Jornal Socialista, Democrático e Independente dirigido por Dieter Dellinger, Diogo Sotto Maior e outros colaboradores.
Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2018
Vitória de António Costa - Derrota Total da Oposição dos Coletes Amarelos

 

 

As manifestações dos coletes amarelos em Portugal a macaquear o que foi feito em França foram um desaire completo, apesar da quase complacência da PSP e das palavras de António Costa que disse aceitar que se façam manifestações desde que sem violências ou destruições.

Em poucos locais como Lisboa, Porto, Braga e Faro apreceram muitas pessoas e nunca mais de duas ou três dezenas. Em Braga, menos de dez pessoas quiseram bloquear um camião e impedirem alguma circulação.

As poucas pessoas a protestar foram uma sondagem altamente positiva a favor da Geringonça e António Costa e uma derrota de grupos fascistas ou simplesmente da direita  que queriam imitar a violência verificada em França, a qual também não teve números politicamente relevantes, dado terem-se manifestado num máximo 283.000 pessoas que nada representam numa grande nação com mais de 40 milhões de eleitores, mas são uma força brutal quando concentrados contra uma polícia que utiliza apenas canhões de água, granadas de gás lacrimogénico e balas de borracha.

Em Portugal, o equivalente seriam cerca de 50 mil pessoas que reunidas num só local que poderiam pôr em cheque as forças da Ordem e até lançar fogo à Assembleia da República como mandou fazer o monstro Hitler em 1933 no Parlamento Alemão para justificar uma espécie de estado de sítio com eleis de exceção que estabeleceram a ditadura até ao fim da guerra com a morte de dezenas de milhões de pessoas.

Os meios de comunicação social, incluindo os do Estado, Antena 1 e RTP deram o maior relevo às minúsculas manifestações porque queriam mais e ficaram desolados.

Um canal de televisão diz que pelas 6 horas da tarde com a saída das pessoas dos empregos pode haver manifestões maiores. Mesmo que as pessoas a sair não sejam manifestantes, a acumulação de pessoas junto a certos meios de comunicação pode gerar grande confusão. Mas, viu-se que de mais de 1,5 milhões de reformados com saúde para sairem e andar pelas ruas devem ter estado presentes não mais de 0,001%.

Numa entrevista dada a uma televisão, um manifestante insurgia-se contra a disparidade entre os salários mais elevados e os mais baixos. É verdade, mas curiosamente ele falou nos milhões que ganham o Mexia e o Queiros Pereira. Sucede que este último já não ganha nada, porque faleceu. Mas quem tem mais de 250 mil euros anuais de rendimento colectável paga uma taxa de IRS de 48% + 11% de TSU, respeitante a salários,  que pode somar cerca de 59% menos uma pequena parcela a abater.

As deduções epecíficas abrangem a quase totalidade de muitos salários baixos, nomeadamente os salários mínimos pelo que estão isentos do IRS ou quase.

As diferenças não são justas, mas servem para a propaganda apesar de os rendimentos baixos abrangerem uma elevada percentagem da populção e os altos são auferidos por muito pouca gente e nem são relativos a salários do Estado porque o próprio PR e PM não ganham assim tanto depois de deduzido o respetico IVA. A redistribuição é feita através do IRS que leva cerca de metade dos rendimentos elevados e taxa gravemente os carros e casas de luxo, além os 235 de IVA serem aplicados

 

 

 



publicado por DD às 14:25
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