fasquia e agora quer negociar um acordo coletivo de trabalho até 2026.

Se o PM falar mais, o dito motorista de Maserati ainda vai querer discutir os salários até 2050 ou mais.

A ANTRAM propõe um aumento de cerca de 300 euros em janeiro de 2020 no salário base ao qual o sindicato quer mais uns adicionais e um adicional para o trabalho de carga e descarga que é ligar a mangueira do tanque de combustível à abertura de enchimento do depósito da bamba de gasolina.

O homem do Maserati não fala em dinheiro para isso, mas diz que os motoristas não devem fazer esse trabalham. Geralmente são ajudados pelo pessoal da bomba de gasolina, mas no camião mexem eles e controlam se o combustível não fica a derramar por má manipulação. É que há muitas marcas de camiões tanques e seria perigoso que qualquer leigo fizesse a ligação. Por isso, o motorista do Maserati não fala em dinheiro, mas refere-se claramente a isso.

Para além disso, fala-se em ajudas de custos e diárias por viagem sem referir verdadeiramente quanto se quer. É nítido que o objetivo é fazer GREVE para criar uma situação de caos nos abastecimentos e, como tal, tornar as eleições numa fraude, culpando o governo por as duas partes privadas não chegarem a acordo.

Anda não se sabe ao certo se a greve será dos 50 mil motoristas de todas as cargas ou, apenas, dos menos de 1.000 motoristas de materiais perigosos, entre os quais se contam uns 750 a transportar combustíveis e que são os que podem paralisar o País e causar um caos do tipo Chile antes de Pinochet ou Venezuela, tanto mais que reparei que os supermercados não estão a encher as suas prateleiras mais do que o habitual.

Também os donos do Pingo Doce e do Continente têm interesse na greve. Espero que o dono dos minipreços Dia e dos muitos hipermarchais não tenham o mesmo interesse, já que neste último caso as lojas têm um só dono franchisado ao grupo e esse pode transportar mercadorias numa carrinha ou num pequeno camião alugado.

O Pardal do Maserati tem de comum com os motoristas dos grandes camiões tanques apenas facto de o seu carro custar um pouco mais que a viatura com atrelado de transporte de combustível, isto é, uns cerca de 180 mil euros, mas parece que ele utiliza-o no sistema de “leasing” a 2.500 euros mensais, estando atualmente com prestações atrasadas.

 



publicado por DD às 19:08
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A Capital do Capitalismo

Ponte Macau-Hong Kong

 

De acordo com a teoria de Karl Marx o capitalismo tende a engolir as empresas e atividades das classes médias e a proletarizar quase toda a população mundial.

Mas, se procurarmos onde está a verdadeira capital do capitalismo mundial, podemos andar à procura no mapa sem encontrar porque não está bem marcada. Nova Iorque ainda tem importância nos negócios da bolsa, mas não é a capital do capitalismo e Londres, Paris, Berlim, Roma ou qualquer outra capital europeia são sombras do passado e cada vez mais cidades museus para passear, observar obras de arte e descansar em esplanadas nos dias solarengos.

A capital do capitalismo mundial está em formação muito adiantada e situa-se em torno da baía do Rio das Pérolas na China com 11 gigantescas cidades fundidas quase numa única que ultrapassou já os 70 milhões de habitantes e caminha para 100 milhões dentro de, talvez, uns 10 anos.

Aí está Hong Kong e Macau e entre uma e outra cidade foi construída a maior ponte do Mundo com 55 quilómetros de comprimento para durar apenas 120 anos, o que parece inacreditável, dado o seu custo enorme e envolvimento de materiais, mas, enfim, eles, os chineses, lá sabem.

Shenzen é a cidade mais importante em termos de modernidade com 13 milhões de habitantes e sede de gigantes do capitalismo com a empresa da internet Tencent, a Huawei, o gigante das baterias BYD e umas 10 mil startups, das quais muitas são já grandes empresas que ocupam edifícios inteiros. Os seus 22 mil táxis foram convertidos para viatura elétricas que não poluem nem fazem ruído.

A antiga Cantão é Guangzhou com 15 milhões de habitantes que fabrica cerca de metade dos frigoríficos e aparelhos de ar condicionados do Mundo mais uma numerosa gama de eletrodomésticos exportados para toda a parte.

Ali próximo, Dongguan com 8 milhões de habitantes fabrica quase um termo das calças jeans do Mundo e possui centenas de fábricas espalhadas pelo Bangla Desh, Índia, etc.

Hong Kong com 7 milhões de habitantes é o mais importante centro financeiro do Mundo. Os seus fundos como a Fosun e outros são proprietários de uma parte da economia portuguesa e de muitos outros países, incluindo os EUA e a Alemanha.

Macau é ainda uma cidade pequena, mas umas das mais ricas do Mundo. Os seus habitantes pagam um IRS máximo de 12% e o governo local tem distribuído ao fim do ano um bónus a cada um da ordem do valor de um ordenado médio. Mais de 80% das receitas públicas vêm dos muitos casinos lá instalados que fazem a fortuna da cidade dado que o jogo em casino é proibido na China Continental fora de Macau.

A área ocupada por esta gigantesca zona urbana é da ordem dos 50 mil km2, ou seja, um pouco mais de metade de Portugal, sendo da vontade do presidente Xi Jinping que fique como a sua grande obra para a posteridade.

Contudo, as contínuas manifestações gigantescas em Hong Kong onde a juventude não protesta apenas contra a extradição para as prisões chinesas dos opositores, entretanto suspensa, mas também por um reforço da democracia podem contaminar o resto da “Great Bay Area”, apesar do imenso controle a que está sujeita com milhões de câmaras vídeos que espreitam tudo o que se passa em cada esquina, apanhando com facilidade carteiristas ou pessoas procuradas.

Por enquanto, a juventude de fora de Hong Kong está mais preocupada com o ascensor social proporcionado pelas oportunidades dadas pela educação e pelas atividades informáticas, industriais automatizadas e comerciais. Mas, por quanto tempo?

A política interessa sempre a quase toda a gente e mais quando não é livre. Xi Jinping pode estar a criar um gigantesco foco de tensão numa área que acaba por não controlar.

Não devemos esquecer que o regime comunista começou em Cantão com grandes greves e aí iniciou-se a grande marcha do partido para o norte junto à fronteira da URSS de onde vinham armas e apoios diversos. Claro que a história não se repete, mas um país com três gigantescas zonas urbanas, a referida aqui mais Xangai e Beijing cada uma em vias de ter mais de 100 milhões de habitantes até às suas áreas mais periféricas pode tornar-se de todo incontrolável se o tipo de manifestações registadas em Hong Kong se contaminar para essas zonas.

Para além destas três imensas zonas urbanas abundam na China muitas cidade com milhões de habitantes e não sei se o cansaço de uma ditadura que pretende ser centenária não poderá fazer desmoronar o gigante com pés de barros em que o poder decisório está num presidente eleito sucessivamente e uma comissão politica de poucas dezenas de elementos frente a uma nação que pode atingir os mil e quinhentos milhões de habitantes.

Em 2003 foi prometida em ampla descentralização e regionalização que tarda a ser aplicada e que não resolveria muita coisa porque seria tudo dominado pelo mesmo partido e pela sua comissão central.

Não sei se a China é verdadeiramente o futuro e se fazemos mal em deixarmos vir dali uma parte importante do que consumimos, principalmente em termos de tecnologia informática e muita coisa mais.

 

 

 


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publicado por DD às 17:45
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